Blog do Adriano Roberto


TSE começa julgar hoje ações que pedem cassação de Bolsonaro e Mourão
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Adriano Roberto

TSE começa julgar hoje ações que pedem cassação de Bolsonaro e Mourão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar nesta terça-feira (9) ações que pedem a cassação da chapa que elegeu o presidente Jair Bolsonaro e o vice, Hamilton Mourão, em 2018. As duas primeiras a entrarem na pauta tratam sobre ataques cibernéticos a um grupo de Facebook que teria favorecido Bolsonaro. 

A avaliação na corte eleitoral, porém, é de que esses questionamentos têm pouca chance de irem adiante, mas ainda há outras ações na lista para serem julgadas que preocupam mais o Palácio do Planalto, como as que tratam de disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp.

Na duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) que devem ser julgadas amanhã, os então candidatos presidenciais Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL) alegam que, durante a campanha, em setembro de 2018, o grupo virtual "Mulheres Unidas contra Bolsonaro", que reunia mais de 2,7 milhões de pessoas, sofreu ataque virtual que alterou o conteúdo da página. 

As interferências atingiram o visual e até mesmo o nome do grupo, que passou ser chamado de "Mulheres COM Bolsonaro #17". O então candidato beneficiado com a mudança compartilhou a imagem alterada, agradecendo o apoio. Para os adversários, a atitude configurou abuso eleitoral.

O relator do caso no TSE, ministro Og Fernandes, já votou contra os pedidos de Marina e Boulos em novembro do ano passado, mas o ministro Edson Fachin pediu vista - mais prazo para análise - do processo. O julgamento de amanhã será retomado pelo voto-vista de Fachin.

Em seu voto, o relator afirmou que, mesmo que tenha sido comprovada a invasão da página, as investigações não foram conclusivas quanto à sua verdadeira autoria. O ministro também acrescentou que a invasão ao perfil em rede social não teve gravidade capaz de causar ofensa à normalidade e à legitimidade das eleições.

Para o relator, a rigorosa sanção de cassação da chapa somente deve ser aplicada quando houver provas robustas, fortes e contundentes de autoria e participação.

Outras seis Aijes sobre a chapa presidencial eleita em 2018 estão em andamento no TSE.

Disparo de mensagens pelo Whatsapp

Quatro ações ainda sem data para serem julgadas apuram irregularidades na contratação do serviço de disparos em massa de mensagens pelo aplicativo WhatsApp durante a campanha eleitoral. Os pedidos de cassação de Bolsonaro relativos a estes casos foram protocolados pelos então candidatos Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT).

Como mostrou o Estadão, o controverso inquérito que apura ameaças, ofensas e fake news contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pode "turbinar" estas ações. A avaliação entre ministros do tribunal é a de que, caso seja autorizado, um compartilhamento das provas do STF com a Justiça Eleitoral deve dar um novo fôlego às investigações.

Na sexta-feira passada (5), a defesa de Bolsonaro pediu que o TSE rejeite incluir o conteúdo do inquérito das fake news nos processos eleitorais. O argumento da advogada Karina Kufa é de que as investigações no Supremo não têm relação com as ações contra a chapa.

O ministro Alexandre de Moraes é um personagem-chave nos dois Tribunais. Relator do inquérito das fake news, o ministro do Supremo determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal de empresários bolsonaristas no intervalo de julho de 2018 a abril de 2020, abrangendo, portanto, o período das últimas eleições presidenciais. Na semana passada, Moraes assumiu uma cadeira de ministro titular do TSE.

Outras ações

Uma outra ação que trata da colocação de outdoors em pelo menos 33 municípios de 13 Estados aguarda ser pautada para julgamento. Segundo a denúncia, as placas publicitárias apresentavam imagens e mensagens semelhantes, o que representaria abuso de poder econômico, conduta passível de condenação da chapa. Há, ainda, um processo já julgado improcedente em fase de embargos de declaração que apura uso indevido de meio de comunicação.



Instituições do Grande Recife recebem doação de mais de 21 mil litros de água
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Adriano Roberto

Instituições do Grande Recife recebem doação de mais de 21 mil litros de água

Quatro instituições que prestam apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social, no Grande Recife, receberam a doação de mais de 21 mil litros de água mineral. A Viana & Moura Construções contemplou o Lar da Redenção (em Bongi) com 150 pacotes, a Creche Lar das Crianças (no Campo Grande) com 50 pacotes, o Centro Espírita Oriental Antônio de Pádua (na Tamarineira) com 84 pacotes e a Unificados Pop Rua (no Santo Antônio) com 1.400 pacotes. Cada um deles continha seis garrafas de 1,5 litro, totalizando 2.334 pacotes, um pouco mais de 21 mil litros.

A empresa também fez a doação de 200 protetores faciais para as secretarias de Saúde de Caruaru, Garanhuns, Belo Jardim e Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco; 900 máscaras de tecido e mais de 200 cestas básicas para as associações de moradores dos empreendimentos construídos e vendidos nesses municípios, além de Igarassu, este último na Região Metropolitana do Recife (RMR); 6 mil cestas básicas à Prefeitura de Caruaru e segue apoiando o movimento Empresários por Pernambuco, que já distribuiu mais de 50 mil cestas básicas em todo o Estado.

O objetivo das doações é o de estar junto da população onde a empresa atua, nesse momento difícil. O gerente de vendas da Viana & Moura Construções, Leonardo Queiroz, diz que as ações se somam a outras que fazem a diferença, no Estado. “Queremos incentivar outras empresas e pessoas a também doar. Tudo aquilo que for disponibilizado é importante, nesse enfrentamento pelo o qual estamos passando, seja um item ou mais. Independe de quantidade, o mais importante é aderir a esse movimento”, frisa.



Bolsonaro diz que Pazuello vai esclarecer questão dos números da covid
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Adriano Roberto

Bolsonaro diz que Pazuello vai esclarecer questão dos números da covid

Após a polêmica reunião ministerial do dia 22 de abril, divulgada por ordem judicial, o presidente Jair Bolsonaro realiza novo encontro nesta terça-feira, 8, no Palácio da Alvorada, para tentar melhorar a imagem e mostrar as ações do governo relacionadas ao novo coronavírus. Desta vez, no entanto, o encontro é televisionado, transmitido ao vivo pela TV Brasil.

No início da reunião, o presidente citou a resposta de uma integrante da Organização Mundial da Saúde (OMS) que afirmou, na segunda-feira, que os pacientes assintomáticos do novo coronavírus não estão impulsionando a disseminação da covid-19. Segundo ela, esses casos são raros.

Para Bolsonaro, que é abertamente contrário ao isolamento social, se o entendimento for comprovado, poderá sinalizar uma "abertura mais rápida do comércio e a extinção de medidas restritivas". O Brasil atualmente tem mais de 37 mil mortes e 700 mil casos da doença.

"Esse pânico que foi pregado lá atrás por parte da grande mídia começa talvez a se dissipar levando em conta o que a OMS falou por parte do contágio dos assintomáticos", declarou o presidente.

"O governo federal espera algo de concreto nas próximas horas, nos próximos dias, o que será muito bom para o Brasil e o mundo. A OMS falará com certeza sobre as suas posições adotadas nos últimos meses, o que levou a muita gente segui-la de forma cega", disse.

Bolsonaro admitiu novamente que não há comprovação científica sobre o uso da hidroxicloroquina para o combate à covid-19, mas voltou a defender o uso do medicamento com base em relatos que disse ter ouvido de "pessoas infectadas e de médicos".

O presidente também afirmou que o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, vai esclarecer, em comissão da Câmara, tudo o que foi falado nos últimos dias sobre uma eventual recontagem dos dados atualizados do novo coronavírus no Brasil.

"A gente torce, pede a Deus, que o mais breve possível tenhamos um ponto final nessa questão. Mais uma vez lamentamos profundamente pela vida de todos os que nos deixaram."



Eduíno lamenta postura de “agressividade” de Madalena em Arcoverde
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Adriano Roberto

Eduíno lamenta postura de “agressividade” de Madalena em Arcoverde

Em nota publicada em suas redes sociais nesta segunda-feira (08), o ex-deputado estadual Eduíno Brito (Podemos), lamentou a postura de “agressividade desesperada” da prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), ao utilizar os microfones de uma rádio local para falar do ex-prefeito Zeca Cavalcanti, pré-candidato a prefeito pelo PTB. Ele também ressalta que a prefeita parece querer falar como se em Arcoverde fosse “proibido criticar” e faz alusão aos regimes de ditadura.

“Em todo regime democrático, a crítica é um meio necessário ao bom andamento de qualquer gestão pública e, graças a este mesmo regime, também existe o direito de rebatê-las...Ora, caso não houvesse a coragem dos críticos a regimes ditatoriais por todo o mundo, as ditaduras seriam eternizadas”.

Sobre a fala da prefeita que chegou até a questionar o trabalho profissional do ex-prefeito como médico, Eduíno afirma categoricamente ser “lamentável a agressividade desesperada utilizada pela atual Prefeita de Arcoverde ao se pronunciar numa rádio, em Arcoverde, a respeito do ex-prefeito Zeca Cavalcanti. Ela passou oito anos como vice-prefeita de Zeca, que deixou a prefeitura, em 2012, com 88% de aprovação popular, o que certamente foi decisivo para elegê-la, naquele mesmo ano”.

Ele afirma que a prefeita ao criticar desesperadamente o ex-prefeito, parece querer impor uma censura as críticas ao seu governo. “Ao ir a rádio, profundamente desequilibrada e desesperada, o agride, destorcendo palavras e querendo impor uma espécie de toque de recolher crítico, como se fosse proibido criticar”.

Eduíno Brito finaliza destacando que mesmo estando em palanques opostos ao de Zeca Cavalcanti, jamais o tratou com desrespeito ressaltando que as críticas do ex-prefeito à gestão socialista de Arcoverde são construtivas e carimba o desespero expressado pela prefeita em suas palavras.  

“Vale salientar que o ex-prefeito Zeca Cavalcanti vem sugerindo várias ações a serem tomadas pelo poder público municipal e tecendo críticas construtivas, assim como outros setores da oposição, em Arcoverde.
Mas esse desespero tem nome e sobrenome: “A vitória de Zeca se aproxima”.



Ministro dá 30 dias para PF fechar inquérito sobre denúncia de Moro
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Adriano Roberto

Ministro dá 30 dias para PF fechar inquérito sobre denúncia de Moro

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a prorrogação do inquérito sobre suposta tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal por mais 30 dias. A medida se dá a pedido da delegada Christiane Correa Machado, chefe do Serviço de Inquéritos Especiais no STF e responsável pela condução do inquérito na PF, e tem "expressa concordância" da Procuradoria-Geral da República.

No pedido de prorrogação, a PF sinalizou a necessidade de realização de novas diligências para conclusão das investigações. Na ocasião, indicou ainda que pretendia tomar o depoimento de Bolsonaro na investigação aberta após as acusações feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro ao anunciar a demissão. Como presidente, Bolsonaro pode optar pelo depoimento por escrito, como foi autorizado a Michel Temer, que encaminhou ao Supremo respostas aos questionamentos feitos pelos investigadores no âmbito do inquérito dos Portos. O ex-presidente acabou denunciado no caso por corrupção e lavagem de dinheiro.

No entanto, na última quarta-feira, 3, o presidente afirmou que pode prestar depoimento presencialmente à Polícia Federal no inquérito. Bolsonaro disse ainda que o inquérito acabará sendo arquivado e que ele prestará esclarecimentos "sem problema nenhum".

Além do possível depoimento de Bolsonaro, o pedido de prorrogação do inquérito feito pela PF citou uma série de diligências pendentes já determinadas pelas autoridades policiais, entre elas a verificação de edições na mídia que contém os arquivos de vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril - que foi divulgada quase na íntegra por ordem de Celso de Mello - e a finalização do relatório de análise das mensagens trocadas entre o ex-ministro Sérgio Moro e a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP).



Consórcio da Fraude: Todos os governadores do NE na mira do STJ por compra de respiradores
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Adriano Roberto

Consórcio da Fraude: Todos os governadores do NE na mira do STJ por compra de respiradores

Do site Bahia Noticias - O processo que apura a compra de respiradores pelo Consórcio do Nordeste, que desencadeou a Operação Ragnarok na semana passada, deixou o Tribunal de Justiça da Bahia e passou para as mãos do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A informação, confirmada pelo TJ-BA à reportagem, havia sido antecipada pelo Bahia Notícias na última sexta (leia aqui). A mudança se deve ao fato de governadores terem prerrogativa de foro e, por isso, somente podem ser julgados pelo STJ.

A apuração sobre a compra malsucedida dos respiradores teria culminado na saída de Bruno Dauster da Secretaria da Casa Civil do governo do estado (veja aqui). Dauster foi citado por um dos alvos da investigação como responsável principal do governo baiano na compra dos respiradores. O ex-secretário afirmou que sempre agiu “com absoluta transparência e rigor ético” (lembre aqui)

Também na última sexta-feira, o Ministério da Justiça e Segurança Pública confirmou ao Bahia Notícias que encaminhou informações sobre o caso para a Polícia Federal avaliar a abertura da apuração.

A fraude na venda de 300 respirados para o Consórcio Nordeste rendeu um prejuízo de cerca de R$ 10 milhões ao governo da Bahia (relembre aqui). O valor unitário dos respiradores foi de cerca de R$ 160 mil. Como a Bahia compraria 60 unidades, a conta do estado chegou a R$ 9,6 milhões, parte dos R$ 48,7 milhões previstos no contrato e pagos antecipadamente.



Ataque criminoso a rádio em Buíque completa 01 ano sem culpados
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Adriano Roberto

Ataque criminoso a rádio em Buíque completa 01 ano sem culpados

Há exatamente um ano, no dia 7 de junho de 2019, um ataque criminoso tentou silenciar os microfones da Rádio Comunitária Vale FM, localizada à margem da PE 270, em Buíque. Elementos não identificados arrombaram o prédio da emissora e atearam fogo nos estúdios da Vale FM.

Passados 12 meses do caso, até agora ninguém foi identificado como autor ou autores do crime que foi repudiado em todo o Estado. Localizada a poucos quilômetros do Centro de Buíque, a Vale FM é dirigida pelo radialista Ricardo Resende que preparava a emissora para uma nova programação na época. O atentado atingiu todo o prédio, queimando equipamentos e pondo fim a todo estúdio da emissora.

Na época a polícia científica fez a perícia do local e teria recolhidos impressões digitais, mas até esta data, um ano depois, o inquérito ainda não foi concluído pela Polícia Civil do município e nem uma pessoa chegou a ser indiciada ou apontada como suspeita do crime.

“Após perícia da Policia Científica ficou configurado como incêndio criminoso, nada do que existia em suas dependências sobrou porque foi consumido pelas chamas que na velocidade do vento destruiu tudo”, lamentou à época o dirigente da Vale FM, Ricardo Resende.

A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (ABRAÇO – BRASIL) lançou uma nota na época manifestando seu total repúdio ao ato criminoso e covarde praticado contra a Rádio Comunitária Vale FM e acreditando na agilidade da justiça para punir o ou os culpados.

“Até quando as rádios comunitárias que lutam pela democratização da comunicação neste país sofrerão perseguições por simplesmente exercer o direito que nos é garantido pelo artigo quinto da constituição federal?

O quanto perdemos em democracia, espaço, cultura, informação e acesso da população, quando crimes desta natureza, fecham mesmo que temporariamente uma rádio comunitária do povo. Acreditamos na agilidade da justiça em solucionar o crime e nos solidarizamos com a direção da rádio comunitária Vale FM”.



Plenário pode votar na terça projeto que suspende cadastro negativo de consumidor durante pandemia
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Adriano Roberto

Plenário pode votar na terça projeto que suspende cadastro negativo de consumidor durante pandemia

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar na terça-feira (9) o Projeto de Lei 675/20, que suspende a inclusão de novos inscritos em cadastros negativos como Serasa e SPC durante a pandemia de Covid-19. A proposta foi aprovada pelos deputados no último dia 9 de abril e será novamente analisada porque foram feitas alterações no Senado.

Segundo o texto do Senado, durante o estado de calamidade pública relacionada ao coronavírus (até 31 de dezembro de 2020), a inscrição de registros de informações negativas de consumidores relativas às obrigações de dívidas deverá ser apartada dos cadastros normais. Transcorrido esse período, o cadastro volta à situação normal, exceto se houver pedido de renegociação por parte do devedor.

O texto estabelece que, durante o estado de calamidade pública, as inscrições de registros de informações negativas dos consumidores, inclusive aquelas anteriores à pandemia da Covid-19, não poderão ser usadas para restringir o acesso a linhas de crédito ou programas de fomento que visem ao enfrentamento das consequências econômicas da pandemia.

Ficarão suspensas as execuções judiciais cíveis propostas contra consumidores por obrigações vencidas a partir de 1º de janeiro de 2020.

Em caso de descumprimento das regras pelos cadastros de crédito, os valores arrecadados com multas serão destinados ao combate à Covid-19: aquisição de medicamentos, insumos, materiais e equipamentos.

O texto do Senado também obriga os bancos públicos a disponibilizar linhas especiais de crédito de até R$ 10 mil para a renegociação de dívidas dos consumidores inscritos nos cadastros negativos.

Além do PL 675/20, a pauta de terça-feira inclui outros sete projetos de lei e quatro medidas provisórias. A sessão está marcada para as 13h55.

Futebol e trânsito
Na quarta-feira (10), poderão ser votados, entre outros, o Projeto de Lei 1013/20, que suspende o pagamento de dívidas de clubes de futebol no âmbito do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut); e o Projeto de Lei 3267/19, que reformula o Código de Trânsito Brasileiro.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



MRV abre 387 novas vagas pelo país incluindo PE
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Adriano Roberto

MRV abre 387 novas vagas pelo país incluindo PE

A MRV Engenharia, maior construtora da América Latina,  atualizou recentemente as vagas de emprego. Agora, a empresa conta com 387 novas vagas.

Desde 1979 no mercado imobiliário, a MRV Engenharia é a maior construtora do país no segmento de imóveis para a classe média e média baixa, além de ser a única que oferece casas e apartamentos em mais de 155 cidades do Brasil.

Ao longo de sua existência, a empresa sempre esteve sintonizada com o mercado e suas melhores práticas, além de priorizar sempre as necessidades de seus clientes.

Assim, a MRV conquistou duas importantes certificações em 2014: a ISO 14.001, que estabelece padrões rigorosos na gestão de meio ambiente e a OHSAS 18.001, que estabelece padrões rígidos na gestão de segurança e saúde das empresas.

A MRV Engenharia é a única construtora presente em 155 cidades brasileiras. Hoje, é líder no mercado de construção civil no segmento de imóveis residenciais e já possui mais de 4000 mil casas e apartamentos lançados em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Além de construir empreendimentos direcionados à classe média, que possibilita a realização do sonho da casa própria a milhares de brasileiros, a empresa gera seis mil postos de trabalho por ano nos locais em que atua.

Cargos

Corretor de Imóveis – 33 vagas
Vendedor – 15 vagas
Consultor de Vendas – 10 vagas
Gerente Comercial – 08 vagas
Vendedor Externo – 07 vagas
Gerente de Loja – 04 vagas
Gerente de Trade Marketing – 04 vagas
Promotor de Vendas – 03 vagas
Vendedor Interno – 03 vagas
Consultor Imobiliário – 03 vagas
Vendedor Imobiliário Online – 02 vagas
Aprendiz – 01 vaga
Auxiliar Administrativo – 01 vaga
Recepcionista – 01 vaga
Analista de Relacionamento – 01 vaga
Assistente Comercial – 01 vaga
Analista de Perfomance – 01 vaga

As vagas são para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Tocantins, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí e Sergipe.

Requisitos (variam para cada vaga)

Ensino Médio Completo
Ensino Superior Completo
Habilitação para dirigir (Categoria A, Categoria B)
Veículo próprio
Aplicações de Escritório: Microsoft Excel, Microsoft Outlook, Microsoft PowerPoint, Microsoft Word
Benefícios (variam para cada vaga)
Assistência médica
Assistência odontológica
Participação nos lucros
Vale-alimentação
Vale-refeição

Inscrição

São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Tocantins, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí e Sergipe.

Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão confirmar participação no site oficial clicando aqui e escolher a vaga que deseja. Após isso, o candidato deverá cadastrar o currículo.



Auxílio emergencial: Caixa libera 2ª parcela para nascidos em agosto
Autor
Adriano Roberto

Auxílio emergencial: Caixa libera 2ª parcela para nascidos em agosto

A Caixa Econômica Federal encerra no próximo sábado (13) o calendário de liberação de saques e transferências da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). Hoje (8), será feita a liberação para 2,6 milhões de beneficiários nascidos em agosto.

O dinheiro visa reduzir os efeitos do novo coronavírus nas camadas mais necessitadas. A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos estão sendo feitas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos estão sendo transferidos automaticamente para as contas indicadas.

Amanhã (9), será liberado o saque para 2,6 milhões de beneficiários nascidos em setembro; na quarta-feira (10), para 2,6 milhões nascidos em outubro; na quinta-feira (11), feriado, não haverá liberação; na sexta-feira (12), para 2,5 milhões nascidos em novembro; e no sábado (13), para 2,5 milhões nascidos em dezembro.

Segundo a Caixa, quem não sacar o auxílio nesse período continua com o crédito disponível nas contas indicadas e poderá realizar o saque, independente do dia de nascimento, a partir da próxima segunda-feira (15).

A transferência dos valores será feita para quem indicou contas para recebimento em outros bancos ou poupança existente na Caixa. Com isso, esses beneficiários poderão procurar as instituições financeiras com quem têm relacionamento, caso queiram sacar.

Segundo a Caixa, mais de 50 bancos participam da operação de pagamento do auxílio emergencial.

Todos os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para o auxílio emergencial já receberam o crédito da segunda parcela.

Primeira parcela

Cerca de 200 mil novos beneficiários receberam, no último sábado (6), a primeira parcela do auxílio emergencial. A Caixa fez o pagamento após a Dataprev analisar novo lote de 1,4 milhão de pedidos e liberá-lo na última sexta-feira (5). O valor já está disponível para saque, movimentação pelo aplicativo Caixa Tem ou pelos canais digitais daqueles que indicaram contas de outros bancos.

Caixa Tem

Por meio do aplicativo Caixa Tem, o beneficiário pode fazer compras, transferências e pagar contas como água, luz e telefone, por exemplo.

A Caixa preparou uma série de dicas de como usar o aplicativo (app), como verificar o saldo, extrato da conta e realizar pagamentos nas maquininhas via QR Code.



PL de Eduardo da Fonte que socorre o setor cultural é aprovado pelo Senado
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Adriano Roberto

PL de Eduardo da Fonte que socorre o setor cultural é aprovado pelo Senado

O Senado aprovou o PL 1075/20 que destina R$ 3 bilhões para ajudar o setor cultural durante a crise provocada pela pandemia do coronavírus. O projeto também prevê a concessão do auxílio emergencial de R$ 600 aos trabalhadores da cultura que estão com as atividades suspensas por causa da pandemia.  

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP), um dos autores do projeto, atendeu a uma demanda dos artistas e garantiu que parte do recurso seja destinada a produções de eventos que possam ser transmitidos pela internet e pelas redes sociais, assim, pequenos artistas também poderão, por exemplo, ter uma fonte de renda com a transmissão de lives. Para começar a valer, o texto precisa ser sancionado pelo presidente da República.

“O setor cultural emprega mais de 5 milhões de pessoas. Nós precisamos garantir que essas famílias tenham condições de passar por essa fase tão difícil. Esse projeto é muito importante para que todos os artistas consigam viver da arte”, explicou Eduardo da Fonte.



Nova Zelândia diz que erradicou coronavírus e suspende restrições
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Adriano Roberto

Nova Zelândia diz que erradicou coronavírus e suspende restrições

A Nova Zelândia suspendeu todas as restrições sociais e econômicas, exceto os controles de fronteira, depois de declarar nesta segunda-feira (8) que estava livre do coronavírus, um dos primeiros países do mundo a voltar à normalidade pré-pandêmica.

Eventos públicos e privados, indústrias de varejo e hospitalidade e todo o transporte público foram autorizados a retomar seu funcionamento sem as regras de distanciamento ainda existentes em grande parte do mundo.

"Embora o trabalho não esteja concluído, não há como negar que este é um marco. Obrigada, Nova Zelândia", disse a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern (foto), em entrevista, acrescentando que dançou de alegria com a notícia.

"Estamos confiantes de que eliminamos a transmissão do vírus na Nova Zelândia, por enquanto, mas a eliminação não é acaso, é um esforço sustentado", garantiu.

Os cinco milhões de pessoas da Nova Zelândia estão emergindo da pandemia, enquanto grandes economias como Brasil, Reino Unido, Índia e Estados Unidos continuam a lidar com a disseminação do vírus.

Os 75 dias de restrições na Nova Zelândia incluíram cerca de sete semanas de uma quarentena rígida, na qual a maioria das empresas foi fechada e todos, exceto trabalhadores essenciais, tiveram que ficar em casa.

"Hoje, 75 dias depois, estamos prontos", afirmou Ardern, anunciando que as restrições de distanciamento social terminariam à meia-noite.

Ardern disse que fez uma "pequena dança" quando lhe disseram que não havia mais casos ativos de Covid-19 na Nova Zelândia, surpreendendo sua filha de 2 anos, Neve.

"Ela foi pega um pouco de surpresa e se juntou a mim, sem ter absolutamente nenhuma ideia de por que eu estava dançando pela sala", observou.

Apenas 22 mortes desde fevereiro

A Nova Zelândia registrou 1.154 infecções e 22 mortes por Covid-19 desde que o vírus chegou no final de fevereiro.

Ardern prometeu eliminar, não apenas conter, o vírus, o que significava interromper a transmissão por duas semanas após o último caso conhecido receber alta. Por enquanto, todos que entrarem no país continuarão sendo testados e colocados em quarentena.

Mesmo assim, o governo precisará mostrar que pode reviver a economia, que deverá afundar em recessão.

Os partidos de oposição criticaram a decisão de Ardern de manter as restrições por tanto tempo.

"Precisamos avançar com cautela aqui. Ninguém quer prejudicar os ganhos que a Nova Zelândia obteve", disse a premiê.