Blog do Adriano Roberto


Juiza segue orientação do MPF e PF e impede Lula de ir ao velório do irmão
Autor
Adriano Roberto

Juiza segue orientação do MPF e PF e impede Lula de ir ao velório do irmão

O despacho da magistrada, que foi responsável pela execução da pena de Lula, seguiu as manifestações da Polícia Federal e do Ministério Público, que afirmaram não haver tempo hábil para que a logística de transporte do ex-presidente fosse realizada a tempo de comparecer ao enterro de seu irmão mais velho Genival Inácio da Silva, o Vavá, de 79 anos, que faleceu na manhã desta terça-feira (29). O enterro acontece nesta quarta-feira, 30, em São Bernardo do Campo (SP).

Na decisão que nega o pedido do ex-presidente Lula , a juíza argumentou que "não é insensível à natureza do pedido formulado pela defesa", mas alegou "concreta impossibilidade logística de proceder-se ao deslocamento" e, por isso, imporia-se "a preservação da segurança pública e da integridade física do próprio preso".

Leia também: Mourão diz que presença de Lula em velório de irmão é "questão humanitária" 
No pedido para ir ao enterro, a defesa de Lula argumentou que há previsão legal para a liberação em caso de morte de parentes diretos, conforme o artigo 120 da Lei de Execução Penal. Em resposta, Lebbos considerou a argumentação do MPF, de que a lei afirma que os presos "poderão" ser liberados, mas que não há garantia de que isso aconteça. De acordo com a juíza, o texto da lei "exprime noção de possibilidade". Com informações do IG.



Equipe de Guedes estuda contribuição patronal em capitalização da Previdência
Autor
Adriano Roberto

Equipe de Guedes estuda contribuição patronal em capitalização da Previdência

Da Coluna Estadão -  A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, está perto de encontrar uma fórmula para que o sistema de capitalização a ser criado com a reforma da Previdência não repita integralmente o modelo chileno. Guedes estuda incluir um aporte patronal no acúmulo das contribuições individuais. Em tradução livre para quem não fala “economês”: o empregador pagará um porcentual sobre o quinhão do trabalhador. No Chile, onde os patrões não contribuem, as pensões acabam sendo menores do que as esperadas pelos aposentados.

Modelo. Na capitalização, o segurado contribui para uma conta individual. O benefício é calculado em cima desses depósitos. O regime complementar dos servidores públicos, que tem aporte da União (empregadora), funciona mais ou menos assim no Brasil.

Sem peso. Para não sobrecarregar as empresas, uma das proposta é reduzir a contribuição delas no regime geral (a regra atual da iniciativa privada). Paulo Guedes tem falado sobre a importância de desonerá-las.

Mão dupla. Também está em estudo como será a transição para esse sistema de capitalização. Um possibilidade é emitir títulos públicos para cobrir a complementação da aposentadoria de quem já passou anos pagando só pelo regime geral.

O escolhido. O Ministério da Defesa mapeia quem poderia ser o relator da reforma da Previdência dos militares. Identificou sete deputados militares que teriam mais capacidade de compreensão das suas demandas. O preferido é o General Peternelli (PSL-SP).



Eliane Oliveira mostra a força do PSL no Sertão
Autor
Adriano Roberto

Eliane Oliveira mostra a força do PSL no Sertão

A presidente do Diretório Regional do PSL em Serra Talhada, Eliane Oliveira, conseguiu reunir um grande número de lideranças do partido na capital do xaxado neste final de semana.

O vídeo produzido pelo partido da uma ideia da força desta sertaneja na realização do evento e estremece políticos da região que estão monitorando a movimentação do partido do presidente, Bolsonaro, em Pernambuco. 

Veja o vídeo abaixo:



Em julho de 2018 deputados de MG avalizaram a tragédia de Brumadinho
Autor
Adriano Roberto

Em julho de 2018 deputados de MG avalizaram a tragédia de Brumadinho

Foi rejeitado pela Comissão de Minas e Energia, em 2º turno, o parecer de autoria do deputado João Vitor Xavier (PSDB) ao Projeto de Lei (PL) 3.676/16, que dispõe sobre o licenciamento ambiental e a fiscalização de barragens no Estado. A reunião aconteceu numa segunda-feira do meio do ano passado (9/7/18), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Apenas João Vitor Xavier, que era o relator e também presidente da Comissão de Minas e Energia, votou a favor de seu texto, que incorporava propostas do PL 3.695/16, de iniciativa popular, apresentado com a assinatura de 56.318 mineiros. Votaram contra a proposta os deputados Gil Pereira (PP), Tadeu Martins Leite (MDB) e Thiago Cota (MDB).

Derrubadas restrições para barragens de rejeitos
Comissão rejeita parecer que aumentava restrições a barragens
 
Com a rejeição de seu texto, o presidente da Comissão de Minas e Energia designou o vice-presidente, deputado Bosco (Avante), como o novo relator. Ele terá o prazo de dois dias para apresentar novo relatório. Bosco não estava presente na reunião desta segunda.

Integrantes do Movimento “Mar de Lama Nunca Mais”, que coletaram as assinaturas em favor do projeto de iniciativa popular, acompanharam a reunião e fixaram cruzes de papel nos vidros que separam a galeria do ambiente ocupado pelos deputados. As cruzes traziam os nomes de vítimas fatais da tragédia de Mariana (Região Central), onde o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, destruiu o povoado de Bento Rodriguese, em novembro de 2015.

“Perde o Estado de Minas Gerais, perde o meio ambiente. O projeto da sociedade foi derrotado. Essa Casa derrotou o projeto ‘Mar de Lama Nunca Mais’ pela segunda vez. Primeiro com um substitutivo (texto anterior) e agora nessa votação”, afirmou João Vitor Xavier. Os deputados que votaram contra o parecer não se pronunciaram durante a reunião.

Também acompanharam a reunião três promotores de Justiça, entre os quais a coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do Ministério Público, Andressa de Oliveira Lanchotti. De acordo com João Vitor Xavier, os promotores contribuíram para a elaboração do parecer, por meio de duas notas técnicas, que foram parcialmente incorporadas.

Antes da votação do parecer, o deputado Cássio Soares (PSD) apresentou requerimento para adiamento da discussão por três dias, mas também foi derrotado.

Proposta derrotada criava novas restrições para barragens de rejeitos

O parecer rejeitado recomendava a aprovação do PL 3.676/16, de autoria da Comissão Extraordinária das Barragens, na forma do substitutivo nº 1 (novo texto), com a rejeição da proposta aprovada pelo Plenário da ALMG, em 1º turno.

O projeto institui a Política Estadual de Segurança de Barragens, a ser implementada de forma articulada com a Política Nacional de Segurança de Barragens estabelecida pela Lei Federal 12.334, de 2010, e com as Políticas Nacional e Estadual de Meio Ambiente.

A proposta de João Vitor Xavier proibia novos licenciamentos de alteamentos de barragens, processo em que o próprio rejeito é utilizado na ampliação dessas estruturas. A proposta também criava novas restrições para barragens de rejeitos.

Durante a reunião, o presidente da Comissão de Minas e Energia defendeu que o Estado deixe de construir barragens de rejeitos, trocando essas estruturas pelo método de empilhamento a seco. “Pequenas empresas já fazem assim. As grandes também podem fazer”, afirmou.

O parecer rejeitado também proibia alterações na geometria da barragem, salvo se ela for objeto de novo licenciamento ambiental. Também era exigido cumprimento rigoroso de prazos nas licenças prévia e de operação e projetos conceituais definidos e explicitados à população atingida.

Entre outros pontos, o empreendedor também deveria apresentar proposta de caução ambiental, para garantir a recuperação socioambiental para casos de sinistro; estudos sobre o risco geológico, estrutural e sísmico, bem como para a obtenção da licença de instalação; e o plano de desativação da barragem.

Por fim, também proibia a construção de barragens onde, a jusante, existissem comunidades. Determinava ainda que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) incluíssem avaliação das condições sociais e econômicas das populações afetadas, além de identificar os impactos das barragens no patrimônio cultural, material e imaterial.

Veja reportagem da TV local no vídeo abaixo:



Bolsonaro se recupera de cirurgia e deve ter alta em 10 dias
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro se recupera de cirurgia e deve ter alta em 10 dias

Após sete horas de cirurgia, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve a bolsa de colostomia retirada nesta segunda-feira, 28, e o trânsito intestinal finalmente reconstruído quase cinco meses após ser atingido por uma facada. Segundo boletim médico divulgado no fim da tarde pelo Hospital Israelita Albert Einstein, a operação ocorreu sem complicações e, após a cirurgia, o presidente foi encaminhado para a UTI do hospital onde, até a noite desta segunda, seguia em condição estável, consciente e sem dor.

Uma hora depois de concluída a cirurgia, o presidente manifestou em seu Twitter que estava bem. Postou três emojis: um com a bandeira do Brasil, outro com uma mão fazendo sinal de positivo e um terceiro com duas mãos juntas agradecendo.

A operação, iniciada às 8h30 e concluída às 15h30, durou o dobro do previsto por causa de inúmeras aderências intestinais encontradas no abdome do presidente. A condição, decorrente das duas cirurgias anteriores, ocorre quando tecidos de cicatrização das alças do intestino "grudam" em outras partes do órgão, o que pode levar à obstrução intestinal.

Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, a quantidade de aderências exigiu que os cirurgiões fizessem "uma verdadeira obra de arte" para poder remover todas elas e reparar o intestino de Bolsonaro. "A cirurgia foi conduzida de uma forma muito especial, muito cuidadosa, devido à quantidade muito grande de aderências", afirmou o porta-voz, em coletiva de imprensa no Hospital Albert Einstein, horas depois da cirurgia.

Durante a cirurgia, foi necessária a retirada de uma parte do intestino grosso chamada de cólon ascendente ou direito. "Foi removido por segurança", disse o cirurgião chefe da equipe, Antônio Luiz Macedo.

Com extensão de 15 a 20 centímetros, o cólon ascendente era a parte do intestino que havia sido exteriorizada até a parede abdominal para a saída de fezes até a bolsa coletora.

Com a retirada dessa parte, a costura interna feita para restabelecer o trânsito intestinal foi feita entre o íleo (última parte do intestino delgado) e o cólon transverso (veja detalhes na ilustração ao lado).

Macedo não explicou quais seriam as questões de segurança que levaram à remoção do cólon ascendente, mas, segundo cirurgiões ouvidos pela reportagem, essa opção pode ser feita quando o tecido do cólon ascendente está deteriorado ou com muitas aderências ou então pelo fato de a costura entre o íleo e o cólon ser menos propensa ao rompimento dos pontos do que uma costura entre o cólon ascendente e o transverso. "Enquanto a probabilidade de rompimento da sutura é de 2% no caso de ligação entre duas partes do cólon, o índice cai para 1% quando ela é feita entre o íleo e o cólon", afirma Fábio Guilherme de Campos, professor da Faculdade de Medicina da USP e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia.

De acordo com o especialista, a retirada dessa parte do intestino grosso tem poucas consequências para o paciente. "O que pode acontecer é o paciente evacuar um pouco mais do que evacuava antes, mas é uma mudança pequena na frequência e, com o tempo, o intestino vai se adaptando", diz ele.

Volta ao trabalho

Ainda na entrevista coletiva, Rêgo Barros confirmou que Bolsonaro ficará em repouso por 48 horas e, na quarta-feira, retomará as atividades de presidente, em gabinete montado no hospital. A previsão é de que Bolsonaro tenha alta em dez dias. No entanto, disse o porta-voz, a depender da evolução do quadro do presidente, esse período poderá ser menor.

Como o jornal O Estado de S. Paulo mostrou no último domingo, 27, para que um paciente submetido a esse tipo de cirurgia tenha alta, é necessário que o intestino volte a funcionar normalmente. A reintroducação alimentar é feita aos poucos e espera-se que o operado volte a evacuar cerca de seis dias depois da cirurgia.

O porta-voz afirmou também que a equipe médica não lhe informou nenhuma limitação física do presidente como decorrência da cirurgia.

Acompanharam Bolsonaro no hospital a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e três dos seus cinco filhos: Eduardo, Carlos e Renan.

Bolsonaro usava a bolsa de colostomia desde o dia 6 de setembro, quando levou uma facada em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Engenheiros que atestaram segurança em Brumadinho são presos
Autor
Adriano Roberto

Engenheiros que atestaram segurança em Brumadinho são presos

Dois engenheiros foram presos na manhã desta terça-feira (29), em São Paulo, após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais expedir mandados de prisão, no último domingo (27) - dois dias depois do rompimento da Barragem Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). A detenção foi cumprida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil do estado. Em Minas, também foram cumpridos outros três mandados de prisão.

De acordo com o G1,  Makoto Namba e André Yum Yassuda foram presos no bairros de Moema e Vila Mariana, localizados na Zona Sul da capital paulista. Eles foram levados para a sede da Polícia Civil e devem ser ecaminhados para Minas Ainda não há informações sobre as prisões em MG. As ordens são de prisão temporária, com validade de 30 dias.

As ações, em SP, estão sendo coordenadas por promotores do núcleo da capital do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo, e pelo Departamento de Capturas (Decade) da Polícia Civil paulista.

A operação também conta com o apoio da Polícia Federal de São Paulo, que cumpre dois mandados de busca e apreensão em empresas que prestaram serviços para a Vale. A corporação vai investigar se houve fraude em documentos técnicos feitos por empresas contratadas pela corporação. 

Por meio de nota, a Vale, disse que está colaborando plenamente com as autoridades, além de dar apoio às famílias atingidas.



Após mais de 8 horas, cirurgia de Bolsonaro termina com êxito em SP
Autor
Adriano Roberto

Após mais de 8 horas, cirurgia de Bolsonaro termina com êxito em SP

De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o procedimento ocorreu "com êxito". "O boletim médico será divulgado tão logo seja autorizado pela equipe médica", afirmou.

Às 17h haverá briefing à imprensa com o porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde o presidente está internado.

Esta é a terceira cirurgia à qual ele é submetido desde que sofreu uma facada, em setembro de 2018, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

Bolsonaro foi internado na manhã de domingo (27) para a realização de exames pré-operatórios e permanecerá no hospital pelos próximos dez dias.

A primeira-dama, Michelle, e dois dos cinco filhos do presidente -o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)-, estão no Einstein.

Carlos, o mais próximo ao pai, permaneceu o tempo todo no centro cirúrgico.

A Presidência foi assumida na manhã desta segunda pelo vice, general Hamilton Mourão, que ficará no cargo nas primeiras 48 horas seguintes à operação.

Bolsonaro deve voltar a despachar a partir de quarta (30) e contará com um gabinete provisório em uma sala no Einstein, no mesmo andar do quarto em que está internado.

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional), sob o comando do general Augusto Heleno, montou uma estrutura para que o presidente possa manter a rotina de despachos.

O Palácio do Planalto trouxe à capital paulista auxiliares técnicos e que dão suporte jurídico para a tomada de decisões do chefe do Executivo.

O escritório improvisado contará com um computador com internet, uma impressora e um telefone fixo. O espaço permitirá ainda que Bolsonaro se comunique com ministros e outros auxiliares que estejam fora de São Paulo por meio de videoconferência.

O governo trouxe também assessores de comunicação, como o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, para a realização de informações diárias sobre a saúde do presidente e atos do Executivo. Com informações da Folhapress.



Esquerda de PE é mais perigosa que Bolsonaro imagina
Autor
Adriano Roberto

Esquerda de PE é mais perigosa que Bolsonaro imagina

Por Paulo de Tarso Almeida Saihg

O perigo da esquerda é real. Tiveram o primeiro sucesso dentro do próprio governo de Bolsonaro. Conseguiram enganar o Ministro Onix que nomeou um esquerdista para Presidir a FUNDAJ.

O esquerdista agora está dizendo que não o é apesar de ter sido Secretário de João Paulo ex-PT hoje PC do B, e de ser amigo pessoal deste até hoje. Claro que ele não está filiado a Partido de esquerda mas não precisa basta ter a afinidade que tem.

BOLSONARO cuidado! Colocaram seu Governo para dormir com o inimigo.

E os aliados quando serão nomeados? 

A esquerda já implacou sua nomeação dentro do Governo Federal e os aliados do PSL e PRTB vão ficar de fora?

Sr Presidente da República V. Exa. está sendo enganado por "fogo amigo". Cuidado que serão estes "amigos" que poderão lhe causar os maiores problemas, muito maior que a Globo e a imprensa vendida a esquerda.

Paulo de Tarso Almeida Saihg é advogado empresarial.



Cirurgia de Bolsonaro passa do prazo e já dura mais de cinco horas
Autor
Adriano Roberto

Cirurgia de Bolsonaro passa do prazo e já dura mais de cinco horas

Acirurgia de Jair Bolsonaro começou às 6h30 desta segunda-feira (28), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O presidente é operado para retirar a bolsa de colostomia e religar o trânsito intestinal. O procedimento consiste em abrir o abdome e religar as duas pontas do intestino grosso, hoje separadas.

Segundo o cirurgião Antônio Luiz Macedo, que o acompanha, o procedimento será feito sob anestesia geral e deve levar cerca de três horas. No entanto, a operação já dura mais de cinco horas. A equipe médica avisou que "está correndo tudo bem", de acordo com a assessoria do Palácio do Planalto.

O médico diz que o presidente permanecerá internado no hospital por pelo menos dez dias - o vice Hamilton Mourão assumirá a Presidência durante a cirurgia e nas 48 horas após o procedimento.

Além de Macedo, oito profissionais participam do procedimento: dois cirurgiões auxiliares, uma instrumentadora, dois anestesistas, uma enfermeira e dois técnicos de enfermagem.



Entre as 45 barragens com risco de romper está a de Jucazinho no Agreste de PE
Autor
Adriano Roberto

Entre as 45 barragens com risco de romper está a de Jucazinho no Agreste de PE

O rompimento de barragens no Brasil, como aconteceu com a de Brumadinho, MG está fazendo com que os técnicos do Governo Federal se voltem para o estudo completo das construções que possam estar em situação de perigo no país.

O último relatório sobre segurança de barragens, divulgado no fim de novembro do ano passado pela Agência Nacional de Águas (ANA), listava ao menos 45 barragens com grande risco de rompimento, quase o dobro do número registrado no ano anterior.

Dentre estas barragens está a de Jucazinho, terceiro maior reservatório do Estado, com capacidade para 327 milhões de metros cúbicos de água, integra a lista de obras com estruturas físicas comprometidas. Localizado em Surubim, no Agreste pernambucano, Jucazinho apresenta fissuras e deterioração no concreto.

Hoje o sistema abastece algumas cidades da região, entre elas Santa Cruz do Capibaribe, Riacho das Almas, Cumaru e Gravatá. O Governo do Estado, através da Compesa alega que a manutenção da barragem está a cargo do DNOCS, Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão que era vinculado ao Ministério da Integração. Agora é preciso que nós, pernambucanos, reforcemos o alerta para as autoridades do Governo Federal, quanto este iminente perigo.



Governo de MG diz que avião de Israel chega em BH às 21h30
Autor
Adriano Roberto

Governo de MG diz que avião de Israel chega em BH às 21h30

Israel enviou ao Brasil uma tropa de 130 soldados para ajudar nas  buscas por vítimas da tragédia de Brumadinho. Parte da cidade está sob lama e rejeitos após o rompimento de barragem da mineiradora Vale na tarde se sexta-feira (25).  

Jair Bolsonaro deu detalhes das conversas com Israel e da missão dos soldados em Brumadinho em seu Twitter.

Ele ainda disse que, além dos soldados, estão sendo enviados ao Brasil "16 toneladas de equipamentos destinados a busca de desaparecidos" na tragédia na cidade mineira. Também fazem parte da missão médicos, engenheiros e especialistas. 

A Força de Defesa de Israel também usou as redes sociais para falar sobre a vinda para a cidade mineira. Eles mostraram uma reunião da equipe antes do embarque para o Brasil e uma foto dos soldados que fazem parte da missão. "Salvar vidas não é sobre o quão longa é a distância, mas até onde você está disposto a ir", foi a legenda da imagem. 

Na tarde de sábado (26), autoridades e governantes comentaram em entrevista coletiva a ajuda de Israel nas buscas por vítimas após o rompimento da barragem da Vale. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o comandante do Corpo de Bombeiros do estados, Cel Estevão, citaram que o país conta com tecnologia que pode ajudar a encontrar vítimas, já que com tais aparelhos é possível identificar um corpo a cerca de 4 metros de profundidade. 

Pelas redes sociais, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu também comentou a conversa com Jair Bolsonaro sobre o envio de tropas ao Brasil. "Eu ofereci que Israel poderia mandar ajuda ao local do desastre e assistência para as buscas. Ele me agradeceu e aceitou a oferta", escreveu o parlamentar.  

Até o momento foram contabilizados 37 mortos na tragédia na cidade mineira e centenas ainda estão desaparecidos. Na manhã deste domingo, as buscas tiveram de ser interrompidas pois há o risco de um novo rompimento de barragem. 

Por volta de 5h30 da manhã, sirenes de alerta foram acionadas e os moradores imediatamente passaram a ser deslocadas para pontos mais altos da cidade. Em comunicado oficial, a Vale informou que as sirenes foram acionadas depois que um aumento dos níveis de água na barragem VI, que faz parte do complexo de  Brumadinho , foi identificado.



Procurador do Rio acusado de vazar informações para incriminar Flávio Bolsonaro
Autor
Adriano Roberto

Procurador do Rio acusado de vazar informações para incriminar Flávio Bolsonaro

O escritório de advocacia Adão Paiani & Advogados Associados, representado pelo advogado Adão José Correa Paiani entrou com uma ação no Conselho Nacional do Ministério Público, endereçada à procuradora-geral da República, Rachel Dodge, sobre o suposto vazamentos de informações sobre as investigações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que envolvem o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) e correm em segredo de justiça. 

O advogado denuncia o encontro entre o procurador-geral do Ministério Público do Rio de Janeiro, José Eduardo Gussem, e o jornalista Octávio Guedes, da GloboNews. De acordo com a ação, o procurador teria vazado informações sigilosas com o intuito de prejudicar Flávio Bolsonaro .

A ação diz que as fotos mostrando o almoço entre os dois "na antevéspera do vazamento de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( COAF ) sobre a movimentação financeira do deputado estadual, e Senador da República Eleito, Flávio Bolsonaro; e de declarações do próprio Procurador-Geral de que o referido parlamentar estaria sendo investigado pelo MP-RJ, juntamente com outros 26 deputados estaduais; mas com inegável ênfase no seu nome, aparentemente pelo fato de tratar-se do filho do Presidente da República."

O documento ainda reitera que nenhuma das partes negou os "objetivos" da reunião. "O jornalista Octávio Guede, da GloboNews, inclusive, afirmou em declaração veiculada pela emissora na qual trabalha que estava 'atrás de informações', 'ouviu vários especialistas, aproveitando pra ouvir também o Gussem'; e 'não revelou nada que está sob sigilo, mas até poderia', o que faz presumir, evidentemente, que recebeu informações abrigadas sob sigilo de parte do seu interlocutor", diz a ação.

O advogado ainda diz que a conduta do procurador foi "antiética, imoral e ilegal" e acusa a GloboNews de ser um "veículo de imprensa notoriamente engajado na persecução pessoal e política do Presidente da República, de seus familiares e demais integrantes de seu campo político". 

Ao final da ação, o advogado pede que o Conselho Nacional do Ministério Público que seja suspensa a prática de qualquer ato representado por Gussem e ainda diz que o órgão deve aplicar medidas disciplinares ao procurador.

De acordo com o advogado Adelmo Emerenciano, Professor da EDB, Mestre e Doutor em Direito, “o direcionamento e a espetacularização de investigações em curso desmoraliza a autoridade pública que é a primeira que deve zelar pelo respeito à lei fortalecendo a consciência republicana do povo.

Se provado que dados sigilosos das investigações foram divulgados, poderá ter ocorrido, em tese, violação ao artigo 325 do Código Penal brasileiro que tipifica a violação de sigilo funcional . Mas isso dependerá, se for admitido o requerimento, das apurações requeridas."

Em entrevista recente, Flávio Bolsonaro falou sobre o encontro de Gussem com o repórter. De acordo com senador eleito, existem "muitas coisas estranhas, ilegalidades flagrantes, claras" nas investigações no Ministério Público.