Blog do Adriano Roberto


Prefeitura de Belo Horizonte planeja reabrir comércio em até três etapas na segunda, 25
Autor
Adriano Roberto

Prefeitura de Belo Horizonte planeja reabrir comércio em até três etapas na segunda, 25

Após dois meses do início do isolamento social para conter a covid-19, a Prefeitura de Belo Horizonte planeja reabrir o comércio da cidade de forma gradativa, em até três etapas, conforme confirmou a Secretaria Municipal de Saúde à reportagem.

As datas, no entanto, vão ser definidas apenas nesta sexta-feira (22), quando as equipes de saúde se reunirão com o prefeito Alexandre Kalil (PSD) para bater o martelo sobre o assunto. Conforme já adiantou a própria prefeitura, existe a chance de alguns comerciantes poderem voltar a trabalhar já na segunda-feira (25).

A decisão vai depender de três fatores que serão avaliados pelos médicos que fazem parte do comitê de combate à covid-19 na capital mineira. São eles:

    • Número médio de transmissão por infectado;
    • Taxa de ocupação dos leitos de enfermaria;
    • Taxa de ocupação dos leitos de UTI;

Os últimos dados da Prefeitura de BH mostram que a taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensiva) está em 78%. Já os de enfermaria, em 67%. A cidade tem se mantido neste índice desde o início da pandemia.

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De acordo com o balanço da Secretaria de Estado de Saúde, das 191 mortes confirmadas por coronavírus em Minas Gerais, 36 ocorreram em Belo Horizonte. A capital mineira tem 1.280 das 5.596 pessoas contaminadas com o novo vírus.

Empresários que participam das negociações com o governo confirmaram à reportagem que foi levantada a possibilidade da retomada da economia acontecer em até quatro fases, com espaço de uma semana entre uma e outra. Segundo a prefeitura, a decisão dos especialistas sobre as datas será divulgada até a tarde desta sexta-feira.

Isolamento em BH

Desde o dia 20 de março, apenas os serviços considerados essenciais podem funcionar em Belo Horizonte. Entre eles, estão supermercados, açougues, farmácias, clínicas de saúde, padarias, sacolões, postos de combustível, lojas de material de construção, agências bancárias, lotéricas e Correios.

No caso de bares e restaurantes, a lei autoriza a venda de comida pelo delivery ou para retirar no local, desde que os alimentos estejam “prontos e embalados para consumo fora do estabelecimento”.



Pandemia afeta trabalho em mais da metade das famílias, aponta FGV
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Adriano Roberto

Pandemia afeta trabalho em mais da metade das famílias, aponta FGV

Do G1 - Mais da metade das famílias brasileiras já tiveram algum impacto no trabalho de seus membros desde o início da pandemia, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas. De 1,3 mil consumidores consultados, 53,5% afirmam que suas famílias sofrerem algum tipo de impacto.

Entre os afetados, 43,9% ficaram impedidos de trabalhar em virtude do isolamento social. Segundo a FGV, os efeitos atingiram mais as famílias de menor renda, que ganham até R$ 2.100: 20,6% delas foram afetadas. Outros 24,9% tiveram redução salarial proporcional à jornada de trabalho, 14,7% informaram que pelo menos um membro da família teve o contrato de trabalho suspenso, e 12,7% citaram que uma pessoa do núcleo familiar amargou a demissão.

Efeitos no consumo

Os efeitos do trabalho também se refletem no consumo: de acordo com a pesquisa, 79,5% das famílias estão comprando apenas o essencial. Outros 5% das famílias apontam que estão postergando compras supérfluas e a prazo, enquanto 15% afirmam que não tiveram seus gastos afetados.

“Mais da metade dos consumidores entrevistados tiveram impacto na renda de suas famílias", aponta em nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens do FGV Ibre. 

"A elevada incerteza e preocupação com os próximos meses fazem com que haja uma postergação de consumo, que não deve retornar imediatamente mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento, pois a renda reduzida do período levará naturalmente a um aumento no nível de inadimplência dos consumidores".

Nesse quesito, as famílias mais pobres também sofrem mais: entre as famílias com renda até R$ 2,1 mil, 86,3% estão comprando apenas o essencial. Na faixa de renda entre R$ 2,1 mil e R$ 4,6 mil, esse percentual é de 83,8%.

E os consumidores não estão confiantes em uma retomada rápida da economia: para 69,9%, a volta à normalidade na economia deve levar mais de 6 meses. Apenas 2,4% veem um retorno já no próximo mês.

Empresas se adaptam

O estudo também consultou 2.528 empresas para compreender, dentre outros temas, como estavam se adaptando à nova fase de isolamento social.

Em todos os setores, exceto no comércio, a maioria afirmou ter adotado parcial ou integralmente o teletrabalho (ou home office) como uma das estratégias para enfrentar o período. O home office foi adotado por 80,4% das indústrias, 68,6% das empresas prestadoras de serviços e 59,6% das empresas de construção. No comércio, apenas 26,6% das empresas passaram a se utilizar deste artifício.



Bolsonaro anuncia adiamento do Enem; Maia retira de pauta o projeto da Câmara
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Adriano Roberto

Bolsonaro anuncia adiamento do Enem; Maia retira de pauta o projeto da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), retirou de pauta o Projeto de Lei 2623/20, da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que prevê o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste ano em decorrência da pandemia de Covid-19. A decisão ocorreu depois do anúncio de mudança das datas do exame feito pelo presidente Jair Bolsonaro em rede social.

“Eu não posso desconfiar da palavra do presidente da República. A matéria irá a voto a qualquer momento se aquilo escrito no Facebook não for confirmado”, disse Maia.

Em publicação no Facebook nesta quarta-feira (20), Bolsonaro afirmou que decidiu adiar a seleção. “Por conta dos efeitos da pandemia de Covid-19 e para que os alunos não sejam prejudicados pela mesma, decidi, juntamente com o presidente da Câmara dos Deputados, adiar a realização do Enem 2020, com data [a] ser definida.”

O Ministério da Educação informou nesta tarde que as datas do exame serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que estava previsto nos editais. Pelo cronograma inicial, as inscrições para o Enem terminariam na sexta-feira (22), e já são 4 milhões de candidatos. Além das provas tradicionais, nos dias 1º e 8 de novembro, estavam previstas provas digitais nos dias 11 e 18 de outubro.

A deputada Alice Portugal cobrou a aprovação do projeto. "Rede social não é documento. Vamos votar porque a Câmara precisa fazer esse gesto", disse. Ela solicitou ainda que a autoridade sanitária também seja ouvida sobre a nova aplicação das provas do Enem.

Porém, Maia afirmou que é preciso considerar o texto divulgado em rede social como comunicado oficial da Presidência. “É assim que ele trabalha, as notas oficiais ele coloca nas redes sociais.”

Já o líder do governo, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), disse que o presidente Jair Bolsonaro foi sensível ao apelo do Legislativo. "Milhões de alunos estão mais tranquilos com a decisão do presidente".

Vitor Hugo comentou que o Ministério da Educação deve publicar nos próximos dias norma com detalhamento das novas datas.

Votação

Muitos deputados defenderam a aprovação da proposta para regulamentar o adiamento. A líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), afirmou que é essencial adiar o Enem já que não é possível nem saber quando vai acabar o ensino médio. “O Enem, que já teve 9,5 milhões de inscritos, agora só tem 4 milhões. Se não tem mais inscritos é que eles não estão tendo acesso à internet ou ao estudo e podem não ter condições de fazer uma prova”, disse.

Para o deputado Idilvan Alencar (PDT-CE), há uma desigualdade digital no Brasil que precisa ser levada em conta para adiar o Enem. “No Nordeste, só 35% dos estudantes da zona rural têm internet. O ministro da Educação não é confiável. É importante uma lei.”

Segundo o deputado Waldenor Pereira (PT-BA), mais de 50% dos estudantes da rede pública não têm acesso à internet. “Eles estão com dificuldade para fazer suas inscrições e fazer suas atividades regulares”, declarou. Fonte: Agência Câmara de Notícias.



Confiança da indústria avança 2,4 pontos na prévia de maio
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Adriano Roberto

Confiança da indústria avança 2,4 pontos na prévia de maio

A prévia de maio do Índice de Confiança da Indústria cresceu 2,4 pontos em relação ao número consolidado de abril, quando houve forte retração devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Com isso, o indicador chega a 60,6 pontos em uma escala de zero a 200.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a leve alta é resultado de uma reavaliação dos empresários em relação ao futuro. O Índice de Expectativas cresceu 4,6 pontos, indo para 54,2 pontos, o que seria uma devolução de 10% da perda sofrida em abril.

O Índice de Situação Atual aponta estabilidade, passando de 67,4 pontos, para 67,7.

O resultado preliminar de maio indica recuperação de 3,7 pontos percentuais do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria, para 61%, ainda se mantendo em patamar muito baixo em termos históricos. Informação da Agência Brasil.



Belo Horizonte MG anuncia nesta sexta se vai flexibilizar quarentena
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Adriano Roberto

Belo Horizonte MG anuncia nesta sexta se vai flexibilizar quarentena

A capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, está na semana decisiva sobre a flexibilização da quarentena na cidade prevista para ocorrer na próxima segunda-feira (25). A data será confirmada, ou não, amanhã, sexta-feira (22), quando o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 irá conceder uma entrevista coletiva, às 14h.

"Tem chance muito grande de começar a flexibilização gradual, responsável e científica na cidade de Belo Horizonte. Houve queda no isolamento social, o que está colocando em risco, mas pode se reverter isso na terça, na quarta, na quinta", disse o prefeito Alexandre Kalil no início da tarde desta segunda-feira (18).

O chefe do Executivo antecipou que um projeto de lei será encaminhado, em breve, para a Câmara Municipal, para tornar obrigatório o uso de máscaras pela população da metrópole.



Porto Alegre RS flexibiliza isolamento e retoma atividades de shoppings, restaurantes e cultos
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Adriano Roberto

Porto Alegre RS flexibiliza isolamento e retoma atividades de shoppings, restaurantes e cultos

A prefeitura de Porto Alegre autorizou, a partir desta quarta-feira, a reabertura de shoppings centers, restaurantes, igrejas e templos. A determinação foi assinada pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior, na noite desta terça-feira. A retomada gradual da atividade econômica da cidade compreende também o funcionamento de galerias e centros comerciais.

Conforme o decreto 20.583, o funcionamento das atividades deve respeitar as normas de higienização e distanciamento social, assim como a ocupação de até 50 por cento da capacidade dos estabelecimentos. Outra norma que deve ser respeitada é a oferta de máscaras de proteção facial aos trabalhadores que utilizam o transporte público para o deslocamento.

A resolução foi tomada a partir do monitoramento de indicadores de evolução da pandemia na cidade, que tem como principal referência a ocupação de leitos de UTI por pacientes com covid-19.

"O novo decreto considera o ritmo de disseminação do coronavírus, a capacidade do sistema de saúde de atender à demanda e os efeitos das medidas para a vida da cidade. Temos estudos permanentes dos impactos locais da liberação de cada atividade e monitoramos em tempo real a ocupação das estruturas hospitalares para adaptar as normativas locais com a maior precisão possível à nova realidade", explica Marchezan.

De acordo com o prefeito, a retomada gradual da atividade econômica não deve interromper as medidas de higienização e o impedimento de aglomerações.

Os shoppings centers, galerias e centros comerciais poderão funcionar com 50 por cento da capacidade máxima de ocupação prevista no alvará de funcionamento. As praças de alimentação também estão autorizadas a reabrir seguindo normas de higiene e distanciamento. Entretanto, os espaços de recreação seguem fechados.

No ramo de restaurantes, bares e lancherias, os serviços de buffet estão permitidos, desde que a montagem do prato seja realizada exclusivamente pelo funcionário do serviço. Os estabelecimentos também deverão observar a regra de distanciamento de dois metros entre as mesas e lotação de até a metade do limite máximo de ocupação do local, regra que também vale para os bares.

Já em relação a missas e cultos, fica determinado que só poderão ocorrer com, no máximo, 30 pessoas, desde que não ultrapasse 50 por cento da capacidade máxima, além do distanciamento mínimo de dois metros entre os presentes.
CASOS

Porto Alegre contabiliza 603 casos confirmados de covid-19 e 25 mortes. O primeiro infectado foi confirmado no dia 8 de março. Uma semana depois, a prefeitura determinou a suspensão das aulas e o fechamento de shoppings, restaurantes e bares. Nesta terça-feira, 44 pacientes confirmados com covid-19 estavam internados em UTIs da capital.



Niterói RJ começa a flexibilizar isolamento social
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Adriano Roberto

Niterói RJ começa a flexibilizar isolamento social

O município de Niterói, no Grande Rio, iniciou hoje (21) um processo de flexibilização das regras de isolamento social. A cidade havia entrado em lockdown (bloqueio de todas atividades não essenciais) no último dia 11, devido ao agravamento da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no estado do Rio.

Segundo a prefeitura, a saída do lockdown segue um plano desenvolvido por técnicos municipais, representantes dos empresários e especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

No plano adotado por Niterói, o município seguirá um sistema de cores: vermelho (lockdown), laranja, amarelo e verde (normalidade).

Hoje, a cidade entrou no nível laranja, que permite que algumas atividades não essenciais voltem a ser realizadas, mas com restrições. As autoridades sanitárias do município continuarão acompanhando a curva de casos de covid-19, para definir se fica no nível laranja, retorna ao vermelho ou progride para o amarelo.

De acordo com a prefeitura, o município só retomará o nível verde quando houver uma vacina contra o novo coronavírus.

O mesmo sistema de cores foi adotado ontem pelo estado do Rio de Janeiro, de acordo com a ocupação de leitos hospitalares e curva de contaminação: vermelho, amarelo e verde. A diferença é que o estado está no nível vermelho, mas o governador não decretou lockdown.

Dados divulgados ontem pela Secretaria Estadual de Saúde mostram que o estado tem 30.372 casos confirmados e 3.237 mortes por covid-19. Niterói registra 1.968 casos (a segunda cidade com mais casos no estado) e 65 mortes (o quinto maior número entre os municípios fluminenses).



Guedes admite prorrogar auxílio emergencial por um ou dois meses
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Adriano Roberto

Guedes admite prorrogar auxílio emergencial por um ou dois meses

O ministro Paulo Guedes (Economia) admite a possibilidade de estender a concessão do auxílio emergencial, voltado principalmente a trabalhadores informais, por um ou dois meses. Guedes, no entanto, defende que o valor de R$ 600 seja cortado para R$ 200.

O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto.

O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental.

Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.

"Se voltar para R$ 200 quem sabe não dá para estender um mês ou dois? R$ 600 não dá", disse Guedes em reunião com empresários na terça-feira (19).

Leia Também: Dez projetos no Congresso miram sistema financeiro em meio à pandemia

"O que a sociedade prefere, um mês de R$ 600 ou três de R$ 200? É esse tipo de conta que estamos fazendo. É possível que aconteça uma extensão. Mas será que temos dinheiro para uma extensão a R$ 600? Acho que não", afirmou o ministro.

Para Guedes, o benefício não poderia ser maior que R$ 200 porque esse é o valor pago aos beneficiários do Bolsa Família, que de forma geral são mais vulneráveis que trabalhadores informais. "Se o Bolsa Família é R$ 200, não posso pagar mais que isso a um chofer de táxi no Sudeste", disse.

O titular da equipe econômica ainda defende um equilíbrio na medida também por, segundo ele, haver risco de as pessoas não trabalharem mais e faltarem produtos nas prateleiras.

"Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia", disse.

"Eu estou jogando dinheiro, não tem problema. Agora, a prateleira vai estar vazia porque vão parar de produzir. Então tem um equilíbrio delicado que a gente tem que seguir", afirmou.

Criado para mitigar os efeitos da paralisação da atividade por causa do coronavírus, o auxílio emergencial pode ser acessado por trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e intermitentes sem emprego fixo. É necessário ter mais de 18 anos, não estar recebendo benefícios previdenciários ou seguro-desemprego e cumprir outros critérios de renda.

Essa é a medida anticrise que mais demanda recursos do Tesouro Nacional. Inicialmente, o governo estimou que o programa alcançaria 54 milhões de pessoas ao preço de R$ 98 bilhões aos cofres públicos. Agora, o auxílio deve chegar a 70 milhões de beneficiários a um custo de R$ 124 bilhões.

Apesar de não estar limitado por regras fiscais neste ano (por causa de uma série de decisões do governo, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal frente o estado de calamidade pública), o custo das medidas vem preocupando a equipe econômica porque o endividamento público está crescendo.

Com um cenário de receitas em queda em decorrência da paralisação da atividade e despesas públicas crescentes para mitigar a crise, o déficit de 2020 está previsto até agora em aproximadamente R$ 700 bilhões. O endividamento deve sair de 75% para 90% do PIB no fim do ano.

Diante de pressões (principalmente do Congresso) para que o benefício seja estendido, diferentes membros da equipe econômica se manifestaram contra a prorrogação até esta semana.

O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse que a medida deveria ser eliminada ao fim de três meses. "[O programa] não foi desenhado para ser estrutural. Acabaram esses três meses, tem que ser abandonado", afirmou na segunda-feira (18).

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, disse que tornar o programa permanente seria "fiscalmente impossível" e mencionou a necessidade de aumentar impostos para bancá-lo. Ele rejeitou a ideia de transformar a medida em um programa amplo de transferência de renda para informais e defendeu que, em vez disso, haja prioridade ao Bolsa Família.

Guedes, por outro lado, se mostra favorável à extensão de outro programa anticrise, o benefício emergencial (criado para trabalhadores que tiverem redução de jornada e salário ou suspensão de contrato).

"Está funcionando tão bem esse da complementação salarial que eu mesmo tenho vontade de estender. Agora, quanto fôlego financeiro a gente tem? Talvez seja melhor estender o programa de crédito", disse.



Geraldo e Paulo estão mexendo com o DINHEIRO DO POVO e não dinheiro Federal ou Estadual. Cade a PF?
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Adriano Roberto

Geraldo e Paulo estão mexendo com o DINHEIRO DO POVO e não dinheiro Federal ou Estadual. Cade a PF?

Recentemente todos os brasileiros ficaram escandalizados com a notícia veiculada nacionalmente de que a prefeitura do Recife gastou SEM LICITAÇÃO mais que o RJ, SP e outros lugares do Brasil. Um detalhe ESCANDALOSO, que poucos se deram conta, é que a imensa maioria dos gastos de saúde de Pernambuco são com o IMIP, grupo hospitalar "sem fins lucrativos" ligado a um dos principais e "confiáveis" assessores do governador  Paulo Câmara: o médico Antônio Carlos Figueira (conforme prova o link: http://www.pe.gov.br/secretarias/assessoria-especial/), que por sua vez é totalmente ligado ao IMIP, hospital que presidiu e foi fundado por seu pai, Fernando Figueira, conforme prova este link: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Antonio_Carlos_Figueira.

Uma simples busca pela palavra "IMIP", no campo "Fornecedor", do portal do Tribunal de Contas de Pernambuco (link a seguir: https://sistemas.tce.pe.gov.br/tomeconta/TelaInicial!principal,), apresentará 18 CNPJs pertencentes ao IMIP, entidade de pilantropia ligada à Figueira, assessor do Governador Paulo Câmara. Se forem somados os valores dos empenhos para cada um dos CNPJs, se constatará que o Governo de Pernambuco já repassou para essa entidade:

Em 2020 (até 19 de maio): R$615.756.932,39
Em 2019: R$ 826.044.041,66
Demais anos: R$ 5.466.675.380,24.  Isso mesmo, 5bi e meio.

Antônio Carlos Figueira, que está se beneficiando do Governo de Pernambuco desde a época de Eduardo Campos (faça uma busca no google e veja) foi o grande mentor do modelo de terceirização das unidades de saúde do Estado, que "coincidentemente" terceirizou com o IMIP a gestão do então novo hospital Regional Miguel Arraes e várias UPAs, provas nos links a seguir:

http://www1.imip.org.br/imip/gestao/gestaoimip/apresentacao.html
http://www1.imip.org.br/imip/gestao/index.html

O mais incrível de tudo é a facilidade que o IMIP tem para vencer os processos licitatórios, no mínimo suspeitos em todo Estado.

Considerando que grande parte dos recursos que vão para o IMIP são federais (SUS) e que o IMIP apresenta uma competitividade licitatória sobrenatural, o povo pernambucano clama por uma investigação da Polícia Federal e dos órgãos de controle. O dinheiro é antes de mais nada, DINHEIRO DO POVO.





Jurista Ives Gandra faz alerta e evoca Art. 142 ante decisão de Barroso
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Adriano Roberto

Jurista Ives Gandra faz alerta e evoca Art. 142 ante decisão de Barroso

O renomado jurista Ives Gandra Martins, em brilhante explanação, com extrema elegância e exaltando as qualidades incontestáveis do ministro Luiz Roberto Barroso, repudiou a decisão e demonstrou com clareza, que é absolutamente incostitucional.

É a intromissão do Supremo Tribunal Federal em uma decisão que é privativa do presidente da República.

"O que nós vemos é o ministro Luis Roberto Barroso, monocraticamente, dizendo "senhor presidente, é privativa a sua decião, subordinada a mim. Eu é quem posso dizer quem e o que o senhor pode ou não autorizar"

Na sequência, o ponto vevrálgico da exposição do jurista é a evocação do artigo 142 da Constituição Federal, em que observa, que as FORÇAS ARMADAS brasileiras são o poder moderador para REPOR a independência e a harmonia entre os poderes.

"A Constituição declara no artigo 142, que se um dos poderes resolver desobedecer ou conflitar com outro poder, sobre a discussão de como é que se aplica a lei, não é o Supremo a última instância (...). O 142 diz, "quem tem que repor a lei e a ordem, são as forças armadas".



UniFTC doa protetores faciais para profissionais de saúde da Unimed Petrolina
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Adriano Roberto

UniFTC doa protetores faciais para profissionais de saúde da Unimed Petrolina

Os profissionais de saúde da cooperativa médica Unimed Vale do São Francisco, receberam nesta segunda-feira (18), em Petrolina - PE, um reforço significativo para a proteção contra a Covid-19. As faculdades UniFTC de Petrolina e Juazeiro, fizeram a doação de 30 protetores faciais que serão destinados aos médicos e enfermeiras que estão na linha de frente do Hospital da Unimed em Petrolina.

De acordo com o diretor das faculdades UniFTC, Andrei Mello, o Movimento pela Prevenção partiu dos próprios professores e colaboradores que produziram 300 protetores faciais para doação à entidades e hospitais da rede pública e privada do Vale do São Francisco.

"Fizemos um levantamento geral das unidades que estão atuando no combate ao novo coronavírus e identificamos o Hospital da Unimed de Petrolina como uma referência", ressaltou.

O diretor presidente da Unimed VSF, Francisco Otaviano, elogiou bastante a iniciativa e destacou o caráter de promoção à solidariedade das faculdades UniFTC. "Agradeço em nome dos nossos profissionais o reforço para a prevenção e asseguro que cada um desses equipamentos de proteção individual (EPIs) fará a diferença na luta pela vida", concluiu.