Blog do Adriano Roberto


O governo do PSB em Pernambuco é uma fábrica de desumanidade, dispara Marco Aurélio no Ponto de Vista
Autor
Adriano Roberto

O governo do PSB em Pernambuco é uma fábrica de desumanidade, dispara Marco Aurélio no Ponto de Vista

O líder da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB), participou na última quinta-feira (25), do programa Ponto de Vista de Adriana Roberto e destacou o trabalho realizado pela bancada de oposição na nova legislatura da Alepe, principalmente o da Blitz da Oposição, que tem como principal objetivo a fiscalização in loco dos equipamentos públicos do Estado.

Marco Aurélio repercutiu a última visita realizada pela Blitz ao Hospital Otávio de Freitas, na segunda-feira (22). Segundo o parlamentar, “a unidade recebeu duas vezes a Blitz em um  intervalo de 40 dias e mesmo após as denúncias, nada foi resolvido no local”, argumentou.

“O governo do PSB em Pernambuco é uma fábrica de desumanidade. Quando a gente assiste as propagandas do PSB, que passam na televisão, achamos que estamos em outro mundo. Eles conseguiram enganar a população ao ponto do povo votar novamente em Paulo Câmara. Quando vamos aos hospitais começamos a enxergar isso. Nas visitas vimos uma série de absurdos, inclusive um galpão que serve de depósito para 28 ambulâncias do SAMU que foram compradas em 2013 e não são utilizadas”, diz Marco Aurélio.

Um internauta denunciou nos comentários da live a ausência de medicamentos na farmácia do estado, “os pacientes que tem que receber medicamentos para não morrer, o governo faz de conta que somente 20 comprimidos resolvem a vida dessas pessoas. Quando na verdade, o dever do estado é dar 180 comprimidos. Isso é uma vergonha”, destacou.

Iniciada pelo setor da saúde, a blitz já visitou desde fevereiro um total de quatro hospitais da Região Metropolitana do Recife (RMR),. Foram os Hospitais Getúlio Vargas, Agamenon Magalhães e Otávio de Freitas.



Major, filho de Parnamirim, promovido a Tenente Coronel na PMPE
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Adriano Roberto

Major, filho de Parnamirim, promovido a Tenente Coronel na PMPE

O Major PM Marcos Fernandes Costa, conhecido por Marquinhos, natural de Parnamirim foi promovido ontem (25) ao posto de Tenente Coronel PM, por reconhecimento ao trabalho que presta a policia militar de Pernambuco.

“O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso de suas atribuições RESOLVE:
Nº 5132 – PROMOVER ao posto de TENENTE CORONEL PM, pelo princípio de MERECIMENTO, de acordo com o artigo 22 da Lei nº 6.784, de 16 de outubro de 1974, e artigo 3º da Lei Complementar nº 123, de 01 de julho de 2008, com nova redação dada pela Lei Complementar nº 139, de 18 de maio de 2009, tendo em vista proposta que lhe foi dirigida pelo Conselho Superior, para preenchimento das vagas existentes no Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM) da aludida Corporação, o Major PM MARCOS FERNANDES COSTA, matrícula nº 950715-9, com efeito retroativo a 06 de março de 2019. Publicado no DOE N° 078 de 26 de Abril 2019”

Marquinhos é muito querido em sua cidade natal por sua simplicidade e humildade, sempre que pode está visitando os familiares e amigos. Mesmo com todo sucesso na sua carreira profissional nunca esqueceu e deixou de valorizar suas raízes. Todos os Parnamirinenses  sente-se honrados com toda  a trajetória  O Major PM, agora Tenente Coronel PM,  Marcos Fernandes Costa  que vem destacando e engrandecendo o nome de Parnamirim.Com informações da Beto Som FM.



Bolsonaro diz que deu sinal verde para privatização dos Correios
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro diz que deu sinal verde para privatização dos Correios

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira, 25, que já deu sinal verde para que sejam feitos estudos para a privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). "Dei sinal verde para estudar a privatização dos Correios. Tem que rememorar para o povo o fundo de pensão, que a empresas foi o foco de corrupção com o mensalão", afirmou o presidente em café da manhã com jornalistas, para o qual o jornal O Estado de S. Paulo foi convidado.

A privatização dos Correios está nos planos do governo para enxugar a máquina pública. A estatal tem mais de 100 mil funcionários e acumula prejuízos nos últimos anos. Apesar disso, o Ministério da Ciência e Tecnologia, comandado por Marcos Pontes, tem defendido maior reflexão sobre a estratégia para as empresas que estão sob sua tutela, incluindo os Correios.

Em recente entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Pontes disse que não é contra o programa de privatização, mas defende que a decisão seja baseada em fatos, números e um plano de negócios bem estruturado, que leve em conta as necessidades estratégicas do País, o retorno para o governo e principalmente a garantia dos direitos dos servidores.

Liberdade econômica

Bolsonaro disse ainda que a Medida Provisória da liberdade econômica está pronta e deve sair nos próximos dias. A MP, já anunciada pelo governo, terá como objetivo desburocratizar e reduzir custos, destravando a economia e tirando amarras das empresas para fazer negócios.

"Ninguém vai votar contra isso. Ela (MP) simplifica, desburocratiza, tira o governo do cangote do cidadão. Deve sair na próxima semana", afirmou o presidente.

Bolsonaro também anunciou que o governo enviará ao Congresso um projeto de lei sobre agentes financeiros dos municípios. "Quem emprestava dinheiro como agiota vai ter que declarar", disse o presidente, sem detalhar o teor do projeto.



Janot se aposenta com salário integral de R$ 38,8 mil combatido pela reforma da previdência
Autor
Adriano Roberto

Janot se aposenta com salário integral de R$ 38,8 mil combatido pela reforma da previdência

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot se aposentou do Ministério Público Federal (MPF) e deverá passar a advogar. A portaria que concedeu a aposentadoria foi assinada no dia 22 por sua sucessora na Procuradoria-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, e foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (25). Janot vai receber aposentadoria integral de, R$ 38.800 reais, combatida no texto da nova previdência e defendida pela oposição que não quer apoiar a reforma.

Segundo o texto, Janot se aposentou voluntariamente, com salário integral. O ex-procurador-geral comandou a PGR por dois mandatos, de 2013 a 2017, indicado para o cargo pela ex-presidente Dilma Rousseff. Nas duas ocasiões, ele foi o primeiro colocado na lista tríplice formada em eleição interna.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo,  Janot se prepara para advogar em ao menos um caso de repercussão. Ele deve assumir, ao lado de Márcio Elias Rosa, ex-secretário estadual de São Paulo, uma causa contra a Vale, pro bono (de graça), em benefício de moradores do distrito de Macacos (MG) afligidos pela mineração.

Ações penais da Lava-Jato

À frente da instituição, Janot teve altos e baixos. Aumentou o número e o ritmo de investigações criminais, firmou vários acordos de delação premiada, incluindo o de executivos da Odebrecht e o da JBS e angariou apoio entre seus colegas, principalmente entre jovens procuradores, considerados combativos por colegas, que ascenderam no MPF em sua gestão.

Janot critica decisão do STF que proibiu condução coercitivaJanot critica decisão do STF que proibiu condução coercitiva
Por outro lado, deixou a PGR, em setembro de 2017, em meio a uma crise causada pelo escândalo da JBS, que abalou o governo do presidente Michel Temer e o mandato do então senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Dias antes de entregar o cargo, Janot anunciou a rescisão da delação de Joesley Batista sob o argumento de que o empresário omitiu informações de má-fé, como o envolvimento de um ex-procurador da República, Marcello Miller, na elaboração do acordo. Ainda não há palavra final do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso.

Também em meio à delação da JBS, Janot pediu a prisão de um membro de sua equipe, Ângelo Goulart Villela, que meses depois o acusou de ter corrido com a delação dos irmãos Batista com o objetivo de evitar que Temer indicasse Dodge, seu desafeto, para chefiar a PGR.

Após seu mandato de procurador-geral, Janot voltou a ser subprocurador-geral da República, nível máximo da carreira, e se dedicou a ministrar cursos e palestras. Passou uma temporada na Colômbia e se tornou um crítico contumaz, principalmente pelo Twitter, dos rumos que algumas investigações da Lava-Jato tomaram.



Justiça nega pedido de Flávio para parar investigação sobre Queiroz
Autor
Adriano Roberto

Justiça nega pedido de Flávio para parar investigação sobre Queiroz

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta quinta-feira, 25, pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para interromper a investigação conduzida pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) contra seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), alegou que durante a investigação, a pedido do Ministério Público do Rio (MP-RJ), seu sigilo bancário foi quebrado sem autorização judicial.

O desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), negou o pedido do senador alegando que a investigação não se baseia em dados sigilosos obtidos irregularmente.

Queiroz é investigado porque o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou uma movimentação considerada atípica em sua conta bancária. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, R$ 1,2 milhão passou pela sua conta, como revelou o Estadão em dezembro. Durante esse período, Queiroz atuava como assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, que era então deputado estadual.

Em nota divulgada no início da noite, Flávio Bolsonaro afirmou que "fica cada vez mais claro para o Brasil que não fez nada de errado". Também acusou membros do Ministério Público de vazar para a imprensa a decisão judicial tomada pelo desembargador - o processo tramita em segredo de Justiça.

"Mais uma vez alguns membros do Ministério Público do Rio vazam, ilegalmente, informações sigilosas, reforçando a urgência de que sejam julgadas minhas representações contra Eduardo Gussem, chefe do MP/RJ, e Cláucio Cardoso, procurador responsável pelo meu caso, para apurar os crimes de vazamento de informação sigilosa e de improbidade administrativa", afirmou. "Fica cada vez mais claro para o Brasil que não fiz nada de errado e que tive meu sigilo bancário quebrado sem autorização judicial", continuou o senador. "Vou recorrer a todas as instâncias para fazer valer meu direito e para responsabilizar aqueles que tentam atacar minha reputação ilibada com acusações absurdas e fantasiosas."

Reclamação

Em 15 de março, o diretório do PSL no Estado do Rio apresentou à Corregedoria Geral do MP-RJ representações disciplinares contra o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio, Eduardo Gussem, e o promotor Cláucio Cardoso da Conceição. Os dois estariam praticando "sistemática e recorrente antecipação e divulgação pública de informações sigilosas sob seu domínio", instituindo "processo penal 'paralelo' operado na mídia com o claro objetivo de comprometer a reputação de pessoa presumida inocente" (Flávio Bolsonaro), "indevida e ilícita espetacularização" da investigação e "afronta a garantias constitucionais, manchando e jogando em lamaçal inescrupuloso a imagem do Ministério Público".

Na ocasião, Gussem afirmou que "em momento algum faltou com o dever ético-institucional inerente ao cargo" e que "o Conselho Nacional do Ministério Público e a Corregedoria Nacional do Ministério Público já arquivaram representações anteriores acerca dos mesmos fatos, que foram devidamente esclarecidos".

O Ministério Público e a Justiça alegaram que não iam se manifestar, porque o caso tramita em sigilo judicial.



Justiça nega pedido de Flávio para parar investigação sobre Queiroz
Autor
Adriano Roberto

Justiça nega pedido de Flávio para parar investigação sobre Queiroz

A Justiça do Rio de Janeiro negou nesta quinta-feira, 25, pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para interromper a investigação conduzida pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) contra seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

O senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), alegou que durante a investigação, a pedido do Ministério Público do Rio (MP-RJ), seu sigilo bancário foi quebrado sem autorização judicial.

O desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), negou o pedido do senador alegando que a investigação não se baseia em dados sigilosos obtidos irregularmente.

Queiroz é investigado porque o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou uma movimentação considerada atípica em sua conta bancária. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, R$ 1,2 milhão passou pela sua conta, como revelou o Estadão em dezembro. Durante esse período, Queiroz atuava como assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, que era então deputado estadual.

Em nota divulgada no início da noite, Flávio Bolsonaro afirmou que "fica cada vez mais claro para o Brasil que não fez nada de errado". Também acusou membros do Ministério Público de vazar para a imprensa a decisão judicial tomada pelo desembargador - o processo tramita em segredo de Justiça.

"Mais uma vez alguns membros do Ministério Público do Rio vazam, ilegalmente, informações sigilosas, reforçando a urgência de que sejam julgadas minhas representações contra Eduardo Gussem, chefe do MP/RJ, e Cláucio Cardoso, procurador responsável pelo meu caso, para apurar os crimes de vazamento de informação sigilosa e de improbidade administrativa", afirmou. "Fica cada vez mais claro para o Brasil que não fiz nada de errado e que tive meu sigilo bancário quebrado sem autorização judicial", continuou o senador. "Vou recorrer a todas as instâncias para fazer valer meu direito e para responsabilizar aqueles que tentam atacar minha reputação ilibada com acusações absurdas e fantasiosas."

Reclamação

Em 15 de março, o diretório do PSL no Estado do Rio apresentou à Corregedoria Geral do MP-RJ representações disciplinares contra o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio, Eduardo Gussem, e o promotor Cláucio Cardoso da Conceição. Os dois estariam praticando "sistemática e recorrente antecipação e divulgação pública de informações sigilosas sob seu domínio", instituindo "processo penal 'paralelo' operado na mídia com o claro objetivo de comprometer a reputação de pessoa presumida inocente" (Flávio Bolsonaro), "indevida e ilícita espetacularização" da investigação e "afronta a garantias constitucionais, manchando e jogando em lamaçal inescrupuloso a imagem do Ministério Público".

Na ocasião, Gussem afirmou que "em momento algum faltou com o dever ético-institucional inerente ao cargo" e que "o Conselho Nacional do Ministério Público e a Corregedoria Nacional do Ministério Público já arquivaram representações anteriores acerca dos mesmos fatos, que foram devidamente esclarecidos".

O Ministério Público e a Justiça alegaram que não iam se manifestar, porque o caso tramita em sigilo judicial.



Justiça de SP determina que OAS devolva a Lula valores pagos por tríplex
Autor
Adriano Roberto

Justiça de SP determina que OAS devolva a Lula valores pagos por tríplex

Da Veja - Em decisão do juiz Adilson Aparecido Rodrigues Cruz, da 34ª Vara Cível da Comarca de São Paulo, a construtora OAS  e a cooperativa Bancoop foram condenadas a restituírem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva parte dos valores pagos pela ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva para a aquisição do “tríplex” no Guarujá (um apartamento no condomínio Mar Cantábrico, atual Solaris). A sentença, proferida nesta quinta-feira 25, atende a pedido da defesa do petista.

Os advogados de Lula entendem que a decisão corrobora com a tese de que o ex-presidente e sua família não receberam um apartamento na cidade do litoral paulista com vantagem indevida (contrariando, assim, a compreensão da operação Lava Jato que levou à sua prisão) – e que são, na realidade, credores da OAS por terem efetuado pagamentos de parcelas e não recebido o imóvel. Marisa, que morreu em 2017, teria desistido da compra após dar entrada e pagar algumas prestações.

O ex-presidente foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro (envolvendo favorecimento por parte da construtora na suposta aquisição do “tríplex”), em decisão do hoje ministro da Justiça Sergio Moro, então juiz da operação Lava Jato. Na última terça-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação, mas reduziu a pena para 8 anos e 10 meses.

A defesa alega que Marisa, em 2005, adquiriu uma cota junto à cooperativa Bancoop para ter direito ao apartamento em questão – porém, ela teria deixado de contribuir no momento em que a empresa passou a enfrentar problemas financeiros e transferiu a conclusão da obra para a construtora OAS.

Assim, a ex-primeira-dama não teria recebido o apartamento e tampouco sido ressarcida pelos valores investidos – agora, a Justiça determina que esses custos sejam parcialmente restituídos, o que equivale a cerca de 200.000 reais acrescidos de juros (ou seja, 66,7% da quantia de 300.817,37 reais, requisitados na ação apresentada pelos advogados do ex-presidente). Ele receberia a restituição na condição de inventariante da esposa.

Os desembargadores que condenaram Lula em 2018 entendem que não houve, de fato, transferência formal do imóvel ao ex-presidente, mas apontaram uma tentativa de ocultar patrimônio, pois o apartamento teria sido reservado para ele, segundo afirmado em depoimento de Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora.

Em nota, a defesa de Lula afirma que “(a sentença)  reforça a arbitrariedade da condenação imposta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no chamado caso do ‘tríplex’ do Guarujá (…). Conforme observou o juiz, D. Marisa não deu causa ao atraso da obra, pagou todas as prestações tidas pelas partes como devidas até a transferência de direitos e obrigações para a OAS (….). Ainda de acordo com o magistrado, D. Marisa ‘não esteve’ na assembleia realizada pela BANCOOP para deliberar sobre as novas regras do empreendimento após a sua transferência para a OAS e, também por isto, o acordado com a OAS e o deliberado em Assembleia não vinculou e não vincula a parte autora/seus sucessores ao que lhe é devido de valores respectivos às questões dos autos”.

O texto, assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska T. Zanin Martins, acrescenta a compreensão de que “está-se diante de mais uma decisão judicial que demonstra que Lula e seus familiares jamais receberam um apartamento no Guarujá como vantagem indevida (…). A sentença proferida pelo ex-juiz Sergio Moro considerou que esse aspecto seria ‘crucial neste processo’, e condenou Lula com base em um depoimento mentiroso de Léo Pinheiro e com base em afirmado descumprimento de obrigações em relação à OAS que D. Marisa jamais se vinculou”.

A decisão do juiz Adilson Aparecido Rodrigues Cruz considerou parcialmente procedente o pedido de ressarcimento dos valores pagos e determinou que a OAS e a Bancoop reembolsem 66,7% dos valores solicitados, com correção de juros. Segundo o magistrado, a quantia a ser restituída não deve ser a total pelo entendimento de que a culpa pela dívida não seria inteiramente das empresas.



Ao meu pai
Autor
Adriano Roberto

Ao meu pai

Por Magno Martins

Meu pai completa hoje 97 anos. Se eu pudesse já estaria em Afogados da Ingazeira ao seu lado comemorando esta dádiva celestial, mas amanhã, se Deus quiser, vou dar cafuné nele, abraçá-lo fortemente, acariciar o seu rosto e beijar a sua face que tem aroma da caatinga. Meu pai é um sertanejo apaixonado pela geografia da região, pela sua gente simples e sofrida e é um exemplo de homem zeloso e amável.

Com ele aprendi que no amor e na dor, seja qual for o frio e o calor, nada é mais confortante e revigorante que o abraço de um pai, um abraço verdadeiro qual se consolide o amor. A prendi que a paciência é a arte de acreditar no momento certo para o aprendizado perfeito. Também aprendi que cada um tem o próprio jeito de expressar o amor. Não existe um jeito mais justo que o outro. Seja você mesmo e compreenda a forma do outro.

Aprendi com meu pai a ter transparência, de ser uma pessoa digna, para que eu possa me deitar todos os dias e dormir sem peso na consciência. Aprendi com ele os pequenos valores da vida, para que eu possa tornar-me um grande homem. Humildade e raça sempre para vencer na vida.

Há quem saiba dizer “gosto de você” sem grande emoção enquanto há os que fazem isso com um sorriso, com os olhos brilhando, como ele. Aprendi igualmente que não existe luz sem sombras, que você não é perfeito nem nunca será, mas poderá ser perfeitamente você mesmo com a luz e as suas sombras. As pessoas verdadeiras da sua vida te amarão por tudo aquilo que você é. Me ensinou que devemos ser presentes com as pessoas que amamos.

Há momentos, ele dizia, em que a vida é mais dura e outros nos quais você coloca tudo a perder. Haverá dias nos quais os joelhos ficarão doloridos, a dor será mais intensa e a vontade de deixar tudo será forte. Desde os 18 anos vivo longe do meu pai por circunstâncias impostas pela vida. Se dependesse do meu coração, no entanto, teria estado lado a lado com ele todos os dias, feito cola de sapateiro.

Confesso que cada segundo longe dele é um tijolo a mais na casa da saudade. Meu amado pai me legou algo que nunca esqueci: a honra e a honestidade vem de dentro e se revela nesses momentos. Meu amado pai permanece como uma foto 3X4 guardada no álbum de recordação do meu coração.

Papai querido do meu coração, eu amo muito você. Minha joia rara. Digo com muito amor no coração: meu pai é meu tesouro e meu saber de vida. Papai é mais que um simples poço, é um oceano inteiro de sabedoria e experiência que nos guia por entre pedras e espinhos.

Magno Martins é jornalista e filho do meu amigo Sr Gastão Cerquinha.



SENAI Petrolina lança Escola de Eletricistas da Celpe em Serra Talhada
Autor
Adriano Roberto

SENAI Petrolina lança Escola de Eletricistas da Celpe em Serra Talhada

Foi inaugurada nesta quarta-feira (24), em Serra Talhada, a Escola de Eletricistas da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), que terá mão de obra e ensino técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Inicialmente, a unidade deve formar duas turmas de eletricistas de linhas e redes, mas segundo o presidente da concessionária, Antônio Carlos Sanches, outros cursos serão oferecidos no novo espaço.

A escola funcionará no Centro Tecnológico do Pajeú, instalação cedida pelo Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep), que também é parceiro do projeto. Com a iniciativa, os 50 alunos selecionados para estas primeiras turmas farão parte do banco de oportunidades da Celpe. De acordo com gestor do Sistema FIEPE e diretor do SENAI Petrolina, Flávio Guimarães, os estudantes vão receber capacitações sobre eletricidade básica, redes de distribuição de energia, segurança do trabalho, dentre outras.

“Esses alunos que estão agora fizeram parte de um processo muito rigoroso, em que mais de 800 pessoas se inscreveram. É bom salientar que aqueles que passarem pelo ensino teórico e concluírem o prático, seguramente serão absorvidos pela Celpe. E essa é a proposta do SENAI, levar qualificação de forma diferenciada, com cursos específicos e muito bem elaborados, que preparam profissionais para o mercado de trabalho”, disse o gestor.

A concessionária também tem uma Escola de Eletricistas em Caruaru, região metropolitana do Recife e em Petrolina, localizada no prédio do SENAI. Nesses locais, a companhia energética instala uma estrutura de postes, com variados formatos, alturas e modelos, buscando representar prováveis situações que os futuros eletricistas irão encontrar na vida real. 

Na cerimônia de inauguração em Serra Talhada, o presidente da Celpe, Antônio Carlos Sanches, explicou ainda que outro objetivo da unidade é incentivar a roda da economia do Estado. “Nossa ideia é capacitar novos profissionais, incorporá-los ao mercado e, com isso, impulsionar o desenvolvimento de Pernambuco através dos novos postos de trabalho”, finalizou.



Fachin prorroga investigações sobre Maia em inquérito da Odebrecht
Autor
Adriano Roberto

Fachin prorroga investigações sobre Maia em inquérito da Odebrecht

O relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu prorrogar por mais 30 dias as investigações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e seu pai, o vereador César Maia (DEM-RJ), em um inquérito instaurado no âmbito da delação da Odebrecht. A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia pedido que a apuração fosse esticada por 60 dias. O inquérito investiga se o presidente da Câmara e o pai teriam solicitado e recebido da Odebrecht supostas vantagens indevidas entre 2008 e 2013.

No último dia 10, a procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, enviou ao STF uma manifestação em que aponta que a análise do sistema de propina da Odebrecht indica supostas execuções de pagamento que totalizam R$ 1,4 milhão para codinomes atribuídos aos dois investigados.

"Em síntese, o trabalho policial aponta que foram constatados, a partir de exames periciais em arquivos disponíveis no material examinado, registros de negociações, ordens de pagamentos e execução de pagamentos aos beneficiários de codinome 'Despota', 'Botafogo' e 'Inca', atribuídos a César Maia e a Rodrigo Maia", apontou a procuradora-geral da República.

Entre as medidas que ainda faltam ser realizadas no inquérito está a obtenção dos registros históricos de cadastro dos terminais telefônicos utilizados por Maia e seu pai. A investigação foi aberta em abril de 2017 com base em delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht. À época, um dos delatores afirmou que Maia teria solicitado R$ 350 mil como forma de contribuição para a campanha eleitoral de 2008.

No entanto, nem Maia nem seu pai foram candidatos na eleição daquele ano. Em 2010, segundo a PGR, Maia teria solicitado um repasse financeiro a um ex-diretor da empreiteira, tendo como pano de fundo a campanha de seu pai. Segundo a PGR, foi autorizado o "pagamento de R$ 600 mil, dos quais já se encontrou comprovantes de pagamento de R$ 400 mil, realizado pelo Setor de Operações Estruturadas", conhecido como o setor de propinas da empreiteira.

Registros

Na manifestação, a chefe da PGR também aponta que outro relatório de análise indica que, no ano de 2010, houve doações eleitorais para o diretório estadual do DEM/RJ, por parte de empresas parceiras da Odebrecht, no valor de R$ 80 mil, e de R$ 20 mil por parte de uma outra empresa. Também foi localizada uma doação por parte do diretório do DEM no valor de R$ 849,8 mil para a campanha de Cesar Maia ao Senado. Segundo Raquel, também há registros da entrada de Maia na sede na empreiteira, entre 2008 e 2011.

Para justificar a continuidade das investigações, a PGR informou que a Polícia Federal, além de obter os registros telefônicos, também precisa elaborar relatório de análise do material apreendido pela corporação no âmbito da Operação Lava Jato. Ainda é necessário levantar informações a respeito dos endereços indicados pelo delator como sendo os locais de entrega de dinheiro, para "obter elementos de provas que comprovem ou não o relato do colaborador".



Partidos indicam 49 nomes para comissão especial da previdência
Autor
Adriano Roberto

Partidos indicam 49 nomes para comissão especial da previdência

Os deputados que vão compôr a comissão especial da reforma da Previdência estão sendo escolhidos pelos partidos. Boa parte das legendas já indicou seus representantes. 

Veja a lista dos que já foram indicados:

PSL
Titulares:
Felipe Francischini (Paraná)
Filipe Barros (Paraná)
Heitor Freire (Ceará)
Alexandre Frota (São Paulo)
Daniel Freitas (Santa Catarina)
Suplentes:
Joice Hasselmann (São Paulo)
Léo Motta (Minas Gerais)
Nicoletti (Rio Grande do Sul)
Júnior Bozzella (São Paulo)
Daniel Silveira (Rio de Janeiro)

Patriota
Titular:
Dr. Frederico (Rio de Janeiro)
Suplente:
Pastor Eurico (Pernambuco)

Solidariedade
Titular:
Augusto Coutinho (Pernambuco)
Suplente:
Paulinho da Força (São Paulo)

PRB
Titulares:
Capitão Alberto Neto (Ceará)
Silvio Costa Filho (Pernambuco)
Suplentes:
Lafayette de Andrada (Minas Gerais)
Vinicius Carvalho (Rio de Janeiro)

PP
Titulares:
Guilherme Mussi (Paraná)
Jerônimo Goergen (Rio Grande do Sul)
Ronaldo Carletto (Espírito Santo)
Suplentes:
Evair Vieira de Melo (Espírito Santo)
Guilherme Derrite (São Paulo)
Marcelo Aro (Minas Gerais)

DEM
Titulares:
Arthur Maia (Bahia)
Pedro Paulo (Rio de Janeiro)
Suplentes:
Alan Rick (Acre)
Paulo Azi (Bahia)

PT
Titulares:
Gleisi Hoffmann (Paraná)
Carlos Veras (Pernambuco)
Jorge Solla (Bahia)
Henrique Fontana (Rio Grande do Sul)
Suplentes:
Paulo Teixeira (São Paulo)
José Guimarães (Ceará)
Rubens Otoni (Goiás)
Pedro Uczai (Santa Catarina)

MDB
Titulares:
Celso Maldaner (Santa Catarina)
João Marcelo Souza (Maranhão)
Darcísio Perondi (Rio Grande do Sul)
Suplentes:
Flaviano Melo (Acre)
Isnaldo Bulhões Júnior (Alagoas)
Valtenir Pereira (Mato Grosso)

PDT
Titulares:
André Figueiredo (Ceará)
Mauro Benevides Filho (Ceará)
Suplentes:
Paulo Ramos (Rio de Janeiro)
Fábio Henrique (Sergipe)

PTB
Titular:
Marcelo Moraes (Rio Grande do Sul)
Suplente:
Eduardo Costa (Pará)

PROS
Titular:
Capitão Wagner (Ceará)
Suplente:
Acácio Favacho (Amapá)

PCdoB
Titular:
Alice Portugal (Bahia)
Suplente:
Perpétua Almeida (Acre)

Novo
Titular:
Vinicius Poit (São Paulo)
Suplente:
Paulo Ganime (Rio de Janeiro)

Cidadania
Titular:
Alex Manente (São Paulo)
Suplente:
Arnaldo Jardim (São Paulo)

PSD
Titulares:
Reinhold Stephanes Junior (Paraná)
Darci de Matos (Santa Catarina)
Suplentes:
Delegado Éder Mauro (Pará)
Marx Beltrão (Alagoas)

PSDB
Titulares:
Samuel Moreira (São Paulo)
Beto Pereira (Mato Grosso do Sul)
Suplentes:
Daniel Trzeciak (Rio Grande do Sul)
Rodrigo de Castro (Minas Gerais)



Petrobras anuncia Programa de Desligamento Voluntário
Autor
Adriano Roberto

Petrobras anuncia Programa de Desligamento Voluntário

A Petrobras vai priorizar os funcionários que estão próximos da aposentadoria em seu programa de demissão voluntária (PDV), aprovado pelo conselho de administração em reunião nesta quarta-feira, 24. Como antecipado pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, no início do mês, o programa já tinha sido aprovado pela diretoria e aguardava apenas o aval do colegiado. A expectativa é de retorno de R$ 4,1 bilhões até 2023, com a adesão de 4,3 mil empregados. O custo estimado é de R$ 1,1 bilhão.

"O programa tem por objetivo promover a renovação nos quadros da companhia quando for identificada essa necessidade. Seu regramento prevê também ações para retenção em processos chave, de modo a garantir a continuidade das operações e a máxima segurança na execução das atividades da companhia", informou a empresa em comunicado ao mercado.

A economia que a empresa vai alcançar com o programa dependerá do nível de adesão dos funcionários. Por enquanto, não foram informadas as condições e possíveis vantagens que serão oferecidas aos empregados. O PDV faz parte do programa de redução de custos da Petrobras, batizado de plano de resiliência, anunciado pela petroleira em março.

"O efeito nas demonstrações financeiras ocorrerá à medida em que as adesões se efetivarem", acrescentou a empresa.