Blog do Adriano Roberto


Bolsonaro indica núcleo duro e quer general no Planalto
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro indica núcleo duro e quer general no Planalto

Do Estadão - O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), começou a discutir com aliados a estrutura que o Palácio do Planalto terá a partir de janeiro e também a montagem de um núcleo duro do seu governo, no qual pretende se apoiar para tomar suas principais decisões. 

Esse grupo deve contar com o general reformado Augusto Heleno Ribeiro, um dos seus principais conselheiros, o vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, os futuros ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), o advogado Gustavo Bebianno e o líder ruralista Luiz Antonio Nabhan Garcia. 

A presença de Heleno poderia ser no comando do Gabinete da Segurança Institucional (GSI), que funciona no 4.º andar do palácio, um acima da sala presidencial. Essa possibilidade, ainda em discussão, alteraria indicações na nova Esplanada, pois Heleno foi anunciado como titular do Ministério da Defesa.

A ideia de o general Heleno ir para o Planalto é permitir que ele esteja constantemente ao lado de Bolsonaro. Se estiver na Defesa, Heleno teria uma agenda específica a cumprir, o que lhe exigiria viajar e ter compromissos relacionados às Forças Armadas. 

Um general ligado a Bolsonaro observa que Heleno, que tem experiência na rotina do Palácio – onde atuou em assessorias militares nos governos Fernando Collor (1990-1992) e Itamar Franco (1992-1994) –, seria peça fundamental para estar ao lado do presidente eleito para ajudá-lo a “desarmar bombas e armadilhas”, pela experiência até em negociações com o Congresso. 

Nesta segunda-feira, 5, o general disse que o fato de muitos militares terem indicação para postos do Executivo é uma questão de coerência. “Não tem nada a ver com governo militar. É um aproveitamento de gente que o País não estava acostumado a aproveitar.”

Ainda não foi definido se o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, integrará formalmente essa estrutura mais próxima ao presidente eleito. É certo, porém, que ele participará frequentemente das reuniões do novo governo.

Transição.

Guedes e Bebianno estão entre as 27 nomeações publicadas ontem em edição extra do Diário Oficial da União para a equipe de transição, formada até agora apenas por homens. Entre os escolhidos, está ainda Marcos Carvalho, da AM4, empresa que trabalhou na campanha de Bolsonaro. Eles terão acesso a informações detalhadas de programas e ações do atual governo. Dos nomes, 22 foram indicados pelo gabinete de transição e cinco cedidos pelo governo Temer por já serem servidores.

Também foram criados dez grupos técnicos para estruturar o início da gestão Bolsonaro e que dão pistas de como será a composição da Esplanada. São eles: desenvolvimento regional; ciência, tecnologia, inovação e comunicação; modernização do Estado; economia e comércio exterior; educação, cultura e esportes; justiça, segurança e combate à corrupção; defesa; infraestrutura; produção sustentável, agricultura e meio ambiente; saúde e assistência social.

Nomeado ministro extraordinário da transição, Onyx vai coordenar os trabalhos da equipe. Nesta segunda-feira, ele participou da primeira reunião no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, local que funcionará o QG da transição. “Estamos na fase de muito trabalho e pouca conversa.”

Integrante da equipe de transição, o administrador Paulo Uebel é investigado pelo MP sob suspeita de improbidade administrativa. Procurado, disse não ter conhecimento da ação. Já o deputado eleito Julian Lemos (PSL-PB) responde a um processo na Lei Maria da Penha e já foi denunciado na primeira instância por estelionato. Ele disse que os casos da Lei Maria da Penha já foram explicados, “inclusive com processos arquivados”.

Veja a lista completa da equipe de transição:

Paulo Guedes, futuro ministro da Economia

Onyx Lorenzoni, ministro extraordinário da transição e futuro ministro da Casa Civil

Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa

Marcos Pontes, futuro ministro da Ciência e Tecnologia

Gustavo Bebianno, advogado de Bolsonaro; cotado para assumir ministério

Pablo Antônio Fernando Tatim dos Santos, designado para assessorar o ministro extraordinário Onyx Lorenzoni

Roberto Castello Branco, economista, diretor da FGV, ex-diretor da Vale

Julian Lemos, deputado federal eleito pelo PSL-PB

Paulo Uebel, secretário municipal de gestão na Prefeitura de São Paulo

Marcos Aurélio Carvalho, CEO da AM4, empresa de publicidade da campanha de Bolsonaro

Waldemar Gonçalves Ortunho Junior, coronel reformado do Exército

Paulo Roberto, tenente-coronel dos Bombeiros, auxiliará na área da educação

Luciano Irineu de Castro Filho Engenheiro, doutor em matemática e professor na área de Economia na Universidade de Iowa (Estados Unidos); indicado para o setor de energia

Arthur Bragança de Vasconcellos Weintraub, Professor de Direito Previdenciário e de Direito Atuarial da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub, economista, professor da Unifesp

Alexandre Xavier Ywata de Carvalho, diretor do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea)para meio ambiente

Luiz Blumm, Consultor e coronel da reserva do Corpo de Bombeiros, para saúde e defesa

Adolfo Sachsida, pesquisador do Ipea e pós-doutor pela Universidade do Alabama; tem assessorado Paulo Guedes

Marcos Cintra, ex-deputado e atual presidente da Finep

Carlos Von Doellinger, economista, ex-secretário do Tesouro Nacional

Carlos Alexandre Jorge da Costa, ex-diretor do BNDES e doutor em economia pela Universidade da Califórnia

Bruno Eustáquio Ferreira Castro de Carvalho, diretor da secretaria especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

Sérgio Queiroz, procurador da Fazenda Nacional em João Pessoa

Antônio Flávio Testa, cientista político e professor da FGV

Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, engenheiro, diretor da secretaria especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

Waldery Rodrigues Junior servidor, irá compor a equipe de transição na área econômica

Ismael Nobre

Eduardo Chaves Vieira



Bolsonaro faz primeira viagem a Brasília nesta terça
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Adriano Roberto

Bolsonaro faz primeira viagem a Brasília nesta terça

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) chegou às 6h03 da manhã desta terça-feira, 6, à Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador, onde embarcou às 7h para Brasília. Esta é a primeira viagem dele à capital federal como presidente eleito.

Sob forte esquema de segurança, Bolsonaro chegou em um comboio composto por seis viaturas da Polícia Federal e por batedores da Polícia Militar. Um dos motociclistas acabou caindo no acesso da Linha Amarela à Linha Vermelha. Ainda não se sabe seu estado de saúde.

Cumprindo mandato de deputado federal, Bolsonaro estava há mais de dois meses sem ir a Brasília. Ele levou uma facada em Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 6 de setembro. Passou um período internado em São Paulo e, desde o fim de setembro, não saiu mais do Rio.

O presidente eleito participará de uma sessão no Congresso Nacional em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988, evento que contará também com a presença dos chefes dos Três Poderes e da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Na quarta, Bolsonaro deverá se reunir com o presidente Michel Temer



Situação de Lula no caso do sítio de Atibaia fora das mãos de Moro
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Adriano Roberto

Situação de Lula no caso do sítio de Atibaia fora das mãos de Moro

Ao aceitar o convite para assumir o Ministério da Justiça no governo Jair Bolsonaro (PSL), o juiz Sergio Moro abriu mão das ações das quais era titular na 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná, onde corre parte da operação Lava Jato na primeira instância.

No âmbito da Lava Jato, Lula ainda é réu em dois processos que tramitam em Curitiba: o do sítio de Atibaia e o referente à compra do terreno do Instituto Lula

No âmbito da Lava Jato, Lula ainda é réu em dois processos que tramitam em Curitiba: o do sítio de Atibaia e o referente à compra do terreno do Instituto Lula

Isso significa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na investigação sobre o sítio de Atibaia (SP), não será mais ouvido por Moro. Ele seria interrogado pelo juiz no dia 14 de novembro.

Para assumir a posição no Executivo, Moro terá que pedir exoneração do cargo atual, após 22 anos de magistratura.

Esse é um processo distinto daquele relacionado ao tríplex do Guarujá, pelo qual Lula foi condenado, em julho de 2017, a 9 anos e meio de prisão - sentença confirmada em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que ampliou a pena para 12 anos e 1 mês, que o ex-presidente cumpre desde abril deste ano na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

No ação do sítio, Lula seria ouvido pelo juiz no dia 14 de novembro. Agora, a juíza Gabriela Hardt, substituta da 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná, deve comandar a ação e conduzir os interrogatórios até que um novo juiz titular seja escolhido por meio de concurso.

O ex-presidente é réu ainda em outra ação no Paraná, na qual é investigado por suspeita de ter recebido propina da Odebrecht na compra de um terreno para o Instituto Lula. Neste caso, a fase de interrogatórios já foi concluída. O MPF (Ministério Público Federal) e a defesa fizeram em outubro as alegações finais e o processo aguarda sentença, que não tem limite de prazo para ser publicada.

A acusação do sítio é baseada nas reformas implementadas no local, que supostamente pertenceria a Lula, custeadas pelas empreiteiras Odebrecht e OAS. A defesa de Lula diz que não há elementos que provem que ele praticou quaisquer dos crimes apontados e que o petista apenas frequentava o sítio, não era seu dono.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, na semana passada, poucos dias antes de aceitar o convite de Bolsonaro, Moro tomou sua decisão mais recente no processo.

Rejeitou um pedido do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula que teria ajudado a bancar obras no sítio, para ser interrogado por videoconferência. Além disso, o juiz autorizou viagem ao exterior de Roberto Teixeira, também réu na ação.



Pastor procurado pela polícia na operação Abismo se apresenta
Autor
Adriano Roberto

Pastor procurado pela polícia na operação Abismo se apresenta

A Polícia Federal em Pernambuco INFORMA que na manhã da última sexta-feira, 02/11/2018, por volta das 11:50h entregou-se acompanhado por seus advogados na Sede da Polícia Federal que fica situada no Cais do Apolo, bairro do Recife Antigo, o pastor e advogado, de 52 anos, natural de Parnamirim/PE e residente em, Candeias-Jaboatão dos Guararapes/PE.

O suspeito havia sido considerado foragido desde a deflagração da Operação Abismo no dia 19/10/2018 - 15 dias - quando não foi encontrado em sua residência em virtude de mandado de prisão expedido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Na Polícia Federal o preso usou do seu direito constitucional de só se manifestar na presença do Juiz ficando portando calado com relação aos fatos em apuração da Operação Abismo. Ele foi indiciado pelos crimes contidos no Artigo 333 do Código Penal c/c Artigo 1º da Lei 9.613/98 c/c Artigo. 27-E da Lei 6.385/76. (Corrupção Ativa, Lavagem de Dinheiro e Exercício Irregular da Profissão em mercado de capitais e investimentos – cujos crimes preveem penas de 5 a 20 anos de reclusão em caso de condenação.

a autuação, o preso realizou Exame de Corpo de Delito no IML-Instituto de Medicina Legal e em seguida foi conduzido para o COTEL- Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna, onde ficará à disposição do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. 

Desde que a operação Abismo foi deflagrada já foram cumpridos 15 prisões e 9 suspeitos ainda continuam foragidos (todos em outros estados) num total de 23 prisões. A Polícia Federal continua empreendendo diligências visando a captura de todos os integrantes que ainda se encontram com as prisões preventivas em aberto.



Inteligência do governo confirma ameaças frenquentes a Bolsonaro
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Adriano Roberto

Inteligência do governo confirma ameaças frenquentes a Bolsonaro

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, encomendou à sua equipe um estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1.º de janeiro. O motivo do pedido, além do atentado sofrido na campanha, são as frequentes ameaças identificadas pela inteligência do governo.

Etchegoyen não fala em números ou estratégias por questões de segurança, mas já avisou que "obviamente" haverá um rigor muito maior no controle a tudo que tem a ver com o presidente eleito. "O esquema que está sendo preparado para receber um presidente que já sofreu um atentado será muito diferente e muito mais severo do que qualquer outro titular do Planalto já viu ou teve", afirmou o general ao jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro teve sua segurança reforçada pela Polícia Federal durante a campanha, após ser vítima de uma facada no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Segundo informações da área de inteligência, as ameaças continuaram mesmo após a eleição. "O GSI não comenta detalhes de sua responsabilidade com a segurança presidencial, mas confirma que existem ameaças que efetivamente preocupam", disse o ministro.

A segurança de Bolsonaro após a posse será chefiada pelo general Luiz Fernando Estorilho Baganha. Ele assumirá o cargo no lugar do general Nilton Moreno, que hoje está à frente da montagem da estrutura de proteção ao presidente eleito.

Durante a campanha, o candidato foi avisado que corria risco. Aliados, inclusive, citaram as ameaças como justificativa para que Bolsonaro não participasse dos debates eleitorais na reta final. Anunciado como futuro ministro da Defesa, o general da reserva Augusto Heleno chegou a divulgar um vídeo na véspera da eleição com o alerta para uma "real ameaça de atentado terrorista" contra Bolsonaro, articulada por uma "organização criminosa".

Na semana passada, com Bolsonaro já eleito, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a PF se reuniram para discutir o novo esquema reforçado que irá vigorar durante o governo de transição. Atualmente, uma equipe de 55 homens da PF se revezam na proteção ao presidente eleito. A informação é de que as ameaças partiram de diferentes fontes, inclusive de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho e, segundo o Estado apurou, existem escutas telefônicas das ameaças que estão sendo investigadas.



Transição começa nesta segunda com nomeação de Onyx no Diário Oficial
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Adriano Roberto

Transição começa nesta segunda com nomeação de Onyx no Diário Oficial

O decreto com a nomeação do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) como ministro extraordinário está publicado hoje (5) no Diário Oficial da União, seção 2, página 1. Ele exercerá a função de coordenador da equipe de transição, por parte do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Confirmado para assumir a Casa Civil no governo Bolsonaro, Onyx passou os últimos dias em Brasília, preparando a chegada do presidente eleito, que desembarcará amanhã (6) na cidade, onde fica até a próxima quinta-feira (8). As informações são da Agência Brasil.

Na transição, que funcionará no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), próximo ao Palácio do Planalto e à Esplanada dos Ministérios, representantes do atual governo do presidente Michel Temer e da equipe de Bolsonaro se reunirão.

De acordo com relatos de assessores próximos a Bolsonaro, sua equipe pretende trabalhar em três etapas: a primeira para análise da situação, em seguida avaliação sobre como reduzir gastos e pessoal e a última, definição de metas e dados.

Para o governo eleito, foram confirmados os nomes de Onyx para Casa Civil, do juiz Sergio Moro para a Justiça, do general da reserva Augusto Heleno para a Defesa, do economista Paulo Guedes para o superministério da Economia e do astronauta Marcos Pontes para a Ciência e Tecnologia.



Witzel e Flávio Bolsonaro vão a Israel comprar drone que faz disparos
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Adriano Roberto

Witzel e Flávio Bolsonaro vão a Israel comprar drone que faz disparos

O futuro governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), e o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) vão viajar, juntos, a Israel. A viagem, programada após convite, ainda não tem data estabelecida.

Os dois pretendem conhecer um modelo de drone equipado com uma arma, capaz de atirar enquanto sobrevoa uma região. O equipamento, usado pelas forças israelenses em ações na fronteira com os territórios palestinos, pode ser utilizado em operações de segurança no Rio. Witzel e Flávio Bolsonaro querem, ainda, obter informações sobre um equipamento de leitura facial que pode ser instalado nos transportes públicos do estado.

No primeiro encontro entre os dois depois da eleição, na quarta-feira, Witzel recebeu do futuro senador o apoio à sua proposta de incentivar o "abate" de criminosos que estejam portando armas como fuzis.

A última vez em que o "abate" foi posto em prática no Rio foi em setembro de 2009, na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Na ocasião, um bandido foi morto depois que fez uma mulher refém em uma farmácia. Ele roubou um carro e, na fuga, entrou no comércio e fez a dona do estabelecimento de escudo, ameaçando-a com uma granada. Acabou morto por um um tiro de fuzil, disparado do alto de um prédio, por um um sniper, um oficial da PM, lotado na época no Bope.

Na parede

Witzel ofereceu, mas Flávio recusou a participação de seu partido no governo.

E fez um único pedido: que o futuro governador não colabore para o PT ocupar qualquer espaço de poder no estado.

Para atender ao aliado mais importante — a quem, em última análise, deve seu mandato — Witzel não poderá mais manter a neutralidade na eleição do presidente da Assembleia Legislativa. Terá que se posicionar contra André Ceciliano (PT). Com informações do jornal Extra RJ.



Repentistas e poetas promovem festival em Machados domingo
Autor
Adriano Roberto

Repentistas e poetas promovem festival em Machados domingo

Neste domingo (04) vai acontecer o “I Festival de Violeiros na cidade de Machados-PE”. O município é conhecido como a Terra da Banana. A cidade está localizada no Agreste Setentrional, cerca de 110 km do Recife.

Será um encontro entre Poetas Repentistas formados em dupla, que irá ressaltar a importância da Cultura Popular Nordestina. O evento acontecerá a partir das 16 horas, no Mercado Multicultural, na Avenida Governador Paulo Guerra, nº 01, Centro. 

Para a primeira edição do festival foram escolhidos 04 duplas de violeiros que irão cantar repentes em diversas modalidades, a exemplo, sextilha, quadra, mote de 07, e mote de 10. O evento será em alusão ao aniversário do Baluarte Poeta anfitrião Edvaldo Zuzu. 

A modalidade da festa visa à democratização do acesso a Cultura Popular, uma vez que Edvaldo Zuzu é filho natural de Machados, (Sítio Pedra Fina). A entrada será gratuita-franca. 

As duplas serão formadas pelos poetas Miro Pereira e João Lídio; Raulino Silva e Rogério Meneses; Raimundo Caetano e Newton Galdino; Antônio Lisboa e João Lourenço. Os principais temas a relatado será os acontecimentos do cotidiano: Política internacional, ecologia, corrupção e Internet. Além da trajetória de vida do artista homenageado.

 O “I Festival de Violeiros na cidade de Machados-PE” tem a apresentação e declamação de Hiponax Vilanova, e a direção artística serão coordenadas pelos repentistas, Antônio Silvino, Edvaldo Zuzu e jornalista e radialista Luís Correa.

SERVIÇO

I Festival de Violeiros Repentistas / Machados-PE. 

Onde: Avenida Governador Paulo Guerra, nº 01, Centro, Machados.

Quando: 04/11/18, Domingo.

Horário: a partir das 16 horas.

Quanto: Gratuito.

Realização: Poeta Edvaldo Zuzu.

Apoio: Prefeitura Municipal de Machados-PE.



Moro aceita ser superministro da justiça e segurança
Autor
Adriano Roberto

Moro aceita ser superministro da justiça e segurança

Em contato com uma fonte minha de dentro da casa do presidente eleito< Jair Bolsonaro, recebi a informação que o Juiz, Sérgio Moro aceitou o convite para ser ministro da gestão do capitão. Em instantes o próprio Moro em seguida divulgou nota confirmando. Veja abaixo:

NOTA

"Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes. 

Curitiba, 01 de novembro de 2018 - 
Sergio Fernando Moro"

 



Com Bolsonaro, Brasil pode entrar na OTAN
Autor
Adriano Roberto

Com Bolsonaro, Brasil pode entrar na OTAN

Jair Bolsonaro pode levar o Brasil para a OTAN. Foi o que o ex-embaixador do Estados Unidos, Thomas Shannon, disse à BBC Brasil.

Leia um trecho de sua entrevista:

BBC Brasil – Auxiliares de Bolsonaro me falaram sobre a intenção de trazer o Brasil para a Otan. Não sei se ouviu algo a respeito.

Shannon – Sim.

Como vê esta ideia?

Shannon – Eu acho que é uma boa ideia. Obviamente, seria uma grande decisão para o Brasil e para a Otan também.

A Colômbia tem uma relação de afiliação com a OTAN.

O lado importante de se alinhar com os países da Otan é que esta é provavelmente o principal arranjo coletivo de segurança no mundo e liga algumas das forças armadas mais capazes e inovadoras do mundo.

Neste sentido, algo como isso traria ao Brasil uma oportunidade para se envolver e trabalhar diretamente não apenas em questões militares e das forças armadas, mas em tudo que for ligado a segurança nacional e segurança global.

Então é uma ideia interessante, acho que sublinha a criatividade que existe em parte da equipe que o presidente eleito reuniu e vamos ver qual será a resposta.

Com informações do Antagonista.



Rússia reabre mercado de carnes suína e bovina para o Brasil
Autor
Adriano Roberto

Rússia reabre mercado de carnes suína e bovina para o Brasil

A Rússia vai reabrir o mercado para as carnes bovina e suína do Brasil. A confirmação foi feita pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, por meio de mensagem em vídeo divulgada pela assessoria do Ministério. Maggi está em missão oficial nos Emirados Árabes.

“É uma coisa muito desejada, muito esperada pelos produtores, os suinocultores brasileiros, principalmente. Estamos comemorando. É difícil abrir mercado, é fácil perder mercado e é muito mais difícil reabrir mercado”, disse Maggi.

O governo russo havia anunciado o embargo às carnes do Brasil em dezembro de 2017. A retomada dessas vendas é importante, principalmente para a suinocultura. Até o a passado a Rússia era o principal destino do produto, quando respondia por 40% dos embarques e 50% do faturamento.

Ainda não há mais detalhes sobre a reabilitação de plantas frigoríficas para exportação nem uma expectativa do quando esses embarques devem recomeçar.



Governo PE vai extinguir delegacia de Combate a Corrupção ainda esse ano
Autor
Adriano Roberto

Governo PE vai extinguir delegacia de Combate a Corrupção ainda esse ano

Do G1 PE - Com a aprovação do projeto que cria o Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco), pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em segunda votação nesta quarta-feira (31), o governo do estado pretende extinguir a Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp) até o fim de 2018. A informação foi divulgada pelo secretário executivo de Defesa Social, Humberto Freire.

Depois de aprovada, a lei, que obteve 30 votos a favor e seis contra, segue para redação final e sanção do governador. Segundo Humberto Freire, após o fim desse processo, o Draco deve começar a atuar efetivamente em janeiro de 2019.
"Nós temos urgência em ter essa nova estrutura, essa estrutura ampliada de combate ao crime organizado, à corrupção, ao desvio de recursos o mais rápido possível. Nós precisamos estruturar, ainda nesse final de 2018, todo o departamento e as novas delegacias criadas para que, a partir de janeiro de 2019, essa estrutura esteja funcionando a pleno vapor", explicou.

O projeto já havia passado por uma primeira votação na terça-feira (30), mesmo dia em que as investigações de denúncias de desvio de verba para merenda escolar envolvendo a empresa Casa de Farinha passaram a ser comandadas pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), devido ao risco de extinção da delegacia.

A proposição, assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB), foi enviada à Alepe, em caráter de urgência, em 19 de outubro, mesmo dia em que o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral (PSB) e outras 22 pessoas foram presas pela Polícia Federal (PF) em um esquema de fraudes no instituto de previdência dos servidores desse município do Grande Recife.