Blog do Adriano Roberto


A delação que vai infectar Brasília em 2021
Autor
Adriano Roberto

A delação que vai infectar Brasília em 2021

A delação que a Procuradoria-Geral da República está fechando com José Seripieri Júnior, fundador da Qualicorp, empresa que mudou o jogo dos planos de saúde no Brasil, promete muito.

O plano de negócios de Júnior, como é conhecido, para criar a gigante dos planos de saúde envolvia propina para políticos de todo o espectro político, além de burocratas da Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Júnior conquistou ótimas relações na cúpula dos governos Lula e Dilma. Também se aproximou de lideranças partidárias que pudessem beneficiá-lo no Congresso. As canetadas das quais a Qualicorp precisava na ANS e em outros órgãos públicos também tinham, regularmente, um custo não republicano.

Como Júnior foi preso por atos ilícitos junto à gestão do tucano José Serra, a plateia menos atenta logo inferiu que o empresário era operador do PSDB. Longe disso. Tinha relações descritas como promíscuas até com líderes do PCdoB.

Se interesses políticos não prevalecerem na cúpula da PGR, do Supremo , do governo e do Congresso, a delação de Júnior, aliada ao acordo com um de seus principais assessores operacionais, pode jogar luz em esquemas na área de saúde suplementar - e não só nela.

Procuradores já planejam várias fases de operação mediante o avanço dessas delações. É coisa para animar o primeiro semestre de 2021. Informação do site O Bastidor.



Sebastião lamenta morte do prefeito de Terezinha
Autor
Adriano Roberto

Sebastião lamenta morte do prefeito de Terezinha

Nota de pesar

Recebo com muita tristeza a notícia do falecimento de Vaninho de Danda, prefeito de Santa Terezinha. A defesa permanente pelos interesses do povo da sua cidade se transformou no seu grande ideal de vida.
Companheiro fiel de várias jornadas, Vaninho representava muito mais do que um aliado. Era meu amigo. Oro a Deus que neste momento de dor conforte o coração dos seus familiares e dos inúmeros amigos e admiradores. O seu legado ficará para sempre.

Sebastião Oliveira – deputado federal pelo Avante



Votos brancos e nulos são legítimos e não contabilizam para nenhum candidato
Autor
Adriano Roberto

Votos brancos e nulos são legítimos e não contabilizam para nenhum candidato

Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre para escolher o seu candidato ou não escolher candidato algum. Ou seja: o cidadão é obrigado a comparecer ao local de votação, ou a justificar sua ausência, mas pode optar por votar em branco ou anular o seu voto.

Mas qual é a diferença entre o voto em branco e o voto nulo?

Voto em branco

De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Antes do aparecimento da urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”.

Voto nulo

O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para votar nulo, o eleitor precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.

Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de conformismo, na qual o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto que o voto nulo (considerado inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou contra a classe política em geral.

Votos válidos 

Atualmente, vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleições. Este princípio considera apenas os votos válidos, que são os votos nominais e os de legenda, para os cálculos eleitorais, desconsiderando os votos em branco e os nulos.

A contagem dos votos de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988 que diz: "é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos". 

Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são contados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição. 

Como é possível notar, os votos nulos e brancos acabam constituindo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor, não tendo qualquer outra serventia para o pleito eleitoral, do ponto de vista das eleições majoritárias (eleições para presidente, governador e senador), em que o eleito é o candidato que obtiver a maioria simples (o maior número dos votos apurados) ou absoluta dos votos (mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos em branco e os nulos).

Com informações do TSE 



Imprensa silencia manifestações na Venezuela
Autor
Adriano Roberto

Imprensa silencia manifestações na Venezuela

A ONG Observatório Venezuelano de Conflitos Sociais (OVCS) registrou 1.484 manifestações em outubro de 2020, o número equivale a 49 diárias ou 2 por hora. A informação foi veiculada pela organização no perfil oficial dela no Twitter na manhã desta quinta-feira (19).

Até o presente outubro foi o mês com mais manifestações neste ano, mas em comparação com 2019 o número é inferior.

A ditadura de Maduro avança impiedosamente sobre a população. Dos quase 1.500 manifestos registrados, 966 tiveram como pauta moradia e serviços básicos, 544 por problemas relacionados a falta de emprego, 284 por falta de combustível.

Dos 966 manifestos venezuelanos que lutaram por pautas relacionadas a moradia, 221 pediram por água potável, 431 por gás doméstico e 314 por eletricidade.

Confira aqui o relatório completo.



Horário eleitoral gratuito começa hoje nas cidades que terão 2º turno
Autor
Adriano Roberto

Horário eleitoral gratuito começa hoje nas cidades que terão 2º turno

Começa nesta sexta-feira (20) e vai até o próximo dia 27 o horário eleitoral gratuito do segundo turno das eleições municipais nas emissoras de rádio e TV. Haverá transmissão para os 57 municípios com mais de 200 mil eleitores onde não houve definição do prefeito no último domingo (15).

Desta vez, os dois blocos fixos para a propaganda eleitoral, de 10 minutos cada, serão divididos igualmente entre os candidatos ao cargo de prefeito. No rádio, a propaganda será das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na TV, o horário eleitoral será das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

Emissoras de rádio e de TV e os canais por assinatura também terão que reservar 25 minutos, de segunda a domingo, para serem usados em inserções de 30 e 60 segundos, considerando os seguintes blocos de audiência: entre as 5h e as 11h; entre as 11h e as 18h; e entre as 18h e as 24h.

Por causa da pandemia de covid-19, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotou inúmeras normas relativas à campanha eleitoral. Uma delas foi a de reduzir o tempo da propaganda gratuita em rádio e TV. O segundo turno das eleições municipais 2020 será no dia 29 de novembro.



Guedes cita eventual segunda onda de Covid e diz que governo está preparado
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Adriano Roberto

Guedes cita eventual segunda onda de Covid e diz que governo está preparado

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta quinta-feira (19) que o governo enfrentará eventual segunda onda da pandemia do novo coronavírus assim como enfrentou a primeira. Embora afirme que o plano prioritário do Executivo é retomar a agenda de reformas, ele disse que a administração federal sabe reagir a choques.

Em apresentação no Congresso Brasileiro de Previdência Privada, o ministro afirmou que há sinais de chegada da segunda onda em algumas regiões, mas não deixou claro se estava se referindo ao Brasil ou a regiões do mundo.

"A doença recuou e a economia brasileira voltou. É fato que está havendo um retorno, uma segunda onda, etc? Por enquanto, algumas regiões parecem estar acusando isso, mas não é um fenômeno geral", disse.

Na primeira onda da pandemia, o governo decretou estado de calamidade pública, retirou travas fiscais e ampliou gastos públicos para mitigar os efeitos da doença na área da saúde e na economia. A equipe econômica planejava limitar essas despesas extraordinárias ao ano de 2020, mas já há pressão para continuidade de gastos com saúde e assistência social no ano que vem.

"As pessoas dizem 'e se acontecer?'. Se acontecer é como é a tragédia, você enfrentou a tragédia uma vez. É como se uma guerra, em vez de durar um ano, ela durasse dois ou três. Os brasileiros são resilientes, sabem enfrentar e nós enfrentaremos como enfrentamos antes. [...] Se a doença vier, já sabemos como temos que agir, mas não é o nosso plano. Nosso plano é seguir as reformas, mas sabemos reagir a eventuais choques" afirmou.

Nesta semana, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou que considera baixíssima a probabilidade de uma nova onda de coronavírus no país.

Segundo ele, estudos feitos por sua equipe indicam que a chamada imunidade de rebanho já estaria sendo alcançada no país e, com isso, haveria pouca chance de uma nova escalada da pandemia.

"Vários estados já atingiram ou estão próximos de atingir imunidade de rebanho", disse. "Acho baixíssima a probabilidade de segunda onda. Não apenas isso. Acho que os dados que temos mostram algo concreto, que é a força da retomada econômica", afirmou Sachsida na terça-feira (17).

O projeto Comprova, coalizão que reúne 28 veículos na checagem de conteúdos, verificou há menos de um mês não haver dados que indiquem que o país já teria alcançado os percentuais necessários para uma proteção coletiva capaz de frear o vírus Sars-CoV-2.

A possibilidade de uma nova onda de coronavírus no Brasil é levantada após países como Estados Unidos, França e Alemanha registrarem aumento nos casos de Covid-19, recentemente. Lideranças dessas economias adotaram novas restrições de circulação após um período de relaxamento das medidas para combater o vírus



Fux diz que é preciso aprimorar segurança após ataques ao STJ e TSE
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Adriano Roberto

Fux diz que é preciso aprimorar segurança após ataques ao STJ e TSE

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Fux, disse hoje (18) que é preciso “dar satisfação à sociedade” sobre os ataques cibernéticos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste mês. Fux sugeriu o aprimoramento da segurança dos sistemas.
 
“Os avanços têm o seu preço, e nós verificamos que nós precisamos nos aprimorar nessa área da tecnologia”, disse Fux. “Não podemos deixar de reconhecer eventos que ocorreram no STJ, que ficou uma semana parado, e o TSE, que também noticiou que houve problemas na apuração das eleições em decorrência de incidente relativo à área digital”, acrescentou.

As declarações foram dadas na abertura da primeira reunião do Comitê de Segurança Cibernética do Poder Judiciário, grupo criado pelo CNJ na semana passada.

“Diante de todos incidentes que ocorreram, nós estamos aqui tentando nos aperfeiçoar”, disse Fux. O ministro frisou a importância da segurança cibernética diante do objetivo declarado do CNJ de tornar os tribunais 100% digitais num futuro próximo.

Em sua fala, Fux fez referência ao atraso ocorrido na totalização dos votos do primeiro turno das eleições municipais, ocorrido no último domingo (18). Segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, o problema ocorreu porque, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), não houve tempo suficiente para testar um novo sistema.

O TSE também informou ter neutralizado, no dia da votação, um ataque que tentou sobrecarregar os sistemas da Justiça Eleitoral. Um outro ataque teria sido sofrido em outubro, quando teriam sido roubados dados referentes a servidores do tribunal. Segundo Barroso, nenhum desses incidentes tem relação com o atraso na apuração dos votos. 

Fux também se referiu ao ataque cibernético que em 3 de novembro derrubou todos os sistemas do STJ, que precisou de mais de uma semana para voltar à normalidade. Os julgamentos por videoconferência, retomados apenas ontem (16), ainda apresentaram instabilidade.  

A Polícia Federal (PF) apura, em inquérito sigiloso, o alcance da invasão e se houve cópia de processos em segredo de Justiça.

Com informação: Agência Brasil



Globo cancela especial fim de ano do Roberto Carlos por falta de dinheiro
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Adriano Roberto

Globo cancela especial fim de ano do Roberto Carlos por falta de dinheiro

Na última terça-feira (17/11), a emissora Rede Globo divulgou que, pelo segundo ano consecutivo, não vai gravar nesta ano de 2020 o tradicional especial de fim de ano com o cantor Roberto Carlos.

Conforme informou Alessandro Lo-Bianco, da RedeTV!, o motivo do cancelamento é a falta de orçamento da emissora global. Roberto Carlos ganha cerca de R$ 100 milhões por ano para ser exclusivo. A Globo não tem como manter mais isso e ainda bancar o final do ano.

“No ano passado, já com queda no orçamento, fizeram aquela compilação de shows. Roberto passou uma proposta de especial ao vivo para Globo, e ela não teve orçamento. Fez outra proposta para um gravado. Ele não aceitou. Desde o início do ano estão rediscutindo o contrato de exclusividade.

Para ser exclusivo, o rei quer algo grande no final do ano, e a Globo não comporta mais o orçamento. Terminaram sem acordo as propostas e, para tapar o buraco, Boninho pediu para o Jayme Monjardim o especial de Jerusalém que ele dirigiu”, disse Lo-Bianco.

A Globo disse ainda que não quer produzir o especial em forma de live, mas ter o rei somente pela tv. Essa medida seria com o intuito de concentrar a audiência para os anunciantes da TV aberta.



Junior Amorim é reeleito com votação histórica em São Benedito do Sul
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Adriano Roberto

Junior Amorim é reeleito com votação histórica em São Benedito do Sul

Junior Amorim, prefeito de São Benedito do Sul (Avante), tem motivos de sobra para comemorar. Reeleito com 64% dos votos válidos, ele também conseguiu eleger os noves vereadores que decidirão os destinos do Legislativo municipal nos próximos quatro anos.  

Além de ter assegurado a Amorim a primeira colocação entre todos os prefeitos eleitos da região da Mata Sul pernambucana e a 21ª posição em todo o Estado, a expressiva votação obtida reduziu a zero a representatividade da oposição no município.

“As urnas constataram que o trabalho realizado nos últimos quatro anos recebeu o aval da população. Fizemos uma prestação de contas do que foi entregue e conquistamos a confiança das pessoas para dar continuidade à nossa missão de melhorar a qualidade de vida dos que mais necessitam”, ressaltou Júnior Amorim, que é um dos dez prefeitos eleitos pelo Avante.  

Com as energias renovadas e a sensação de dever cumprido, Amorim agradeceu ao povo de São Benedito do Sul pelo reconhecimento; a toda a sua equipe de trabalho; ao presidente estadual do Avante, Waldemar Oliveira, pelo apoio incondicional que recebeu do partido; e ao deputado federal Sebastião Oliveira pela parceria que já resultou em diversos investimentos na cidade. 

“O sucesso do nosso trabalho foi construído por várias mãos”, concluiu Junior Amorim.



Siameses: Covas pede desculpas a Boulos após ataques de aliado tucano
Autor
Adriano Roberto

Siameses: Covas pede desculpas a Boulos após ataques de aliado tucano

O prefeito e candidato à reeleição em São Paulo, Bruno Covas (PSDB), pediu desculpas ao rival Guilherme Boulos (PSOL) após uma declaração polêmica feita nesta terça-feira (17) pelo aliado Ricardo Tripoli, tucano ex-deputado federal.

Tripoli acompanhou o prefeito em uma agenda de campanha no Sindicato Nacional dos Aposentados, no centro da capital paulista. Covas e Tripoli estavam sentados em uma mesa no auditório da entidade, onde discursaram a sindicalistas.

Enquanto Covas evitou mencionar Boulos em sua fala, Tripoli atacou o adversário. Uma das frases foi polêmica. "O adversário [de Covas] mata a mãe para ir ao baile de órfãos para poder entrar. Imagine a agressividade que esse sujeito tem", disse Tripoli.

Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB) participam de primeiro debate do 2º turno pela Prefeitura de São Paulo - Kelly Queiroz/Divulgação CNN Brasil

Após repercussão da frase, Covas contatou Boulos e pediu desculpas.

"O prefeito Bruno Covas classifica como inaceitável e desrespeitosa a declaração feita hoje pelo ex-deputado Ricardo Tripoli sobre o candidato Guilherme Boulos", afirmou a campanha do tucano em nota. "Atitudes como essa não contribuem para o processo democrático."

No fim da tarde desta terça-feira, no ato em que o PT oficializou o apoio à sua candidatura, Boulos disse que as afirmações de Tripoli são um sinal de desespero da campanha do PSDB, depois do desempenho nas urnas.

"O Bruno Covas achou que a eleição estava ganha. Percebeu que os resultados não foram bem assim. E parece até que se desesperou. Está atuando de forma raivosa", afirmou.

"Hoje eu vi um assessor direto da campanha dele, ex-deputado do PSDB, que fez ofensas agressivas, gratuitas, pessoais a meu respeito. Parece que bateu um certo desespero lá."

Boulos confirmou ter sido procurado por Covas após o episódio. "O Bruno não me ligou, ele mandou uma mensagem para mim via WhatsApp se desculpando pela declaração", afirmou ao ser questionado sobre o tema.

Pela manhã, Tripoli disse ainda que, enquanto "Bruno visitava os bailes da terceira idade com a avó dele, dona Lila Covas", Boulos é "filho de pai rico, viveu de mesada a vida inteira, foi para a periferia, mas nunca foi da periferia".

"Ele tem boas roupas, vai a bons restaurantes", disse Tripoli, enquanto era ouvido por Covas, que não interrompeu o aliado, nem criticou a fala quando chegou sua vez de falar.

Tripoli também tentou ligar o PSOL ao PT. Segundo o ex-deputado, "todos os que estão no PSOL antes estavam no PT".

"Estão fazendo uma lavagem de partido? O Lula está apoiando [Boulos], todo mundo está apoiando", afirmou. "Não dá para deixar." Infomações FolhaPress.



Missionária Michele Collins agradece pela renovação do mandato no Recife
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Adriano Roberto

Missionária Michele Collins agradece pela renovação do mandato no Recife

A vereadora do Recife Missionária Michele Collins (PP), agradeceu aos recifenses pelos 6.823 votos que recebeu e resultou na renovação de seu mandato para mais quatro anos.

“Eu quero agradecer primeiramente a Deus, sem Ele, eu não estaria aqui e a também ao povo do Recife que confio novamente em minhas mãos, a esperança de lutar por pautas que eu defendo. Obrigado por cada voto de confiança que foi depositado em mim e que com certeza será honrado”, afirmou a vereadora.

A vereadora foi considerada, pelo Jornal do Commércio, a parlamentar que mais atua na Câmara de Vereadores do Recife.

Segundo dados do site da Câmara do Recife, Michele tem mais de 7807 requerimentos, mais de 75 leis e resoluções, mais de 300 projetos de lei em tramitação e um total de 8156 ações em prol do Recife. Pelo segundo ano consecutivo, a parlamentar é a campeã da de emendas apresentadas a Lei Orçamentaria Anual (LOA) e ao Plano Plurianual (PPA).

A Missionária também relembrou sobre alguns feitos que teve na sua última passagem pela Câmara do Recife e reafirmou o compromisso de prosseguir apresentando projetos e defendendo pautas da família.

“No último mandato que ainda estamos exercendo, conseguir ter uma atuação bastante atuante, tanto é que fui considerada a mais atuante e isso me orgulha muito. Agora é trabalhar para superar ainda mais e levar mais conquistas ao povo do Recife”, disse.

A vereadora relembrou algumas pautas importantes que defende e falou sobre o projeto que tem de combate às drogas.

“Seguiremos defendendo a família, o combate às drogas e manteremos o compromisso de acolhida de pessoas que querem mudar de vida, em resgate para o retorno desses usuários à sociedade”, concluiu.



Avante se fortalece em Pernambuco
Autor
Adriano Roberto

Avante se fortalece em Pernambuco

O Avante ganhou musculatura em Pernambuco. O resultado das urnas deu a sigla um novo posicionamento no tabuleiro do xadrez político estadual. Após uma performance discreta nas eleições de 2016, o partido conseguiu eleger, no domingo (15), dez prefeitos, cinco vices e 114 vereadores, sendo dois deles no Recife, onde não ocupava nenhuma cadeira na Câmara Municipal.

A expansão do partido que não havia conquistado alguma cidade, há quatro anos, começou a ser desenhada, em junho do ano passado, quando o comando da legenda passou para as mãos de Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião Oliveira - deputado federal mais votado na região do Sertão e o quarto de todo o Estado, em 2018. 

“O Avante cresceu em todo o país, inclusive em Pernambuco. Conquistamos uma votação expressiva e estamos confiantes de que estamos no caminho certo. Ocupamos um espaço importante e vamos continuar trabalhando para crescer cada vez mais”, ressaltou Waldemar Oliveira.