Blog do Adriano Roberto


Em nova entrevista, Flávio descarta se afastar do mandato de senador
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Adriano Roberto

Em nova entrevista, Flávio descarta se afastar do mandato de senador

O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) descartou nesta quinta-feira (24) a possibilidade de se afastar do mandato que começará na próxima semana.

"É mentira. Não sei nem de onde surgiu essa história. Eu nem tomei posse ainda. Vou tomar posse e vou trabalhar muito", disse ele, em entrevista ao SBT.

Nesta quinta, reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que o presidente Jair Bolsonaro já sofre pressão de militares do governo para isolar o filho mais velho como forma de amenizar a repercussão das investigações que miram as movimentações financeiras do senador eleito e do ex-assessor Fabrício Queiroz.

Na entrevista para a emissora, Flávio voltou a acusar o Ministério Público do estado de vazar dados sigilosos e também falou sobre declarações que deu como deputado estadual no Rio defendendo a atuação de milícias. Em 2007, por exemplo, ele discursou na Assembleia falando que elas não deveriam ser estigmatizadas.

Agora, o senador eleito diz que naquela época ainda estava se discutindo o que era uma milícia e que é contra qualquer tentativa de se implantar "um estado paralelo".

"Estava se generalizando de uma forma muito preocupante. Eu sempre fiz a defesa do servidor da segurança pública. Qualquer local onde moravam dois ou três policiais militares já estava sendo considerado milícia."

Operação deflagrada no Rio na terça-feira (22) tinha como um dos alvos de mandado de prisão o ex-capitão da PM Adriano Nóbrega, suspeito de chefiar milícias na cidade. A mãe e a mulher dele foram comissionadas no gabinete de Flávio até o ano passado.

Nóbrega já havia sido homenageado por Flávio na Assembleia, incluindo indicação para a mais alta honraria da Casa, a Medalha Tiradentes.

Sobre essa questão, o filho de Bolsonaro disse que já ofereceu centenas de homenagens a policiais do estado. Com informações da Folhapress.



Tucano Beto Richa é alvo de prisão preventiva
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Adriano Roberto

Tucano Beto Richa é alvo de prisão preventiva

Beto Richa (PSDB), ex-governador do Paraná, foi alvo de prisão preventiva na manhã desta sexta-feira (25).

Segundo informações da RPC, filiada da Globo no Paraná, a prisão foi decretada pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. Já o pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF).

A prisão preventiva foi solicitada a partir de um desdobramento da Operação Integração, parte da Lava Jato.

O ex-governador tucano é investigado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, em caso envolvendo a concessão de rodovias no Paraná.



Pernambucano Gilson Machado com Bolsonaro garantem internet em cidades de Ecoturismo
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Adriano Roberto

Pernambucano Gilson Machado com Bolsonaro garantem internet em cidades de Ecoturismo

Um grande feito esperado há anos pelo trade do Ecoturismo nacional foi aprovado e será implantado antes dos 100 dias do governo Bolsonaro. 

Fernando de Noronha (PE),  Abrolhos (BA), Aparatos da Serra (RS), Bonito (MS), Alto Paraíso/ Chapada dos Veadeiros (GO), Lençóis Maranhenses (MA),  Foz Iguaçu (PR) e Jalapão (TO).

Esses destinos vão receber sinal de internet liberado para os ecoturistas 24 horas. Segundo Gilson Machado responsável pelo projeto, “agora os nossos Ecoturistas vão poder fazer lives e postar seus vídeos e fotos para o mundo conhecer nossas belezas.

O Brasil é a Nação com maior potencial de Ecoturismo do mundo, mas o descaso e a falta de sensibilidade dos governos anteriores deixaram nosso país em posições pouco honrosas.

Mas, com o apoio do Presidente Bolsonaro e do Ministro Ricardo Salles vamos levar internet de graça com qualidade para todos os destinos de Ecoturismo do Brasil e esperamos em menos de 1 ano dobrar a participação desse segmento tão importante da economia que gera emprego e renda rapidamente, quando bem estimulado e apoiado.

Até o final do ano pretendemos colocar sinal de internet em mais 60 destinos.”



Grupo Nova Via parte na frente vem com tudo em Serra
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Adriano Roberto

Grupo Nova Via parte na frente vem com tudo em Serra

De olho nas eleições de 2020 o grupo político Nova Via se reuniu com alguns integrantes nesta quarta-feira (23), para discutir metas e ações para o crescimento em Serra Talhada. O grupo político tenta se fortalecer para ter candidaturas nas eleições municipais, rivalizando com os grupos tradicionais, o do prefeito Luciano Duque (PT) e do Deputado Federal, Sebastião Oliveira (PR).

“Uma reunião muito positiva, muitos que fazem parte do projeto não puderam comparecer, mas os que vieram ficaram bastante empolgados e com muita vontade de vestir a camisa para apresentarmos algo novo à população de Serra Talhada. Não tenho dúvidas de que vamos crescer muito, por isso nossa intenção é difundir mais nossas idéias, projetos, para atrairmos mais pessoas para apoiar esse projeto, que visa tão somente construir uma participação mais efetiva do cidadão, na construção de uma cidade ainda melhor”. Disse o empresário Elyzandro Nogueira.

O grupo aposta no discurso do enxugamento das contas públicas para gerar economia aos cofres públicos, eficiência dos serviços e nas indicações de técnicos para a gestão.

“Esse é o modelo novo, para fazer a política velha, da ineficiência dos serviços, do estrangulamento da maquina com pessoas penduradas na gestão, sem dar uma boa colaboração, isso a gente já vê por ai”. Disse Glewbber Mourato.

O bancário defende um modelo de gestão mais participativa: “Estamos buscando apresentar um modelo de gestão e de participação da população mais eficiente e transparente, o povo cansou ‘do tapinha nas costas’ e de obras eleitoreiras. O dinheiro do povo tem que ser respeitado e nós queremos somar junto com aqueles que desejam contribuir com um novo projeto político em Serra Talhada, por não concordar que as mesmas pessoas se revezem no poder com as mesmas promessas”.



Deputada Clarissa Tércio firma compromisso com crianças especiais
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Adriano Roberto

Deputada Clarissa Tércio firma compromisso com crianças especiais

Prestes a assumir seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa do Estado, a deputada eleita Clarissa Tércio (PSC), demostrou o compromisso de também lutar pelas pessoas portadoras de doenças raras em Pernambuco. É o caso, por exemplo, da pequena Carla Vitória (Vivi) que sofre de (Epidermólise Bolhosa), uma síndrome rara, caracterizada pelo aparecimento de bolhas com líquido amarelo, ou até sanguinolento em algumas áreas do corpo. “Logo que tomei conhecimento da luta enfrentada todos os dias pela Vivi, fiz questão de visitar. E no primeiro contato, já deu para perceber várias dificuldades encontradas para seu tratamento aqui no Estado. Passei então a acompanhar de perto essa guerreira princesinha”, recorda a deputada.
 
A “Epidermólise Bolhosa”, conhecida também como (Pele de Borboleta), causa enormes desconfortos. As camadas da pele se descolam facilmente e formam bolhas dolorosas que até parecem queimaduras de 3° grau. “De acordo com a Edilene (mãe da Vivi) é preciso 24 horas de cuidado, para não infeccionar as feridas, porque isso pode agravar ainda mais a situação que já é grave. Ela me revelou que Vivi têm dias melhores e outros nem tanto. No geral, é um processo que envolve muita dor. Vou acompanhar de perto e lutar por melhorias para todas as crianças que sofrem com doenças raras e algum tipo de deficiência. Pernambuco vai ficar sabendo que toda criança é especial”, alerta Clarissa. 
 
AJUDA - Os gastos mensais para tentar proporcionar uma melhor qualidade de vida para Vivi são enormes. "Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com a própria mãe da criança (Edilene) no fone: (81) 9.8696.7889. É bom deixar claro que a (Pele de Borboleta) não é uma doença infecto-contagiosa", informa Clarissa.
 
ALINHAMENTO NACIONAL - Nesta quarta-feira (23) em Brasília, um fórum sobre síndromes raras reuniu a primeira-dama Michelle Bolsonaro, a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), além de Rosângela Moro, esposa do ministro da Justiça, Sérgio Moro. O “Fórum de Discussão com a Sociedade Civil e o Governo Federal sobre Síndromes Raras” aconteceu na sede do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Na fala de abertura, Michelle Bolsonaro afirmou que o poder público pode e deve "agir ainda mais para garantir os direitos de pessoas com doenças raras, entre as quais (síndrome cri-du-chat), (epidermólise bolhosa), (síndrome duchenne) e (atrofia muscular espinhal), entre outras”.
 
A primeira-dama Michelle declarou, ainda, que pessoas com síndromes raras precisam receber um "olhar diferenciado", além da "divulgação constante". Na oportunidade, a ministra Damares anunciou a criação da Coordenação Nacional dos Raros, ligada à Secretaria da Pessoa com Deficiência, cujo objetivo será elaborar políticas públicas de apoio a pessoas com síndromes raras.
 
NÚMEROS - Segundo o Ministério da Saúde, considera-se doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Estima-se que existam entre 6 mil e 8 mil tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo. No Brasil, a estimativa é de que 13 milhões de pessoas sofram com algum tipo de doença rara.



Cúpula do MDB se mexe contra Renan na presidência do Senado
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Adriano Roberto

Cúpula do MDB se mexe contra Renan na presidência do Senado

A cúpula do MDB se movimenta para tirar o “desgastado” Renan Calheiros da disputa pela presidência do Senado. Segundo a coluna “Painel”, da Folha, a direção da sigla articulou, em silêncio, o nome de Simone Tebet (MDB-MS) por enxergar nela uma chance de neutralizar o moto “Renan, não”.

Mas pelas contas do experiente senador, ele teria 10 dos 13 votos da bancada. Por outro lado, aliados de Tebet calcularam nos últimos dias que ela teria o apoio de 7 dos 13 senadores do partido. Neste sentido, contando com os números da dupla, a conta não fecha.

Além disso, a “Painel” afirma que a direção do MDB vai tentar demover Renan da disputa interna, a fim de evitar surpresas na eleição à presidência do Senado.



Entenda o que está acontecendo na Venezuela
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Adriano Roberto

Entenda o que está acontecendo na Venezuela

A Venezuela vive um período turbulento em sua história política, econômica e social, que já levou 2,3 milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, segundo dados da ONU. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a inflação em 2019 deverá atingir 10.000.000% e o país enfrenta uma grave escassez de alimentos e medicamentos, que aumentaram exponencialmente os níveis de fome e desnutrição.

Nesta quarta-feira (23), manifestações em diversas partes do país contra o atual presidente, Nicolás Maduro, foram duramente repreendidas. O opositor e líder da Assembleia Legislativa da Venezuela, Juan Guaidó, se autoproclamou, nesta quarta, presidente interino e assumiu o governo no lugar de Nicolás Maduro, com apoio da oposição, do presidente americano, Donald Trump, do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e de grande parte dos países da América Latina, à exceção de Cuba, Bolívia e México.

O juramento de Guaidó ocorreu durante uma série de manifestações pelo país, iniciadas na noite de terça-feira (22), que pedem o fim do governo Maduro. O parlamento venezuelano nomeou William Daniel Dávila Barrios como vice-presidente do autoproclamado presidente interino, Francisco Sucre Giffuni como ministro dos Negócios Estrangeiros, o general Raúl Isaías Baduel como ministro da Defesa e José Angel Guerra como ministro da Economia e Finanças do governo. A expectativa é de que eles estejam à frente do país até a realização de "eleições livres".

"Hoje, 23 de janeiro de 2019, em minha condição de presidente da Assembleia Nacional, ante Deus todo-poderoso e a Venezuela, juro assumir formalmente as competências do Executivo nacional como presidente em exercício da Venezuela", declarou Guaidó.

Nicolás Maduro se pronunciou sobre a autoproclamação de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela a partir da sacada do Palácio Miraflores, e anunciou o rompimento de relações diplomáticas e políticas com os Estados Unidos, dando um prazo de 72 horas para que os diplomatas americanos saiam do país.

"Temos denunciado o governo imperialista dos EUA, que dirige uma operação para impor um golpe de estado na Venezuela. Pretende eleger e designar o presidente da Venezuela por vias não constitucionais. Estamos aqui pelo voto do povo. Só as pessoas colocam e só as pessoas removem", disse Maduro. "Aqui não se rende ninguém, aqui não foge ninguém. Aqui vamos à carga. Aqui vamos ao combate. E aqui vamos à vitória da paz, da vida, da democracia", completou.

O ministro da Defesa do país, general Vladimir Padrinho Lopez, também declarou, em um tuíte, o apoio do Exército a Nicolás Maduro. "Os soldados da pátria não aceitam um presidente imposto à sombra de obscuros interesses nem autoproclamado à margem da lei. As Forças Armadas defendem nossa Constituição da soberania nacional", escreveu.

De acordo com a ONG Provea por volta da 1h (3h no horário de Brasília), foram registrados em Caracas ao menos 15 manifestações diferentes, as quais as forças de segurança do governo tentavam dispersar com o uso de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Segundo a ONG Observatório Venezuelano de Conflito Social (OVCS), pelo menos 13 pessoas morreram em meio aos protestos, todas por "impacto de bala" e enquanto "participavam de manifestações pacíficas e foram atacadas por agentes da polícia ou grupos paramilitares". Por sua vez, a ONG local Foro Penal Venezolano (FPV) informou que 43 pessoas foram presas nos protestos e que há relatos de "vários feridos" nas últimas 48 horas.

As manifestações foram convocadas pela oposição e pedem a derrubada do governo de Nicolás Maduro, que tomou posse em 10 de janeiro para o seu segundo mandato de seis anos como presidente da Venezuela, após uma vitória eleitoral cuja legitimidade não foi reconhecida nem pela oposição, nem pela maior parte da comunidade internacional.

Cronologia

5 de março de 2013: o socialista Hugo Chávez, Presidente da Venezuela desde 1999, morre de câncer. O seu vice-Presidente, Nicolás Maduro, vence as eleições presidenciais de abril, com 50,62% dos votos, após um escrutínio contestado.

Em 2014: manifestações são reprimidas e 43 pessoas são mortas. O líder da oposição, Leopoldo López, é condenado a 14 anos de prisão. Libertado em 2017, López foi colocado em prisão domiciliar. Três generais acusados de "tentativa de golpe de Estado" também são detidos.

Fevereiro de 2015: o presidente da câmara de Caracas, Antonio Ledezma, acusado de ter impulsionado um golpe de Estado, é encarcerado. Em prisão domiciliar desde 2017, ele est+a foragido na Espanha.

Março de 2015: Washington impõe sanções a responsáveis venezuelanos acusados de violações dos direitos humanos. Maduro, por decreto, novos poderes para governar.

Dezembro de 2015: o preço do petróleo, que gera 96% das receitas do país, cai para o nível mais baixo em sete anos, gerando grave escassez de alimentos e medicamentos. Chavistas perdem o controle da Assembleia Nacional, o parlamento do país.

1º de abril de 2017: novas manifestações ocorrem em várias partes do país e duram quatro meses, fazendo mais de 125 mortos.

1º de maio de 2017: Maduro anuncia uma Assembleia Constituinte, eleita a 30 de julho num escrutínio boicotado pela oposição. A Constituinte demite a procuradora-geral da República, Luisa Ortega, chavista que se tornou opositora do regime de Maduro.

5 de agosto: a Venezuela é suspensa do Mercosul (mercado comum sul-americano) "por rutura da ordem democrática".

18 de agosto: a Constituinte toma para si a maioria dos poderes do parlamento. Washington impõe novas sanções. Os chavistas vencem as regionais em outubro e as autárquicas em dezembro.

Em 2017: a inflação sobe para 2.616% e o PIB cai 15%, segundo o parlamento.

20 de maio de 2018: Maduro é reeleito para um mandato de seis anos (2019 - 2025) em uma eleição boicotada pela coligação da oposição e o resultado não é reconhecido por grande parte da comunidade internacional. Seguem-se novas sanções dos Estados Unidos e da União Europeia.

8 de agosto: o Supremo Tribunal ordena a detenção do ex-presidente da Assembleia Nacional, Julio Borges, no exílio, e de um deputado.

20 de agosto: notas com menos cinco zeros entram em circulação no país, numa tentativa de recuperar a economia de Maduro. O "bolívar soberano" é indexado ao "petro", uma criptomoeda.

4 de janeiro de 2019, os países do Grupo de Lima (12 países latino-americanos e Canadá), exceto o México, assinam uma declaração não reconhecendo o segundo mandato presidencial de Nicolás Maduro.

5 de janeiro: o parlamento declara o mandato ilegítimo e anuncia um "governo de transição" antes de novas eleições.

10 de janeiro: Nicolás Maduro toma posse, em um mandato considerado ilegítimo pelos Estados Unidos e grande parte da comunidade internacional.

21 de janeiro: 27 militares são detidos após tentarem se rebelar contra o regime.

22 de janeiro: Maduro acusa os EUA de ordenar "um golpe de Estado fascista" na Venezuela.

23 de janeiro: data que completa 61 anos da queda de Marcos Pérez Jiménez, em 1958, último ditador venezuelano. Milhares de opositores e apoiantes de Maduro saem às ruas em manifestações. O opositor Juan Guaidó, líder da Assembleia Nacional, autoproclama-se "Presidente interino" da Venezuela.



Guedes promete economia de até R$ 1,3 trilhão na Reforma da Previdência
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Adriano Roberto

Guedes promete economia de até R$ 1,3 trilhão na Reforma da Previdência

O ministro Paulo Guedes, que comanda a Economia no governo Jair Bolsonaro, disse à agência Reuters nesta quarta (23), durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que o governo está estruturando a reforma da Previdência para render uma economia de R$ 700 bilhões a R$ 1,3 trilhão em dez anos.

"É uma reforma significativa e nos dará um importante ajuste estrutural fiscal", afirmou Paulo Guedes. "Isso terá um poderoso efeito fiscal e vai resolver por 15, 20, 30 anos", acrescentou.

O G1 lembra que a proposta original de Michel Temer previa economia de R$ 800 bilhões em 10 anos. Mas após passar por alterações no Congresso Nacional, a medida do governo anterior passou a ter economia estimada em R$ 480 bilhões.

Guedes garantiu que se a proposta não for aprovada, ele apresentará um plano B.



Diplomatas brasileiros em Caracas ignoram ordens de Maduro
Autor
Adriano Roberto

Diplomatas brasileiros em Caracas ignoram ordens de Maduro

Num gesto diplomático de apoio a Juan Guaidó, o Itamaraty orientou seus diplomatas em Caracas a responder apenas ao presidente da Assembleia Nacional, considerado a partir de quarta-feira, 23, como a única autoridade legítima e reconhecida pelo Brasil. 

Ao Estado, o chanceler Ernesto Araújo indicou que não vai retirar da Venezuela os diplomatas brasileiros. “Eles ficam”, disse na manhã desta quinta-feira, 24, em Davos. Outra orientação, segundo ele, seria a de apenas manter contatos com a equipe de Guaidó.

Do Estadão - Diante do fim do reconhecimento do governo de Nicolás Maduro por diversos governos latino-americanos, foi dada 72 horas para a diplomacia dos EUA se retirar do país. A Casa Branca, porém, indicou que as ordens de Maduro não tinham efeito. 

O Estado obteve uma carta assinada pelo próprio Guaidó e enviada a todas as embaixadas estrangeiras em Caracas. Nela, o presidente da Assembleia afirma que “deseja firmemente que mantenham sua presença diplomática em nosso país”. 

Ele também alerta aos governos estrangeiros a ignorar as ordens de Maduro. “Peço que desconheçam qualquer ordem ou disposição que contradiga o firme propósito do poder legítimo da Venezuela, que em virtude da Constituição, ostento, de que as missões diplomáticas, chefes de missões e todos seus funcionários continuem operando na Venezuela com normalidade e que se respeitem todas as imunidade e privilégios”, escreveu. 

“Qualquer disposição contrária careceria de validade, já que emanaria de pessoas ou entidades que, por seu caráter usurpatório, não tem autoridade legítima para pronunciar-se a respeito”, completou Guaidó.



O empresário e engenheiro Roberto Santos quer disputar a Prefeitura do Jaboatão em 2020
Autor
Adriano Roberto

O empresário e engenheiro Roberto Santos quer disputar a Prefeitura do Jaboatão em 2020

O Engenheiro e empresário Roberto Santos, que também é o nosso cientista político do “Ponto de Vista” deve disputar a eleição de 2020 a Prefeito do Jaboatão. Segundo Santos, o estimulo já vem de alguns anos por amigos da cidade, no entanto, só agora, depois de muito anos prorrogando esta decisão, ele coloca seu nome para a disputa em 2020 a Prefeitura do Jaboatão. 

Roberto é formado em engenharia pela FESP (POLI), e em Direito pelo Unicap, foi executivo durante muitos anos do Grupo Neoenergia, também foi Professor em diversas instituições de ensino superior por 11 anos, tem especialização em diversas áreas, inclusive em ciências política. 

Hoje, ele exerce o cargo de Diretor da Empresa Grifo Consultoria. De janeiro de 2018 a setembro de 2018 foi secretário de Planejamento e Controle Urbano de São Lourenço da Mata, município da região metropolitana, quando entregou o cargo para se dedicar a sua empresa. 

“Sempre tive o desejo de colaborar com minha cidade, me preparei muito para isso, estou vivendo o meu melhor momento profissional, onde me sinto preparado para o desafio de ser Prefeito do Jaboatão, cidade onde nasci e me criei. Do Alto da Bela Vista em Jaboatão centro dei meus primeiros passos rumo aos desafios mais difíceis que um simples garoto poderia dar, tive na minha cidade todo o apoio para chegar onde estamos hoje. Ser candidato a Prefeito era um sonho, ganhar a eleição será a consolidação deste sonho."

Roberto Santos.

Claro que ainda faltam muito tempo para as eleições, no entanto quem parte cedo, pode chegar também muito cedo ao ponto final.



Manifestações contra Madura  tomam as ruas na Venezuela
Autor
Adriano Roberto

Manifestações contra Madura tomam as ruas na Venezuela

A pressão contra Nicolás Maduro aumentou às vésperas da marcha convocada pela oposição venezuelana para esta quarta-feira. Durante a noite de segunda-feira, 22, foram registrados em Caracas cerca de trinta protestos de rua, de acordo dados da ONG Observatório Venezuelano de Conflitividade Social. Muitas atraíram multidões, a maioria delas violentas. Ao menos quatro pessoas morreram durante os distúrbios.

Moradores enfurecidos confrontaram as forças de segurança queimando pneus e tomando as ruas. As manifestações foram contidas com vigor pela Polícia Nacional Bolivariana. Outros milhares de pessoas o fizeram de suas casas, batendo panelas longamente. Todos reclamaram do caos econômico, do colapso dos serviços, da dissolução dos salários e exigiram a renúncia do presidente.


Em meio ao clima de tensão, Juan Guaidó, líder da Assembleia Nacional, que está nas mãos da oposição, jurou como presidente interino da Venezuela, informou a Reuters. O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, o parabenizou via Twitter. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já reconheceu Gualdó.

A dimensão e a duração desses protestos, que não foram convocados previamente, deixaram a opinião pública atônita. Boa parte dos enfrentamentos ocorreu em bairros empobrecidos que eram bastiões do chavismo, como Ruiz Pineda, Las Adjuntas, Petare, comércios, La Pastora ou San Agustín.

Uma estátua de Hugo Chávez foi queimada por turbas enfurecidas na avenida Dalla Costa, em San Félix, a 800 quilômetros ao sul de Caracas. Por volta das 17h, em algumas estações do Metrô de Caracas, transeuntes entoavam cantos contra o Governo de Maduro.



Bolsonaro prepara artilharia pesada contra monopólio da Globo
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro prepara artilharia pesada contra monopólio da Globo

A imprensa repercute um projeto do deputado federal eleito Alexandre Frota (PSL-SP), aliado do presidente e ex-ator de novelas da emissora, para proibir a prática do BV (Bonificação por Volume), mecanismo que beneficiaria o canal carioca.

Trata-se de uma comissão que as empresas de TV pagam às agências publicitárias para que sejam privilegiadas com as verbas dos maiores anunciantes do País.

Frota afirma ter o apoio das principais concorrentes da Globo: RecordTV, SBT, RedeTV! e Band.

Apesar de bombástica, eventual proibição do BV não fará os publicitários deixarem de privilegiar a Globo.

Mesmo sem ganhar os 10% ou 20% de praxe, eles continuarão a preferir a emissora com mais audiência para garantir a repercussão dos produtos anunciados e o retorno esperado por seus clientes.

Na média diária, das 7h à meia-noite, a Globo frequentemente registra mais pontos no Ibope do que a soma dos índices de RecordTV e SBT.

Esse incontestável poder de influência atrai o grosso da verba milionária da publicidade brasileira. Como dizem no meio, ‘anunciar na Globo é certeza de resultado’.

Outra frente de Bolsonaro contra a maior empresa do Grupo Globo é reduzir a verba oficial do governo federal.

De acordo com a Folha de S. Paulo, em 2017 e 2018 a Globo recebeu 50% do total de investimentos da publicidade estatal.

Em agosto do ano passado, durante entrevista ao vivo na bancada do Jornal Nacional, o então candidato Bolsonaro acusou o canal da família Marinho de viver do dinheiro público.

“São bilhões que o Sistema Globo recebe de recursos da propaganda oficial do governo”, disse, convicto.

No dia seguinte, o âncora e editor-chefe do JN, William Bonner, leu uma nota de esclarecimento para rebater o presidenciável e inimigo declarado da Globo.

Um trecho: “A propaganda oficial do governo federal e de suas empresas estatais corresponde a menos de 4% das receitas publicitárias e nem remotamente chega à casa do bilhão. Os anunciantes privados ou públicos reconhecem na TV Globo uma programação de qualidade, prestigiada por enorme audiência e, por isso, se valem dela para levar ao público mensagens sobre seus produtos e serviços”.

Com base nos dados oficiais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, estima-se que a Globo receba entre 400 milhões e 500 milhões de reais por ano de publicidade do governo. O faturamento anual da emissora gira em torno de 10 bilhões.

Em um momento deliciado da economia brasileira, qualquer perda de receita provoca impacto, porém, mesmo se a Globo for atingida por cortes ordenados por Bolsonaro, não terá seu lucro real tão afetado.

Essa guerra entre o presidente e a principal emissora da televisão brasileira tem tudo para virar uma longa novela – sem garantia de final feliz.