Blog do Adriano Roberto


Deputados incertos da reeleição apequenam o discurso na ALEPE
Autor
Adriano Roberto

Deputados incertos da reeleição apequenam o discurso na ALEPE

Uma discussão menor no plenario da Assembleia Legislativa mostra o quanto alguns deputados pernambucanos querem politizar de forma baixa todos os grandes trabalhos que são executados naquela casa. A nota divulgada pelos deputados, Claudiano Martins (PP) presidente da Comissão de Agricultura da ALEPE, Socorro Pimentel (PSL), Rodrigo Novaes PSD) e Augusto Cesar (PTB), enviada para o blog de Jamildo, atacando de forma direta o secretario de transportes, Sebastião Oliveira e o secretário executivo, Antônio Junior, mostra como eles tem a capacidade de tratar um assunto trivial de uma comissão parlamentar de forma equivocada e rasteira.

Todos que conhecem um pouco a política pernambucana sabem muito bem que o interesse em denegrir e atacar de forma pessoal Sebastião, que é deputado federal licenciado e secretario dos transportes, diz respeito ao desespero desses deputados pela perda votos em seus redutos eleitorais dos quais sempre contaram para chegar ao mandato.

Na prática, olhando a cena do que aconteceu na comissão, no início desta semana, dá para perceber que o então secretário em exercício, Antônio Junior (que estava preparado para responder a qualquer questionamento dos membros da comissão), se sentiu constrangido e destratado como secretário. Naquele momento ele estava respondendo pela pasta oficializado como tal pelo Diário Oficial do Estado. O secretario Sebastião Oliveira estava em viagem à Brasília junto com o governador, Paulo Câmara, não pode comparecer, mas isso não impediu que os deputados da base do governador tentassem execrar o titular em sua ausência e desprezar o representante legítimo que lá estava. 

Ao iniciar os trabalhos já comentando a ausência do secretario e dizendo que reunião não valeria de nada sem a presença do titular da pasta, os deputados passaram a atacar o colega deputado federal licenciado. A pergunta é: quem em sã consciência, e aqui falo do secretario executivo, aguentaria ser destratado, como autoridade constituída, para responder a qualquer dúvida que os parlamentares tivessem relacionadas a pasta naquele momento?

Dos protagonistas dessa pantomina eu conheço todos e sei qual interesse de cada um deles para o bem e para o mal. Como já disse e repito, Antônio Junior está preparado para assumir a Secretaria de Transportes com total confiança do titular da pasta, como o faz sempre que Sebastião precisa se ausentar. Naquele momento estava ali - como secretário - devidamente nomeado pelo D.O. na mesma manhã em que o titular da pasta teve que viajar junto com o Governador do Estado.

Dos deputados que ali se pronunciaram gerando a polêmica contra Sebastião, dois estão particularmente incomodados com a atuação do secretário em seus redutos eleitorais. Augusto Cesar que é conterrâneo de Serra Talhada e está na bancada da oposição, trava uma briga política interminável com Oliveira na região. Numa situação muito delicada, prestes a não conseguir a sua reeleição, ultimamente vem atacando de forma pessoal e sem medidas Oliveira mostrando um claro desespero.

O outro que sempre esteve bem incomodado com o trabalho de Sebastião no sertão é Rodrigo Novaes. Político articulado e pretenso a ampliar suas bases, está sempre provocando o colega da bancada do governo com atitudes no mínimo engraçadas.

Eu mesmo presenciei uma dessas atitudes que aconteceu numa visita que o governador fez a Serra Talhada, onde foi oferecido para Câmara um almoço na residência dos Oliveira. Na manhã daquele dia testemunhei Rodrigo numa das emissoras de rádio descendo a lenha e falando sem papas na língua sobre Sebastião, para em seguida, estar sentando à mesa almoçando na casa do desafeto. Coisas da nossa política!

Enquanto eles discutem o secretário da andamento nas grandes obras que vem fazendo aqui, na região Metropolitana e no Sertão, como a requalificação total da BR 101 no entorno do Recife e o aeroporto de Serra Talhada que agora só depende de homologação federal para começar a funcionar. Com todo este teatro montado na Comissão de Agricultura da ALEPE me veio uma pergunta que não quer calar: será que os deputados estão com saudades do ex-colega que agora está com mandato federal?



Buique abre processo seletivo na prefeitura
Autor
Adriano Roberto

Buique abre processo seletivo na prefeitura

Em Pernambuco, está aberto o processo seletivo da Prefeitura de Buíque. A seleção é regulada pelo edital nº 01/2018 e tem como finalidade promover a composição de cadastro de reserva de servidores de todos os níveis, visando futuras contratações por tempo determinado.

São chances nas funções de Psicólogo, Monitor de Creche, Analista de Programas, Médico Clínico Geral, Educador Social/Orientador Social, Enfermeiro, Coveiro, Assistente Social, Operador de Dessalinizador, Farmacêutico, Operador de Elevatório, Arte Educador.

E ainda: Visitador, Agente de Serviços Gerais, Motorista, Fonoaudiólogo, Professor (diversas áreas), Cuidador para Alunos Especiais, Gari e Agente de Merenda/Zeladoria Escolar.

Interessados podem se inscrever no período de 19 de março a 6 de abril de 2018, das 8h às 13h, no Salão de Reunião da Secretaria Municipal de Educação. Endereço: Av. José Emílio de Melo, n. 342, Centro, Buíque - PE. As inscrições terão custo de R$ 20,00 a R$ 50,00.

Os eventuais contratados serão remunerados com salários de R$ 954,00 a R$ 4.500,00, para cumprimento de cargas horárias de até 40 horas semanais.

Os candidatos inscritos serão selecionados por meio de etapa única de avaliação curricular, que será realizada com base na documentação apresentada no ato da inscrição. A avaliação será realizada de 11 de abril a 22 de maio de 2018.

O resultado final será divulgado no site www.buique.pe.gov.br ou publicado no Quadro de Aviso da Secretaria Municipal de Educação e da sede da Prefeitura, no dia 13 de junho de 2018.

O prazo de validade do processo seletivo é de um ano, a contar da homologação de seu resultado final, podendo ser prorrogada pelo mesmo prazo.

O edital completo com mais informações sobre o Processo Seletivo Prefeitura de Buíque – PE – 2018 está disponível no seguinte link: Edital Prefeitura de Buíque-PE.



Antonio Souza quer a política sincera e autêntica sem marketing
Autor
Adriano Roberto

Antonio Souza quer a política sincera e autêntica sem marketing

O empresário sertanejo, Antonio Souza, atual presidente estadual do PROS (Partido Republicano da Ordem Social) apresentou, nesta terça (13), as novas diretrizes do partido. Ao lado dos também sertanejos, Julio Lossio Filho, filho do ex-prefeito de Petrolina, Nena Cabral, Lauro Gadelha, o conterrâneo - ex-vereador  e vice-presidente estadual do PROS, Zé Bolhacha. Além do Dr. Waldir Tenório, serratalhadense que está se despontando como político na região do Pajeú e Médio Sertão.

Se apresentando como homem simples, de origem humilde, mas com uma vida profissional bem sucedida e honesta, Antonio se enquadra no perfil proposto pelas pesquisas, da qual o eleitor respondeu o que deseja de um candidato nestas eleições 2018. 

Qual será a pretenção ou o cargo que ele vai almejar é um mistério, mas que ele pretende fazer a diferença na política local isso todos que participaram da reunião perceberam. "A minha história de vida sempre tem um final feliz a cada dia. Eu não sei o que ansiedade porque a cada manhã acordo mais feliz que a manhã que passou."



Ouça a última entrevista de Dorany ao Ponto de Vista
Autor
Adriano Roberto

Ouça a última entrevista de Dorany ao Ponto de Vista

No final do ano de 2017 o presidente de honra, do então PMDB, Dorany Sampaio, nos deu uma entrevista exclusiva ao Ponto de vista, programa que apresento de segunda a sexta, das 18 às 19 horas na AgênciaPE de Rádio, para falar da situação do partido com toda essa briga atual. Ouça o que disse Dorany.

 



Morre presidente de honra do MDB-PE Dorany Sampaio aos 90 anos
Autor
Adriano Roberto

Morre presidente de honra do MDB-PE Dorany Sampaio aos 90 anos

Faleceu agora há pouco o advogado e  presidente de honra do MDB de Pernambuco, Dorany Sampaio, ele estava com a saúde debilitada e teve seu falecimento consumado na manhã desta terça-feira.

Dorany de Sá Barreto Sampaio nasceu em Recife em 27 de fevereiro de 1927, filho de Antônio de Sá Barreto Sampaio Júnior e Nali Sampaio.

Em 1947 tornou-se redator e diretor da Revista do Departamento de Assistência às Cooperativas, trabalhando na publicação até 1950. No ano seguinte foi empossado como diretor do departamento de previdência do Instituto de Previdência dos Servidores de Pernambuco. Ainda nesse ano formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe). Em 1955 acumulou a presidência do instituto. Três anos depois deixou a diretoria do departamento e em 1959 tornou-se procurador do instituto, função que exerceria até 1970.

Em 1963 foi nomeado diretor-geral do Departamento de Administração do Ministério da Agricultura, cujo titular era o pernambucano Osvaldo Lima Filho, ocupando esse cargo até o ano seguinte.

Em outubro de 1966 elegeu-se deputado estadual na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instalado em abril de 1964. Presidiu a Comissão de Administração Pública e integrou a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça e a comissão especial de elaboração da Constituição estadual. Nesse período foi também conselheiro da Associação Brasileira dos Municípios (1967-1968).

Com a promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5) em 13 de dezembro de 1968, teve os direitos políticos suspensos. Em virtude da perseguição política, foi obrigado a fechar o escritório de advocacia. Para sobreviver tornou-se proprietário de um restaurante popular.

Em 1975, tornou-se conselheiro da seção pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), vindo a integrar a comissão de ética e de disciplina no biênio 1975-1977. Neste último ano, foi eleito vice-presidente e em 1979 alcançou a presidência. Nesse ano, com a promulgação da Lei nº 6.683, de 28 de agosto, recuperou os direitos políticos. Permaneceu à frente da OAB até 1983, quando foi eleito conselheiro federal, como representante do estado. Exerceria essa função até 1987. Em 1984 presidiu a comissão organizadora da X Conferência Nacional dos Advogados.

Em agosto de 1985 assumiu a diretoria de crédito à infra-estrutura do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), na qual permaneceu até fevereiro de 1986, para, no mês seguinte, ser empossado na Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no lugar de José Reinaldo Tavares. A nomeação representou uma compensação ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) pela perda do Ministério da Previdência no governo José Sarney. Sua indicação não agradou aos governadores nordestinos nem aos deputados do Partido da Frente Liberal (PFL), pelo fato de estar ligado ao grupo de Miguel Arrais, então líder da esquerda independente do partido.

Os governadores preferiam um técnico sem ligações partidárias. Acabou assumindo com menos poderes do que imaginava. Após muita discussão, os governadores nordestinos conseguiram estabelecer um acordo com o presidente José Sarney, que assinou um decreto determinando que o superintendente-adjunto seria nomeado pelo ministro do Interior mediante proposta do superintendente, na tentativa de equilibrar a relação entre o ministro Joaquim Francisco, do PFL, e a quase totalidade dos governadores, que eram do PMDB. Ao mesmo tempo foi excluído da disputa o Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor), cujo diretor seria indicado pelo presidente.

Ao ser empossado, ressaltou seu compromisso com questões éticas e sociais e, apesar da oposição a seu nome, foi apoiado pelo presidente da Associação dos Servidores da Sudene, Jurandir Liberal, pelo governador do Ceará, Gonzaga Mota (PMDB), pela prefeita de Fortaleza, Maria Luísa Fontenele (PT), e pelo arcebispo emérito de Recife e Olinda, dom Hélder Câmara, que compareceram à posse.

Já em março de 1986, anunciou que realizaria uma “administração transparente, na qual os políticos, as representações da sociedade e a imprensa tenham acesso às informações técnicas disponíveis na autarquia”. Garantiu a divulgação do cronograma de liberações de incentivos fiscais do Finor para as empresas privadas implantadas na região. Essas informações, até então sigilosas, tinham sido objeto de denúncia por deputados do PMDB no ano anterior, que detectaram favorecimentos políticos e desvios de recursos em benefício de grandes empresários com projetos agropecuários na Bahia, no Piauí e no Maranhão.

Durante a gestão de Dorany, foi colocado em prática o I Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) da Nova República, elaborado por técnicos da Sudene mas submetido a um debate com líderes políticos e empresariais nordestinos. Com o plano aprovado pelo Congresso e sancionada a lei, coube à Sudene pôr o projeto em prática, através da implantação, entre outros, do Programa de Apoio ao Pequeno Produtor Rural (Papp), primeira etapa de um projeto de reforma agrária da região. Além disso, empreendeu uma reforma administrativa que possibilitou à Sudene voltar a executar programas de coordenação do desenvolvimento regional; definiu as normas e procedimentos para o Finor Alimentos e criou uma comissão para definir as zonas de pecuária de corte, estabelecendo campos de produção agrícola e demarcando terras para a pecuária de pequeno porte.

Em maio de 1987 manifestou-se favorável à transferência da Sudene do Ministério do Interior para a Presidência da República. Nesse mesmo mês anunciou a implantação de um plano permanente de combate à “seca verde”, fenômeno climático caracterizado por pouca e irregular distribuição de chuva. O plano previa o aproveitamento da mão-de-obra deixada sem trabalho pela seca na construção de poços e cacimbas, que produziriam benefícios para toda a população, ao contrário do antigo programa de frentes de emergência, que muitas vezes só beneficiava os proprietários de terras. Outra característica do plano eram o acompanhamento e a fiscalização, que deveriam ser feitos pela sociedade, através de sindicatos, cooperativas e Igreja, a fim de que se evitassem as distorções, corrupções e lobbies, como os que ocorriam com as frentes de emergência.

Em agosto de 1987 deixou o cargo por divergências políticas com Joaquim Francisco. Foi substituído por Antônio Carlos Barbosa Frota.

Assumiu a presidência do PMDB pernambucano e voltou a advogar. Nessa situação permaneceu até janeiro de 1993, quando assumiu a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Recife, na gestão de Jarbas Vasconcelos. Em 1999 tornou-se secretário de Governo na gestão do governador Jarbas Vasconcelos (1999-2002). Deixando o governo, assumiu novamente a presidência regional de seu partido, tendo participado ativamente nos rumos da política pernambucana.

Casou-se com Lisete Valadares Sampaio, com quem teve sete filhos.

Publicou A Constituição estadual de 1967 e o funcionalismo público (1967), nos Anais do I Encontro dos Procuradores Autárquicos, em Garanhuns; Sobre a irredutibilidade de vencimentos de magistrados (1977), nos Anais do VII Encontro de Advogados de Pernambuco; e A responsabilidade e o papel social da magistratura, da advocacia e do Ministério Público (1983), nos Anais do Congresso Nacional de Advogados Pró-Constituinte, em São Paulo.



Eleições devem atrasar nomeações de aprovados em concursos
Autor
Adriano Roberto

Eleições devem atrasar nomeações de aprovados em concursos

Do DP - Anos de eleições podem atrapalhar os planos de quem planeja alcançar a sonhada estabilidade financeira, já que nomeações dos aprovados em processos seletivos do setor público podem ser suspensas. De acordo com a Lei 9.504, a Lei Geral das Eleições, a realização de concursos não é interrompida em ano eleitoral, mas existem restrições. Segundo o texto, são proibidas aos agentes públicos: “nomear, contratar ou, de qualquer forma, admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens nos três meses que antecedem o período e até a posse dos eleitos”.
 
A lei não impede, contudo, a realização dos processos seletivos, como provas e testes práticos, destaca o especialista em direito processual do escritório Carvalho Dantas e Palhares Advogados, Fernando Dantas. “O cumprimento das etapas dos concursos que precedem os atos de nomeação não é vedado pela legislação eleitoral. A eleição afeta apenas a contratação no período eleitoral”, esclarece. “Passado o segundo turno, os candidatos aprovados podem ser convocados a tomar posse.”
 
Há exceções em relação à aplicação da Lei Geral das Eleições nos processos seletivos. Concursos do Judiciário, do Ministério Público, dos tribunais de contas e de órgãos da Presidência podem, a qualquer momento, convocar e nomear aprovados, desde que com a autorização do Executivo. “Esses órgãos, a rigor, não se submetem ao calendário eleitoral”, explica Dantas.
 
Demora
O estudante Jefferson Martins Damasceno, 28 anos, teme que a convocação para o cargo ao qual foi habilitado possa demorar mais do que o planejado. Damasceno foi aprovado no certame da Companhia Energética de Brasília (CEB) em 2014. “Estava terminando o curso de técnico em eletrônica e me interessei. Além de poder me aperfeiçoar no campo de trabalho, a estabilidade no emprego e o salário me atraíram” conta. “A projeção salarial, na época, era em torno de R$ 1.600, mais gratificações. Ao todo, eu iria receber cerca de R$ 4 mil.”
 
Com a crise financeira do Governo do Distrito Federal, porém, Damasceno até hoje não foi nomeado. “A validade do concurso era de dois anos. Logo, eles prorrogaram por mais dois e estou até o momento esperando para ser chamado”, afirma. “São quatro anos de espera. Já entrei até com processo contra a empresa. O limite para as nomeações é o fim deste ano e, como temos eleições a caminho, corro o risco de perder a vaga”, complementa.
 
Para não ficar completamente descoberto, o estudante buscou alternativas. “Resolvi fazer um curso técnico de enfermagem”, diz. Quando estava terminando o curso, Damasceno passou em um concurso da Secretaria de Saúde — no qual também aguarda a nomeação. “Participei da seleção para avaliar meu aprendizado, e acabei passando. Como estou ligado à área da saúde no momento, espero que as eleições não atrapalhem minhas chances de ser chamado”, conclui.
 
Segundo Fernando Dantas, os atrasos em nomeações de concursados têm também outros motivos. “Há um quadro de restrição orçamentária que impõe dificuldades para contratações de maneira geral”, afirma. “Há muita desorganização na gestão de pessoal e isso afeta a validade dos concursos. Há também casos de contratação de terceirizados em detrimento de concursados”, destaca.
 
“A Lei de Responsabilidade Fiscal impõe limites a contratações no último ano de mandato dos governantes”, acrescenta Dantas. “Um governador, por exemplo, não poderá deixar para 2019, como herança, contratos que serão executados no primeiro mandato do sucessor. Tem que haver previsão do número de vagas passíveis de serem providas por concurso”, afirma.
 
Aluany Carvalho, 22, formada em arquivologia, diz que decidiu estudar para concursos porque sua área de atuação é mais voltada ao setor público. Sem nunca ter feito um cursinho presencial, a  arquivista, que fez estágio no Senado Federal, gostaria de passar em um certame da área legislativa. “Quando estava no Senado, acompanhava grande parte do que acontecia no país, mas acho que tem muitos órgãos que podem me proporcionar boas experiências”, observa.
 
Polícia Federal
Quem aguarda os concursos da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também podem esperar um bom tempo pela nomeação, caso seja aprovado. O lançamento das seleções, ainda em 2018, foi anunciado pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, no fim de fevereiro, como uma das medidas de combate à violência. Porém, dificilmente os aprovados começarão a trabalhar tão cedo. Além de todo o processo de lançamento de edital e realização de provas, os habilitados terão de passar por treinamento específico nas duas corporações antes de poderem sair às ruas.
 
Mapa das admissões
Em janeiro de 2018, 3.961 pessoas entraram no serviço público da União e nos quadros do Governo do Distrito Federal. Com 2.314 novos contratos, o órgão que mais recebeu servidores foi o Ministério da Educação. Os dados são do Painel Estatístico de Pessoal, do Ministério do Planejamento, que agrupa as nomeações do governo federal e da administração local. Em todo o ano passado, 57.458 pessoas entraram na área pública federal e do GDF.
 
O Centro-Oeste se destaca como a região com maior número de pessoas ingressando no mercado de trabalho por meio de concurso público, o que reflete o peso do Distrito Federal nesses números. Em janeiro, foram 1.228 pessoas, o equivalente a 33,3% do total de nomeados no país. Em segundo lugar está o Nordeste, com 938 (25,4%), seguido do Sudeste, com 682 (18,5%).
 
Os números evidenciam uma diferença interessante quanto ao nível de escolaridade. Analisando os dados nacionais, é possível notar que o maior número de ingressos é de pessoas de nível superior de ensino — 1.929 pessoas, ou 52,3% do total de janeiro. A seguir, vêm 955 pessoas com nível de escolaridade médio ou fundamental (25,9%) e, por último, a categoria outros, com 807 nomeados (21,9%).
 
Nos dados relativos ao DF, contudo, a categoria outros representa 64,9% dos contratados em janeiro, ou 694 pessoas, à frente dos nomeados que têm grau superior  (27,5%, 275 pessoas) e daqueles com formação de nível fundamental ou médio. (101 pessoas, 9,4%).
 
Suspensa seleção da Novacap
Uma notícia pegou de surpresa os candidatos inscritos no concurso público da companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) suspendeu a seleção por tempo indeterminado, segundo nota publicada pela banca organizadora do processo seletivo, a Inaz do Pará, no último sábado. As provas aconteceriam no próximo domingo. O concurso oferece 96 vagas para cargos de níveis médio e superior. Em janeiro, a Novacap havia realizado uma série de retificações no edital do concurso devido a questionamentos do TCDF.


Brasil fica em penúltimo em pesquisa sobre simpatia de vendedores
Autor
Adriano Roberto

Brasil fica em penúltimo em pesquisa sobre simpatia de vendedores

Do G1 - Esse ambiente de preocupação na economia parece que tem contaminado o humor do pessoal que trabalha no comércio no Brasil.

“Aqui tem uma esfiha tão boa, tão boa, tão boa, que dá até dó de vender” – a esfiha pode até ser uma delícia, mas o anúncio é melhor ainda. Só assim mesmo pra tentar vencer o marasmo. É que tá ruim o negócio... Literalmente!

“Tá muito difícil. Você tem que reduzir sua margem assustadoramente pra não perder os seus clientes”, afirmou a empresária Patrícia Gabriel.

E, pelo jeito, quando reduz a margem de lucro, reduz também a de felicidade. Porque o vendedor brasileiro tem recebido os clientes de um jeito, digamos, cada vez menos alegre.

Muitas vezes, quando um cliente chega numa loja, ele lê a seguinte mensagem na parede: "sorria, você está sendo filmado". Só que em alguns casos, a plaquinha que tá faltando para o vendedor dentro é  outra: sorria, ponto. Parece óbvio alguém que está querendo vender alguma coisa dar um simples sorriso para um cliente que chega. Mas na pesquisa do vendedor simpático, o brasileiro ficou na penúltima colocação.

Quem diria... O país com fama de ter riso frouxo, hoje só tem vendedores mais sorridentes que o recatado Japão. Na pesquisa, que foi feita em vários países do mundo, 97% dos vendedores irlandeses estão rindo de bobeira quando chega cliente. No Brasil, só está na cara de 79% dos funcionários.

Está achando que nem é um resultado tão ruim assim? A coordenadora da pesquisa discorda.

“De dez clientes que entraram na loja, dois não foram recebidos com sorriso. Isso é grave. Parece um número pequeno, mas não, se a gente multiplicar isso, quantos entram, quantos clientes entram nas lojas por dia, é um número bastante preocupante”, afirmou Stella Susskind, coordenadora da pesquisa no Brasil.

“Eu posso até comprar se eu estiver precisando muito, mas eu não voltaria mais por conta da má recepção”, disse o bancário Eduardo Bitencourt.

Quando até o manequim está triste ou escondendo o rosto pra quem passa na rua, como no vídeo, o clima está estranho mesmo. Mas tem solução pra depressão pré-venda: o manequim do vídeo, o primeiro que aparece na loja da dona Maria Cecília. Que delícia comprar com ela... 45 anos de gargalhadas compridas no comércio de São Paulo.



Prefeitura de Amaraji entra com representação contra ex-prefeito Jânio Gouveia
Autor
Adriano Roberto

Prefeitura de Amaraji entra com representação contra ex-prefeito Jânio Gouveia

Com o intuito de ser ressarcido pelos prejuízos causados pela gestão anterior, o município de Amaraji, localizado na Zona da Mata Sul de Pernambuco,  protocolou, nesta segunda-feira (12), uma representação criminal e por ato de improbidade administrativa junto  ao o Ministério Público Federal contra o ex-prefeito  Jânio Gouveia da Silva.

Esta ação foi motivada em razão de ter sido provado que houve pagamento na ordem de R$ 120 mil por serviços não executados, mal executados ou não comprovados, relacionados à construção da Creche de Demarcação. Para excetuar a obra, o ex-prefeito Jânio Gouveia da Silva firmou o Termo de Compromisso PAC 202974/2012, no valor de R$ 679.614,95, com o Ministério da Educação.

Por meio deste convênio, Amaraji chegou a receber a quantia de R$ 509.711,21, mas, em virtude de não ter finalizado a obra e não ter justificado os gastos, o município ficou com restrição junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, sendo impedido de receber novos repasses de recursos.

“Fizemos uma força-tarefa com as Assessorias Jurídica e a de Acompanhamento de Obras, para que fossem adotadas as medidas necessárias à regularização da situação, sendo uma delas a apresentação de representação criminal e por ato de improbidade contra a gestão passada. A falta de responsabilidade da gestão passada causou grandes prejuízos a Amaraji na área de educação”, ressaltou prefeito de Amaraji, Rildo Reis.



O suplício de um médico do sertão contra o descaso das autoridades do Estado
Autor
Adriano Roberto

O suplício de um médico do sertão contra o descaso das autoridades do Estado

A luta de um médico oncologista para manter uma clínica do tratamento do câncer no sertão tomou proporções de revolta popular. Segundo o DR. Rogério José Brandão, o descaso por parte da Secretaria de Saude do Estado pode por fim ao já precario funcionamento de um clínica que mantém em Serra Talhada. O próprio médico conta o suplício que a sua boa vontade ven tendo por falta de sensibilidade das autoridades.

"Sou médico cancerologista formado em 1979 pela faculdade de Medicina da UFPE, com residência médica e título de Especialista em Cancerologia outorgado pela Associação Médica Brasileira, após concurso de provas e títulos.

No Recife fundei a Oncoclínica Ltda, que veio a se tornar uma das maiores clínicas do nosso estado, depois vendida a um grupo empresarial de Belo Horizonte.

Sem querer parar de trabalhar e já aposentado,  por paixão no que faço, fundei uma nova clínica, a Clinica Pernambucana de Hematologia e Oncologia – CLIPHEONCO-, onde até hoje atuo.

Tenho uma experiência acumulada de quase 40 anos dedicados à oncologia. Com milhares de pacientes tratados. Pela qualidade do meu trabalho e dedicação aos pacientes, gozo de boa reputação e prestigio entre meus pares.

O meu pai é oriundo de Serra Talhada, cidade localizada no sertão pernambucano, cortada pelo rio Pajeú, que dista 420 quilômetros do Recife. 

A cidade é estrategicamente localizada em uma encruzilhada de vias e próxima aos sertões da Paraíba, Ceará e Bahia. Além disto, por ser a maior cidade da região do Pajeú, é polo de convergência e desenvolvimento regional, atraindo para seus serviços toda a população vizinha, onde cerca de 450 mil pessoas usufruem a estrutura comercial e dos serviços deste município.

A pedido do meu pai, depois de uma carreira de sucesso no Recife, há cerca de três anos iniciei pesquisas para instalar em Serra Talhada uma clínica para atendimentos em oncologia e hematologia nesta cidade. Visitei todos os hospitais e clínicas da cidade.

Precisava identificar uma área onde o projeto pudesse ser realizado e, uma vez iniciado, desenvolvido. Desejava tornar referencia em oncologia na região. Fui recebido com fidalguia em todos os serviços que visitei, com especial destaque ao Dr. Clóvis, diretor médico do Hospital São Vicente e ao Dr. Edmundo do hospital Santa Marta.

Nosso projeto era também do interesse da Prefeitura Municipal, que via uma oportunidade de melhorar a assistência aos pacientes oncológicos e reduzir as despesas com os Tratamentos Fora do Domicílio – TFD.

Há uma grande necessidade destes serviços na localidade. Os pacientes oncológicos hoje amargam longas viagens que duram 6 horas ou mais em nossas estradas. Isto torna o atendimento destes pacientes muito caro para os municípios e, o principal, sofrido e desgastante aos pacientes.

Sentido a necessidade e com tempo disponível, montei uma clínica de oncologia dentro das instalações do Hospital São Francisco, fundado pelo Dr. Francisco Anselmo Magalhães, bastante conhecido em toda região como “Dr. Nena”, assim carinhosamente chamado.

Em parceria com o Hospital São Francisco, reformamos uma grande área e montamos uma estrutura capaz de realizar até 15 atendimentos simultâneos.  Tínhamos já negociado a contratação de colegas que em fins de residência médica, que iriam morar na localidade e iniciamos estudos para a montagem de uma unidade de radioterapia, cujas obras seriam iniciadas tão logo iniciássemos as atividades clínica, gerando recursos para as despesas.

Nosso projeto foi executado dentro de um planejamento arquitetônico rigoroso, atendendo todas as exigências técnicas que um serviço desta natureza requer. Fizemos convênios com o Hospital São Vicente, para uso das suas UTI(s) e estrutura para exames de imagens. 

Procuramos atender todas as exigências longas e complexas para credenciamento SUS, afinal, a quase totalidade dos pacientes da localidade são atendidos pelo SUS. Todas as despesas para realização do projeto foram bancadas pela minha clínica, desonerando o município e o estado de Pernambuco.

Quem atende pacientes SUS das dificuldades que temos, do sub financiamento dos serviços, da demora em liberação das faturas e da inexistência de coberturas para se oferecer novos e modernos tratamentos, mais eficientes e menos tóxicos.

Mas no que pese todo o apoio da Prefeitura Municipal de Serra Talhada e da sua Secretaria da Saúde, do total apoio das Câmara de Vereadores, do Clube de Diretores lojistas e Maçonaria, da aprovação em todas as comissões municipais e intermunicipais da X Região de Saúde, onde Serra Talhada é a cidade sede, da aprovação da nossa estrutura pela APEVISA, há dois anos de tentamos e não conseguimos sensibilizar a Secretaria de Saúde Estadual para credenciar o nosso serviço.

Em Serra Talhada há um projeto de investimento em saúde para construção do Hospital Regional do Sertão. Este projeto será realidade no momento em que o estado tenha recursos para os investimentos ,e hoje, a realidade do local é apenas uma placa em meio a um terreno a margem das estrada, onde o mato cresce.

Nosso serviço está pronto e funcionando. Já poderíamos estar ajudando a população local que nos procura com sacrifício, gasta em consultas e não pode realizar seus tratamentos.

Por enquanto, estamos mantendo as portas abertas e atendendo alguns casos. Poderíamos estar fazendo mais, ajudando mais, realizando mais e resolvendo a necessidade de muitos.

As exigências técnicas foram atendidas. Para tornar este projeto realidade, basta vontade política.

Estou vendo este projeto morrer antes de se tornar realidade. Será uma morte prematura e frustrará o desejo de muitos.
Precisamos do apoio da SECRETARIA ESTADUAL da SAÙDE, hoje liderada pelo Dr. Iran Costa, colega oncologista e conhecedor das necessidades deste povo.

Peço ao sr. Governador do estado Pernambuco que olhe com carinho as necessidades desta sofrida população. Quando o Hospital Regional for uma realidade, nada impede do serviço ser transferido, mas enquanto isto, por que motivo aumentar o sofrimento de quem já padece tanto?"

Rogério José Brandão – Médico Oncologista Clínico, CRM (PE) 5758



Antonio Souza apresenta um PROS reinventado e pronto para eleição
Autor
Adriano Roberto

Antonio Souza apresenta um PROS reinventado e pronto para eleição

O presidente do PROS em Pernambuco, Antonio Souza, vai promover na próxima terça, dia 13 de março, o já se considera o maior encontro de lideranças e apoiadores do partido em pernambuco. O evento marcado para acontecer a partir das 9h, no auditório térreo da torre 1 no Empresarial Rio Mar Trade Center.

A meta é debater os ajustes e orientações sobre a nova fase do partido que renasce com muita força apresentando o tão esperado "novo da política". Também serão apresentados os posicionamentos estratégicos da legenda direcionados às próximas eleições.

“Queremos envolver todas as nossas lideranças e admiradores na condução de um projeto inovador para pernambuco, no qual a primeira etapa do planejamento atenderá os processos  de renovação política, sem desprezar as demandas partidárias relativas ao cumprimento das cláusulas de desempenho eleitoral”, onde ouviremos todos as nossas bases”, afirma Antonio Souza.





Como passar em concursos públicos estudando poucas horas por dia
Autor
Adriano Roberto

Como passar em concursos públicos estudando poucas horas por dia

O sonho de alcançar uma carreira pública faz parte do imaginário de muita gente! Porém, muitos desistem porque dispõem de pouco tempo para estudar ou, ainda, por acreditarem no mito de, se a prova estiver próxima, não dá tempo de estudar nada.

A verdade é que tempo não é tudo quando se fala em concursos públicos. Claro que o conhecimento acumulado por um tempo auxilia nas mais diversas provas e questões. No entanto, é grande o número de candidatos que se dedica por anos e não consegue a tão sonhada vaga. Claro, a regra tem grandes exceções, mas, em alguns casos, muito tempo leva à procrastinação. Então, qual o segredo?

Bem, não existe fórmula mágica ou conceitos que funcionem para todos, sem distinção. Porém, aqui, nos concentraremos naqueles concurseiros que precisam dividir seu tempo entre trabalho e estudo. Lembrem-se de que não é uma Bíblia, mas, uma espécie de tutorial para ajudar a chegar aos seus objetivos: passar no concurso público.

Monte um bom plano de estudos

Primeiramente, baseie seu plano em três pilares básicos – tempo (aquele, realmente, destinado aos estudos), disciplina (força de vontade) e técnica (bons recursos e materiais).

Monte um cronograma, estudando uma ou duas disciplinas por dia, sem deixar de lado a solução de exercícios. Aos sábados e domingos, insira um pouco mais de tempo e revise o conteúdo visto durante a semana.

A rotação das matérias é importante para conseguir contemplar todas, principalmente, se não tem familiaridade com o conteúdo programático. Outra vantagem é garantir o equilíbrio de estudo.

Ademais, leia o edital com atenção. Nele, estão informações precisar sobre conteúdo programático, organização das provas, pesos de cada disciplina, entre outras.

Conheça a banca organizadora

Fator fundamental na hora de estudar para um concurso público! Conhecendo o estilo da banca, você vai saber direcionar seus estudos, focando no que e como é cobrado.

Caso ainda não haja banca definida, dê uma pesquisada naquelas que elaboraram provas anteriores. As chances de repeti-las, na ausência de problemas, são grandes.

Mantenha o foco

Você tem duas horas para estudar? Então, foco nelas! Se puder, deixe de lado redes sociais, telefone, televisão e outras distrações.

Crie uma rotina de estudos, tentando separar o mesmo horário, diariamente, para se dedicar. Aos poucos, você e as pessoas ao seu redor vão se acostumar a esse hábito, tornando mais fácil não sair do foco.

Priorize o que mais importa

Essa vale, principalmente, para quem tem provas próximas e tem os dias, literalmente, contados.

Salvo algumas exceções, grande parte das questões das provas abordam até 30% do edital. Sendo assim, tente focar naquilo que, realmente, irá cair na sua prova.

Como saber disso? Treinando a partir de provas anteriores. Selecione, pelo menos, cinco delas e analise o que as bancas costumam cobrar e “mire” naquilo.

Uma dica, inclusive, é partir de seu conhecimento prévio, sem ir atrás da origem de todos os conceitos.

Você não está se preparando para um mestrado ou doutorado, mas, para um concurso público.

Dê atenção às matérias fundamentais

Já reparou que, em todos os concursos, há matérias que estão sempre presentes? Dá uma olhada em como Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Matemático estão sempre ali, nos editais!

Por isso, garanta seu conhecimentos nessas disciplinas, até porque o peso delas é considerável – principalmente, em Língua Portuguesa.

Não garantir o mínimo de pontuação pode de desclassificar no concurso.

Jamais, nunca deixe de lado as questões

É a partir delas que você vai acompanhar sua evolução e, também, revisar o conteúdo. Então, treine, resolva bastante questões.

Mas, não o faça aleatoriamente. Vá registrando seus índices de acertos e erros, aproveitando para separar o conteúdo ainda não domina.

Com isso, você sentirá no que ainda precisa focar.

Crie esquemas e mapas mentais

Você é a pessoa mais indicada para saber como seu cérebro funciona, não é verdade? Então, crie seu próprio conteúdo por meio de mapas mentais e esquemas.

O fato é que o cérebro registra melhor aquilo que vê de forma não usual. O que isso significa?

Tente variar entre leitura de textos longos e densos com desenhos, mapas e esquemas. E, mais: quanto mais colorido, melhor! Assim, você ativa os dois lados do cérebro e estimula a memória visual.

Treine com provas anteriores

Novamente, esta recomendação! Além de checar o conteúdo que, normalmente, é abordado naquela prova, você também verá a profundidade com que é cobrado.

Algumas bancas exigem conhecimentos mais aprofundando, enquanto  outras priorizam o conhecimento básico. Por isso, acesse o banco de provas anteriores daquele órgão para ter uma noção.

Porém, não busque provas tão antigas, até porque o ritmo de estudo e, até mesmo, conteúdos, são sempre atualizados.

Adquira material de qualidade

Apostilas e resumos são, apenas, um norte a seguir naquela matéria. Então, não fique apenas nisso, principalmente, se seu concurso exigir maior conhecimento.

Alguns concurseiros de sucesso selecionam apenas um livro para cada disciplina, outros buscam os autores mais recomendados em cada assunto. Grupos de estudo são excelentes nas indicações, principalmente, de obras atualizadas.

Não deixe de conferir, também, vídeo aulas. É certo que muitas são pagas, mas, diversos sites e canais especializados disponibilizam aulas grátis aos concurseiros.

Intervalos + tecnologia = sucesso!

Ok, o cérebro funciona como um copo – quanto mais cheio, menos conteúdo entra. Mas, quando o tempo é curto, dá pra aproveitar umas brechinhas do dia para dar uma estudada, concorda?

Então, que tal tirar uns 15 ou 20 minutos do seu horário de almoço, ou do exercício na academia ou, ainda, o tempo no ônibus para estudar?

Sem se arriscar a perder seu aparelho (porque sabemos que os tempos não andam nada fáceis), ouça conteúdos de áudio, como Legislação.

Se não conseguir baixar, grave seus próprios resumos e ouça-os como revisão.

Foque em uma área só

Mesmo se o tempo é curto, podemos estudar para mais de um concurso por vez. Mas, para isso, é interessante que seja em áreas similares, para poder aproveitar o conteúdo estudado.

Então, procure não “atirar para todos os lados”. Sem uma orientação, você acaba perdido, sem saber no que direcionar.

Controle seu emocional

Deixe a ansiedade e nervosismo de lado, desde sua preparação até a hora da prova.

Procure relaxar e se concentrar nos estudos, caso contrário, não conseguirá absorver nada!

E, na hora da prova, tudo o que estudou vai por água abaixo!

Cuide da saúde física e mental

Durma bem! Não ache que, trocando a noite pelo dia, vai conseguir chegar lá! O mínimo recomendável é 6h de sono, então, respeite isso!

Alimente-se bem, com comidas leves e saudáveis. Lembre-se que alimentos pesados podem comprometer a boa digestão, dando sono e pouca rentabilidade nos estudos.

Pratique exercícios físicos. Além de ser uma válvula de escape, farão bem à saúde.

O que fazer se tenho poucos dias para as provas? 

O ideal é começar a estudar antes do edital ser publicado. Mas, se não foi possível, não se desespere! Com foco e determinação, tudo é possível!

O primeiro passo é separar é analisar a quantidade de dias que tem disponível até a prova e quantas horas diárias vai conseguir separar para estudar.

Durante esse tempo, pode ser necessário deixar de lado algumas atividades rotineiras. Mas, lembre-se que, depois, poderá fazê-las com muito mais prazer sendo um servidor público, não é verdade?

Crie o cronograma personalizado, adaptado à sua realidade, de forma a não correr o risco de abandoná-lo no meio do caminho.

Depois, siga a quarta dica e direcione seus estudos para o que, realmente, irá cair. Assim, seu tempo será otimizado para o conteúdo abordado nas provas.