Blog do Adriano Roberto


Caixa inicia hoje campanha de arrecadação de alimentos
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Adriano Roberto

Caixa inicia hoje campanha de arrecadação de alimentos

Agências da Caixa de todo o país servirão, a partir de hoje (26), de pontos de coleta de alimentos não perecíveis, conforme anunciado pelo presidente do banco, Pedro Guimarães, na última sexta-feira (23).

A campanha de arrecadação integra o programa Caixa Solidária e tem, por objetivo, beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade. A Caixa ressalta que 4,2 mil agências participam da campanha, mas apenas como pontos de coleta - e que, portanto, não haverá distribuição de alimentos nesses espaços.

O recolhimento e a distribuição dos alimentos será feita por meio de uma parceria com o programa Pátria Voluntária, do Governo Federal, e beneficiará instituições contempladas no âmbito do projeto Brasil Acolhedor. A lista com o nome das instituições que receberão os alimentos será divulgada regionalmente ainda nesta semana.

De acordo com a Caixa, a expectativa é doar 160 toneladas de mantimentos em 2021. O número faz alusão aos 160 anos da Caixa, comemorados no dia 12 de janeiro.

“Além disso, a Caixa destinará R$ 50 milhões de seu Fundo Socioambiental anualmente para apoio a projetos de preservação de florestas e parques em todos os biomas brasileiros”, informou, em nota, o banco, referindo-se ao programa Caixa Refloresta, que pretende plantar 10 milhões de árvores em cinco anos.



Denúncia de Allan dos Santos sobre maletas de espionagem em Brasília há 8 meses se confirma
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Adriano Roberto

Denúncia de Allan dos Santos sobre maletas de espionagem em Brasília há 8 meses se confirma

Há cerca de 8 meses o jornalista Allan dos Santos, do Terça Livre, denunciava um esquema de espionagem contra o presidente Jair Bolsonaro. O jornalista alertou que escutas foram instaladas para interceptar as conversas do mandatário.

Neste domingo (25), após meses de atraso, o caso veio à tona na grande mídia. De acordo com a Veja, o serviço de inteligência do Governo Federal emitiu alerta ao Palácio do Planalto e a ministros do presidente Bolsonaro sobre a identificação de sinais de maletas de grampo na Esplanada. As maletas de espionagem simulam torres de celular e permitem interceptar o aparelho.

Allan dos Santos foi ridicularizado e chamado até mesmo de “lunático” quando expôs a existência de um conluio para cassar o presidente da República.

Conforme a denúncia do jornalista, a empresa Rohde & Schwarz foi contratada por um funcionário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chamado Igor Tobias para fazer uma varredura em Brasília.

A partir disso, foram descobertas maletas de escuta telefônica em três locais: Nas embaixadas da Coréia do Norte e da China e na casa do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido como “Kakay” – o advogado mora na região da QL-4, todas em Brasília.

Mesmo diante da descoberta das maletas, o TSE não comunicou o Governo Federal, o que, segundo Allan dos Santos, comprovou a existência de um conluio entre os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ex-presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O plano seria cassar o presidente da República no TSE utilizando todas as “provas” das buscas e apreensões que ocorreram nos inquéritos das “fake news” e dos “atos antidemocráticos”.

“Recebi a informação de que houve uma reunião na QL-4 com Barroso, Davi Alcolumbre, Rodrigo Maia, um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e um ministro o Tribunal de Contas da União (TCU) que planejava fazer alguma coisa contra o presidente e contra seus apoiadores”, explicou Allan dos Santos em entrevista ao Pingos nos Is à época.

“Como eu queria comprovar essas informações, uma fonte minha em Brasília conseguiu esse relatório [sobre a empresa Rohde & Schwarz]. Questionei se alguém no TSE tinha avisado o presidente da República. A informação que recebi era de que não: ninguém avisou nada, o que comprovou todas as informações que eu já tinha recebido sobre o conluio”, disse o jornalista.

Após as denúncias, o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) protocolou requerimento junto a Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo investigações sobre o caso. O processo está parado na PGR até hoje.



Marco Aurélio manda ao plenário do STF ação contra Bolsonaro por possível omissão na pandemia
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Adriano Roberto

Marco Aurélio manda ao plenário do STF ação contra Bolsonaro por possível omissão na pandemia

O ministro Marco Aurélio Mello resolveu enviar ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira, 23, uma ação protocolada pelo PSOL e PCdoB contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Alegando que houve “omissão e descaso” do presidente no enfrentamento à pandemia no país, os partidos pedem ao STF que obrigue Bolsonaro a instituir uma comissão independente, formada por representantes da União, dos governos estaduais e da comunidade científica, para coordenar o combate da doença no Brasil.

Além de pedir a organização da comissão autônoma, os partidos exigem que o comitê tenha permissão para “adotar todas as medidas necessárias de contenção e isolamento social, até o extremo de um lockdown nacional” e “recomendar iniciativas legislativas visando à promoção de medidas econômicas”.

Na ação, as siglas apontam supostas omissões inconstitucionais de Bolsonaro, como iniciativas do presidente “de menosprezo à gravidade da pandemia” e “de boicote ou retardamento de providências imprescindíveis e urgentes para a atenuação de seus efeitos”. “A condução do governo federal, ao longo do alastramento do vírus pelo Brasil, é análoga à do governo colaboracionista do general Pétain na ocupação da França pelos nazistas, no curso da Segunda Guerra Mundial.

A diferença é que o governo brasileiro tem, ainda hoje, o apoio de uma fração expressiva da população, que aceita as fantasmáticas alegações que o confronto com os vírus será vencido pela fé e pela coragem”, registra a petição enviada ao Supremo.

De acordo com os partidos, o pedido trata-se de um caso de “excepcional urgência” considerando o contexto da calamidade pública e o “colaboracionismo explicitamente assumido pelo presidente para o avanço exponencial da contaminação e da letalidade em escala social”.

Por isso, no despacho desta sexta, Marco Aurélio invocou o dispositivo que determina que a Corte analise a medida cautelar em “caso de excepcional urgência e relevância da matéria”. O ministro também estipulou o prazo de cinco dias para que a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República se manifestem sobre o pedido do PSOL e do PCdoB.



Bolsonaro fala em acionar Exército se caos for instaurado por causa da fome
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Adriano Roberto

Bolsonaro fala em acionar Exército se caos for instaurado por causa da fome

O presidente Jair Bolsonaro declarou ter plano para acionar as Forças Armadas caso as medidas restritivas provoquem caos no país. A afirmação foi feita na sexta-feira (23), em entrevista ao programa Alerta Especial, da Rede TV!.

“Se tivermos problemas nós temos um plano de como entrar em campo. E eu tenho falado. As nossas Forças Armadas, se precisar, irão para as ruas, não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5º da Constituição”, afirmou.

O chefe do Executivo mencionou o artigo 142 da Constituição Federal, dizendo que, se aplicado, não se trataria de uma intervenção. “Ele [o artigo 142] fala da Lei e da Ordem. Não é para a gente intervir. Eu me preparo para um caos no Brasil. Essa política de quarentena, ‘fique em casa’, toque de recolher, é um absurdo”.

O Artigo 142 diz o seguinte:

“As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

Segundo o presidente da República, as Forças Armadas podem ir às ruas, “dentro das quatro linhas da Constituição, para fazer cumprir o Artigo 5º: Direito de ir e vir, acabar com essa covardia de toque de recolher, [defender o] direito ao trabalho, direito à liberdade religiosa. Cumprir tudo aquilo que está sendo descumprido por parte de alguns governadores e alguns poucos prefeitos, mas atrapalha toda a sociedade”. Para Jair Bolsonaro, o Supremo Tribunal Federal (STF) delegou poderes excessivos para estados e municípios.

Todos os ministros estariam cientes do que fazer se um “caos generalizado” se espalhar pelo Brasil devido à fome. “Eu estou junto com meus 23 ministros, de Damares a Braga Netto, praticamente conversados sobre isso, o que fazer se um caos generalizado se implantar no Brasil pela fome”, salientou o presidente.

Assista à entrevista



Brasil aplicou 1ª dose de vacina contra covid em 29 milhões de pessoas
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Adriano Roberto

Brasil aplicou 1ª dose de vacina contra covid em 29 milhões de pessoas

O Brasil aplicou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 29.028.693 pessoas até as 20h07 de domingo (25.abr.2021). Dessas, 12.573.328 receberam a 2ª dose. Ao todo, 41.591.338 doses foram administradas no país.

Os dados são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam dados das secretarias estaduais de Saúde.

OS DADOS

Os dados mostrados neste post são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam os números de vacinação divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde.

O Ministério da Saúde também dispõe de uma plataforma que divulga dados sobre a vacinação: o Localiza SUS. Contudo, os números demoram mais para ser atualizados.

A plataforma do ministério depende de Estados e municípios preencherem os dados –de acordo com os critérios do governo federal– e enviarem à pasta. Quando uma dose é aplicada, as cidades e os Estados têm 48h para informar ao ministério.



Ter muito e ter nenhum por Adelson Veras
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Adriano Roberto

Ter muito e ter nenhum por Adelson Veras

Apesar de ter intenção, de disputar o governo do Estado em 2022, Miguel Coelho (MDB), Raquel Lyra (PSDB) e "Sassá Mutema" (PL), prefeitos de Petrolina, Caruaru e Jaboatão respectivamente pela oposição, podem não passar de "chuva de verão".

No DEM e CIDADANIA, ninguém está disposto a entrar na disputa por cargos majoritários, preferem focar na disputa por vaga na Câmara Federal. Há variedade de nomes na oposição, mas também tem seu lado ruim. Tem pretendentes para cabeça de chapa, mas falta nomes para vice e Senado.

O ex senador Armando Monteiro (PSDB), e Mendonça Filho (DEM), já sinalizaram que devem tentar retornar à Câmara Federal, o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), deseja renovar o mandato. Difícil mesmo é um dos prefeitos renunciar o mandato para arriscar uma vaga de vice ou Senado.

"Na política é assim, quem tem nomes de mais, de repente não tem nenhum, e assim a boiada vai passando".



Revista Oeste vence a primeira batalha na luta contra a censura das agências de checagem
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Adriano Roberto

Revista Oeste vence a primeira batalha na luta contra a censura das agências de checagem

Nesta sexta-feira, 23, o juiz Marcelo Augusto Oliveira, da 41ª Vara Cível de São Paulo, determinou que a agência de checagem Aos Fatos exclua os textos em que qualifica de fake news duas reportagens de Oeste. Na ação, a primeira do gênero no Brasil, ficou provado que essas agências atuam como controladoras do que é publicado nas redes sociais e em órgãos da imprensa, decidindo o que pode ou não ser lido.

É muito poder para um pequeno grupo que, na prática, tacha de fake news aquilo que contradiz o que considera uma verdade absoluta, informou um dos textos sobre o caso.

“Tem todo direito o jornalista de informar fatos distintos de outro veículo jornalístico, e de discordar, debater ou contradizer o conteúdo de determinada matéria já publicada. Isso é absolutamente próprio de qualquer regime democrático”, escreveu o juiz. “O que se vê, contudo, nas publicações de autoria da requerida, é que o jornalista foi bem mais além: ele não apenas discordou da informação contida nas publicações da autora, como também já lhe atribuiu caráter de falsidade logo no título da reportagem, com o nítido propósito de retirar-lhe a credibilidade perante os leitores, sem a mínima cautela.”

O magistrado também constatou que “o tom adotado é mesmo agressivo, e toma para si o monopólio da verdade do conteúdo tratado, como se qualquer outra reportagem em sentido diverso fosse genuinamente mentirosa”, escreveu. “Posto isso, defiro a tutela de urgência pleiteada, para o exato fim de determinar que a requerida exclua das publicações correspondentes […] qualquer menção de que os conteúdos ali tratados são falsos, mentirosos ou que constituem as chamadas fake news”.

O prazo é de 48 horas a contar do recebimento da intimação. Caso contrário, será cobrada multa diária de mil reais.

“A decisão do magistrado é irretocável, confirma o que Rui Barbosa há muito dizia: a liberdade de imprensa é a mais necessária”, afirmou Alexandre Fidalgo, advogado de Oeste. “Infelizmente, temos de recorrer ao Poder Judiciário para fazer valer direito fundamental já expressamente reconhecido no século 18, com a Declaração dos Direitos do Homem, cujo artigo 19 registra: ‘A livre comunicação dos pensamentos e das opiniões é um dos direitos mais preciosos do homem; todo cidadão pode, por conseguinte, falar, escrever, imprimir livremente’.”

“Na democracia”, concluiu Fidalgo, “não há monopólio da verdade; já na obra de George Orwell…” Foi uma oportuníssima referência ao livro 1984, que descreve uma sociedade subjugada pelo autoritarismo de seu governante.



Sisu: Terminam hoje os prazos para matrículas na primeira convocação
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Adriano Roberto

Sisu: Terminam hoje os prazos para matrículas na primeira convocação

Termina hoje (23) o prazo para manifestação de interesse na lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2021/1. A inclusão nessa lista pode ser solicitada apenas por quem se inscreveu no SiSU 2021/1 e não foi classificado em nenhuma das duas opções de curso escolhidas. O candidato deve fazer seu login na página da seleção e escolher para qual das graduações deseja concorrer.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a relação dos candidatos que manifestarem interesse será repassada para as instituições participantes do SiSU 2021/1 e será de responsabilidade delas a realização das próximas chamadas da seleção. Essas convocações serão feitas nas próprias páginas das instituições de ensino, conforme calendários definidos por elas e diante da disponibilidade de vagas a serem preenchidas.

Matrículas

Também se encerram nesta sexta-feira (23) o prazo para matrícula dos aprovados na primeira chamada do SiSU 2021/1. Os convocados que deixaram para a última hora devem consultar o site do Sisu e a página da instituição para a qual foram classificados para conferir os documentos necessários para ingressar na instituição selecionada.

Vagas

Ao todo 206.609 vagas foram oferecidas pelo SiSU 2021/1 em 5.571 cursos superiores, de 109 instituições públicas e que contemplam graduações presenciais e a distância. No caso das instituições federais, obrigatoriamente, pelo menos 50% de suas vagas foram oferecidas por meio do sistema de cotas, lei federal que reserva oportunidades aos estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas (havendo percentual para pretos, pardos e indígenas e pessoas com deficiência). Nas demais instituições participantes do Sisu, a oferta de vagas ou não pela Lei de Cotas ficou a critério delas. Algumas adotaram o mesmo modelo das federais, outras definiram suas próprias ações afirmativas.



Orçamento 2021 é sancionado; Educação, Economia e Defesa têm maiores bloqueios
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Adriano Roberto

Orçamento 2021 é sancionado; Educação, Economia e Defesa têm maiores bloqueios

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (22) a lei orçamentária de 2021 com veto a R$ 19,767 bilhões, cancelados definitivamente, e bloqueio adicional de R$ 9,3 bilhões em despesas discricionárias, que podem ser liberados no decorrer deste ano. Os maiores bloqueios foram nos ministérios da Educação (2,7 bilhões), Economia (R$ 1,4 bilhão) e Defesa (R$ 1,3 bilhão).

Somando os cancelamentos e bloqueios, o Orçamento perdeu R$ 29,1 bilhões em comparação com o projeto aprovado pelo Congresso em março. No entanto, o Executivo já encaminhou ao Congresso projeto de lei de crédito suplementar de R$ 19,768 bilhões que na prática repõe os valores vetados.

Ao explicar as razões do veto, o presidente argumentou que os estudos técnicos indicam uma insuficiência de espaço no teto de gastos para atender despesas obrigatórias e do orçamento impositivo.

Criação de Cargos

Entre os recursos vetados estão R$ 10,5 bilhões de emendas de relator, em áreas de Infraestrutura, Desenvolvimento Regional, Cidadania, Justiça, Agricultura, Turismo e Ciência e Tecnologia. Entre outros gastos, foram vetados R$ 38 milhões para criação de cargos de bombeiros do Distrito Federal e R$ 45 milhões para criação de cargos da Polícia Militar do Distrito Federal, com um total de R$ 83,1 milhões.

Antes, o Poder Executivo já havia sancionado o PLN 2/21 (Lei 14143/21), aprovado na segunda-feira pelo Congresso, que tornou viável a sanção do Orçamento ao permitir a abertura de créditos extraordinários para programas emergenciais. O governo deve destinar R$ 10 bilhões para o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) e mais R$ 5 bilhões para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), segundo o Ministério da Economia.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Atividades religiosas reconhecidas como serviço essencial na Alepe
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Adriano Roberto

Atividades religiosas reconhecidas como serviço essencial na Alepe

As atividades religiosas foram reconhecidas como essenciais no estado de Pernambuco, o que permite a realização de liturgias presenciais em momentos de calamidade pública. A proposição que traz a nova abordagem foi aprovada pelo Plenário da Assembleia Legislativa, nesta quinta. O texto prevê que os encontros devem respeitar as orientações das autoridades competentes e que o Poder Executivo pode restringir as reuniões presenciais, em situações extremas.

A regulamentação da proposta também ficou sob responsabilidade do Governo do Estado. O substitutivo aprovado é de autoria da Comissão de Administração Pública, que alterou uma proposta inicial do deputado Pastor Cleiton Collins, do PP, um dos principais defensores da iniciativa. “Nós não estamos lutando por aglomeração, nós não estamos lutando para aglomerar, coisa nenhuma! Nós estamos lutando para continuar sendo aquilo que já foi reconhecido mundialmente, pela própria ONU, pela OMS, que a espiritualidade ela também é cura na vida das pessoas. Num momento de pandemia, as maiores ações humanitárias saem de dentro das igrejas abertas.”

Por outro lado, o deputado João Paulo, do PCdoB, se posicionou contrário à medida, afirmando que uma religião não deve se sobrepor à outra, nem sobre aqueles que não acreditam em nenhuma delas. Ele acrescentou que a suspensão dos rituais neste momento de pandemia é mais do que um ato de responsabilidade. “Uma vez que estariam dessa forma praticando um valor do cristianismo, que é a solidariedade com as outras pessoas. Já os líderes políticos que reivindicam permissão do Governo para aglomerar, não estão defendendo seus fiéis, estão, ao contrário, atrapalhando.”

A proposição, que foi aprovada com 46 votos favoráveis e dois contrários, segue agora para a sanção ou veto do governador Paulo Câmara.

A suspensão temporária da emissão de vistos pelo Consulado dos Estados Unidos no Recife foi o tema do pronunciamento do deputado Adalto Santos, do PSB. O parlamentar afirmou que enviou uma solicitação do Poder Legislativo para que a instituição possa atender de forma virtual e analisar os casos que não exigem o comparecimento do requerente.

O Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais, comemorado em 24 de abril, foi lembrado pela deputada Jô Cavalcanti, do mandato coletivo Juntas, do PSOL. Ela afirmou que apesar de alguns avanços na área de acessibilidade e inclusão, os surdos ainda enfrentam dificuldades de comunicação. A parlamentar citou, por exemplo, a ausência de tradutores nas escolas, teatros e nas comunicações oficiais.

O Dia da Terra, celebrado em 22 de abril, para chamar a atenção sobre os impactos sofridos pelo meio ambiente, foi registrado pela deputada Simone Santana, do PSB. Ela ressaltou a necessidade de esforços individuais, mas destacou a importância de lutas coletivas, como a preservação da Amazônia e a cobrança por posicionamentos firmes do Governo Federal.

O pedido para que toyoteiros, motoboys e fisioterapeutas tenham prioridade na vacinação contra a Covid-19 foi feito pelo deputado José Queiroz, do PDT. Ele também lamentou os altos índices de morte registrados no Brasil em função da doença.

A Operação Ragnarok, realizada pela Polícia Civil da Bahia contra a empresa que vendeu respiradores ao Consórcio do Nordeste, foi abordada pelo deputado Alberto Feitosa, do PSC. O parlamentar criticou a participação de Pernambuco na compra dos equipamentos. Segundo Feitosa, o Estado teria pago 15 milhões de reais antecipadamente, sem ter realizado licitação. “Sabe quanto tempo tinha de existência essa empresa? A empresa foi fundada em junho de 2019. Como é que nove governadores do Nordeste brasileiro pagam adiantado a uma empresa que tem um ano, com capital de 710 mil reais apenas?”

Em resposta, os deputados João Paulo, do PCdoB, e Tony Gel, do MDB, destacaram o contexto caótico da pandemia, em que gestores precisaram tomar decisões para salvar a vida da população. João Paulo acrescentou o agravante da falta de uma coordenação nacional das ações por parte do Governo Bolsonaro.



Pão francês só poderá ser comercializado por quilo, a partir de junho
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Adriano Roberto

Pão francês só poderá ser comercializado por quilo, a partir de junho

A partir do dia 1° de junho, o tradicional pão francês (ou pão de sal) deverá ser comercializado apenas pelo peso e não mais por valor unitário.

O preço do quilo do produto deverá ser afixado próximo ao balcão de venda, em local de fácil visualização pelo consumidor, além de ser grafado com dígitos de pelo menos 5 centímetros de altura.

As determinações sobre como o produto deve ser comercializado constam de uma portaria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicada hoje (23), no Diário Oficial da União.

A portaria acrescenta que a balança a ser utilizada deve ter, como característica, um medidor com divisão igual ou menor a cinco gramas, além da indicação de peso e preço a pagar.



Fenagri 2021 foi lançada durante debate  ao vivo para todo País
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Adriano Roberto

Fenagri 2021 foi lançada durante debate ao vivo para todo País

Depois de 35 anos de sucessivas e exitosas edições, a 28ª Feira Nacional de Agricultura Irrigada (Fenagri 2021), será realizada, pela primeira vez, de forma híbrida, com eventos online e parte da programação presencial, de 6 a 9 de outubro próximo no novo Pátio de Eventos Ana das Carrancas, em Petrolina - PE. A novidade foi confirmada na tarde desta quinta-feira (22), durante o debate de lançamento da feira, ao vivo para todo o País, no programa Agro 360, que foi transmitido pelo Canal Terraviva e também pelas redes sociais Instagram, YouTube e Facebook.

Considerada a maior feira de fruticultura irrigada da América Latina, a Fenagri, segundo o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que abriu os trabalhos, é uma vitrine para a promoção e realização de negócios, transferência de tecnologias e a divulgação, em todo o mundo, das potencialidades do Vale do São Francisco.

“Nesta edição, nosso foco será a ‘Agricultura Digital: Tecnologia e Inovação’ e a feira, em função da pandemia da Covid – 19, irá obedecer aos protocolos de segurança com medidas a exemplo da manutenção do distanciamento social, cumprimento de horários e acessos separados para visitantes e expositores, controle de público, além do uso obrigatório de máscaras e álcool gel”, ressaltou.

Em parceria com a Associação dos Produtores e Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco – Valexport, a prefeitura de Petrolina está montando uma vasta programação com destaque para mostra de produtos e serviços, fórum sobre as perspectivas do agronegócio brasileiro, workshop, seminário, minicursos e o Agritec, apresentando inovações do agronegócio regional.

A partir do tema do debate ‘O impacto do agronegócio no ODS 2 (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) - Fome Zero e Agricultura Sustentável Investimento Social Privado’, o presidente da Valexport, José Gualberto, lembrou que a feira, ao longo desses anos, ajudou a consolidar o Brasil como o terceiro maior produtor de frutas e um dos países que mais exporta em todo mundo.

“Nosso Vale produz hoje numa área de 250 mil hectares 2,4 milhões de toneladas de frutas que movimentam cerca de R$ 7,7 bilhões por ano.  Somente as culturas de uva e manga são responsáveis respectivamente por 98% e 87% das exportações do País”, acrescentou. Gualberto enfatizou ainda o potencial do Vale para a inserção de novas variedades de fruteiras e cobrou do Governo Federal mais crédito para os produtores e mais investimentos para a pesquisa agropecuária e extensão rural.

Participaram ainda do debate o ex-ministro da Agricultura e indicado ao Prêmio Nobel da Paz 2021, Alysson Paolinelli, o presidente da Caixa

Econômica Federal, Pedro Guimarães, Linda Pfeiffer (CEO - INMED Partnerships for Children), o diretor de Sustentabilidade da Bayer para América Latina, Eduardo Bastos e o produtor, ex-prefeito de Petrolina e ex-deputado federal, Guilherme Coelho, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados – Abrafrutas.

Até a realização da feira, em outubro, os organizadores irão realizar uma série de eventos de envolvimento e preparação a exemplo de um webinar (conferência online ao vivo) com o tema ‘A realidade ampliada do Nordeste - Transposição do Rio São Francisco’ que está programado para o próximo mês de julho.