Blog do Adriano Roberto


Se ele errou eu lamento como pai, mas terá que pagar, disse o presidente
Autor
Adriano Roberto

Se ele errou eu lamento como pai, mas terá que pagar, disse o presidente

Jair Bolsonaro concedeu entrevista à agência de notícias Bloomberg nesta quarta-feira (23), em Davos, na Suíça, e foi questionado sobre os escândalos envolvendo Flávio Bolsonaro, seu filho mais velho.

Ao responder, o presidente deixou claro que já considera a hipótese de que o deputado estadual e senador eleito tenha errado no âmbito do caso Coaf.

“Se por acaso ele errou, e isso for provado, eu me arrependo como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar”, disse Bolsonaro, no segundo dia do Fórum Econômico Mundial.

A Bloomberg escreveu ainda que a investigação sobre Flávio Bolsonaro pode “minar a agenda anticorrupção do presidente do Brasil”.

O Coaf apontou que Flávio Bolsonaro recebeu em sua conta depósitos fracionados no valor de R$ 2 mil cada, totalizando R$ 96 mil. Além disso, ele pagou um título da Caixa de R$ 1 milhão. O escândalo ainda envolve Fabrício Queiroz, ex-assessor do parlamentar, que fez movimentações financeiras atípicas de R$ 1,2 milhões, também segundo dados do órgão.



Concurso FAB 2019: ofertadas 55 vagas em diversas áreas
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Adriano Roberto

Concurso FAB 2019: ofertadas 55 vagas em diversas áreas

Foram publicados cinco editais da Aeronáutica (Concurso FAB 2019) que ofertam no total, 55 vagas para diversas áreas como Áreas de Apoio, Dentistas, Engenheiros, Farmacêuticos e Capelães. Apesar de serem regidos por editais separados, as etapas e o cronograma inicial das áreas são bem parecidos, conforme é possível ver ao longo deste artigo.

Aqueles que desejam ingressar na Aeronáutica devem garantir sua inscrição entre os dias 25 de janeiro e 20 de fevereiro, no site da FAB, sob o pagamento da taxa no valor de R$ 130,00. A prova objetiva tem previsão de acontecer no dia 05 de maio para todos os cargos.

Distribuição das vagas e requisitos

As 55 vagas ofertadas foram distribuídas entre os cinco editais da seguinte forma:

Capelães da Aeronáutica:
VAGAS: 2 vagas para Sacerdote Católico Apostólico Romano.
REQUISITOS: não ter menos de 30 nem completar 41 anos ano da matrícula; Bacharelado em Formação Teológica Regular.

Dentistas da Aeronáutica:
VAGAS: 11 vagas para Cirurgia BucoMaxilo-Facial, Dentística, Endodontia, Implantodontia, Odontologia para pacientes com Necessidades Especiais, Odontopediatria e Periodontia. 
REQUISITOS: não completar 36 anos no ano da matrícula; Nível superior em Odontologia.

Oficiais de Apoio: 
VAGAS: 17 vagas para Administração, Análise de Sistemas, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Enfermagem, Pedagogia, Psicologia, Serviços Jurídicos e Serviço Social. 
REQUISITOS: possuir no mínimo 18 e no máximo 32 anos em 31 de dezembro do ano da matrícula; Curso Superior, bacharelado ou licenciatura, na especialidade a que concorre. 

Farmacêuticos da Aeronáutica:
VAGAS: 5 vagas para Farmácia Bioquímica, Farmácia Hospitalar e Farmácia Industrial. 
REQUISITOS: não completar 36 anos no ano da matrícula; Nível superior em Farmácia.

Engenheiros da Aeronáutica:
VAGAS: 20 vagas para Engenharia Civil, da Computação, Eletrônica, Elétrica, Mecânica, Metalúrgica e de Telecomunicações. 
REQUISITOS: não completar 36 anos no ano da matrícula; Bacharelado em Engenharia.

Principais datas do concurso FAB 2019
Inscrições: 25/01 a 20/02
Isenção da taxa: 25/01 a 20/02 
Taxa de inscrição: R$ 130,00
Data provável da prova: 05/05

Etapas do concurso para todas as áreas/especialidades
Os concursos serão regidos basicamente por seis etapas, porém para os cargos de Capelão, Farmacêutico e Dentista foi inclusa uma fase a mais, conforme a listagem:

– Avaliação do Ordinariado Militar do Brasil (apenas para Capelão)
– Provas Escritas; 
– Verificação de Dados Biográficos e Profissionais; 
– Parecer da Comissão de Promoções de Oficiais, para candidatos militares da Aeronáutica; 
– Inspeção de Saúde; 
Exame de Aptidão Psicológica; 
– Teste de Avaliação do Condicionamento Físico; 
– Prova Prático-Oral (apenas para Dentista e Farmacêutico) 
Procedimento de Heteroidentificação Complementar; e 
– Validação Documental.

Conteúdo programático
O conteúdo que está previsto para cair na prova varia de acordo com a área/especialidade. Você pode conferir o conteúdo completo nos editais, disponíveis na Ficha Técnica, mas logo abaixo você confere os principais tópicos:

Capelães da Aeronáutica:
Gramática e Interpretação de Texto;
Teologia Católica.

Dentistas, Oficiais de Apoio, Engenheiros e Farmacêuticos: 
Gramática e Interpretação de Texto; 
Conhecimentos Especializados.

Teste de avaliação do condicionamento físico
O TACF avaliará a higidez e o vigor, por meio de exercícios e índices mínimos a serem alcançados, fixados por sexo e definidos em instruções da Aeronáutica, sendo:



Bolsonaro diz em Davos que o Brasil continua no Acordo de Paris
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro diz em Davos que o Brasil continua no Acordo de Paris

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (22), em encontro com executivos no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que "por ora" o Brasil não vai deixar o Acordo de Paris sobre o clima. O tratado mundial prevê a redução da emissão de gases que aumentam a temperatura do planeta e foi assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) numa conferência das Nações Unidas realizada em 2015 em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

A declaração de Bolsonaro sobre o Acordo de Paris foi dada em particular a empresários pouco depois de  realizar um discurso rápido na conferência em que o presidente disse que "nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis".

Segundo jornalistas que acompanham o Fórum Econômico Mundial em Davos , a fala sobre o Acordo de Paris era aguardada pelos empresários presentes. Eles ficaram frustrados ao não ver Bolsonaro citar o acordo climático em seu discurso e consideraram a fala do presidente brasileiro rasa, superficial. Mesmo nas três perguntas realizadas pelo presidente do evento, Klaus Schwab, Bolsonaro não especificou nem se aprofundou nas medidas práticas que pretende tomar para atacar os problemas que ele mesmo citou no discurso como a corrupção. Fonte IG.



Não sou candidata do governo, diz Simone Tebet
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Adriano Roberto

Não sou candidata do governo, diz Simone Tebet

Um dia após se lançar oficialmente na disputa pela presidência do Senado, a líder do MDB na Casa, Simone Tebet (MS), disse nesta terça-feira (22) que não é candidata do governo e reclamou da interferência do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na eleição parlamentar.

Tebet afirmou ter tomado conhecimento de que o DEM manteria a candidatura do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), apesar de o MDB ter a maior bancada da Casa, e que o partido preferiria a candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) por, supostamente, ser um nome mais fácil de ser abatido por causa dos arranhões em sua imagem provocados pelos 18 inquéritos do qual já foi alvo no STF (Supremo Tribunal Federal) -9 casos foram arquivados.

"Por parte do DEM, já tive uma conversa, uma sinalização de que interessaria até para o DEM uma candidatura do Renan contra eles porque, mesmo com voto fechado [secreto], eles acham que poderiam ganhar do MDB. Isso é algo que está circulando dentro do Senado. A princípio, acho que eles estão equivocados", disse a senadora.

Questionada sobre se entende haver dedo de Onyx, respondeu que sim.

"Não tem como não ter", afirmou. "O que circula na Casa muito fortemente é que o DEM tem uma preferência por uma candidatura do MDB frágil porque o DEM quer a presidência do Senado. É o DEM, não o governo. Porque o governo quer a governabilidade", disse a senadora, lembrando que "não se vota uma reforma da Previdência sem ter a maior bancada apoiando".

Procurado por meio de sua assessoria, Onyx informou que não iria se manifestar.

A senadora disse que não é a candidata do governo, mas que não negaria recebimento de apoio.  Oficialmente, o MDB diz ter optado por "independência a favor do país".

"Vou apoiar iniciativas do governo se achar que é bom para o país", afirmou Tebet. "Meu problema não é com o governo. Estou dando o benefício da dúvida. Por enquanto é um movimento da bancada do DEM, que já tem três ministérios, disputa a presidência da Câmara e quer a presidência do Senado. Este é um momento em que você tem que ter a balança fiel da tripartição dos poderes."

O partido do presidente Jair Bolsonaro, PSL, lançou a candidatura do Major Olímpio (SP), mas há indícios de que ele deve recuar.

Tebet telefonou para Renan Calheiros e os dois conversaram nesta terça. Ela não descartou lançar candidatura avulsa caso seja derrotada na disputa interna na bancada do MDB na próxima terça-feira (29). 

"A última coisa que pode acontecer é o MDB perder a presidência [do Senado]. Se depender de mim, isso não vai acontecer", disse a senadora.

Simone Tebet pretendia oficializar sua candidatura somente no fim do mês. Afirmou que decidiu antecipar o movimento por alguns motivos, como a intenção do DEM de enfrentar o MDB. Mas este não é a única razão.

"Diante da dificuldade que estou vendo do apoio de outros colegas à candidatura de Renan, estou me colocando como candidata dentro da bancada", disse a senadora, que passou o dia conversando com colegas de Senado.

Após a divulgação das declarações de Tebet, Renan foi às redes sociais dizer que a candidatura dela "robustece o processo decisório e consolidará ainda mais a união da nossa bancada. O fundamental é que cheguemos juntos ao plenário no dia 1º de fevereiro".

A assessoria do presidente nacional do MDB, Romero Jucá, divulgou nota afirmando que o partido via com satisfação o lançamento da candidatura.

"Em nenhum momento, esta candidatura divide o MDB", diz o comunicado. Com informações da Folhapress. 



Sem salários, profissionais do Diario de Pernambuco decretam greve
Autor
Adriano Roberto

Sem salários, profissionais do Diario de Pernambuco decretam greve

Por Marco Zero - A redação do Diario de Pernambuco vai parar. Sem receber salários desde dezembro – nem as parcelas do 13º salário foram pagas – os profissionais decretaram greve na assembleia realizada nesta segunda-feira (21). Para cumprir prazos legais, a mobilização começa em 72 horas a partir da comunicação oficial do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco (Sinjope) à empresa.

Além do pagamento dos salários, do 13° e das férias de dezembro, que também estão atrasadas, os jornalistas do Diario de Pernambuco cobram a regularização dos depósitos do INSS e o FGTS de todos os funcionários. Faz pelo menos três anos que esse recolhimento não está sendo feito corretamente. “A situação é insustentável. As pessoas estão vindo a pé para trabalhar porque não têm mais dinheiro para pagar passagens. Estão pedindo empréstimos em bancos e acumulando dívidas. Muitos não conseguiram matricular filhos na escola”, conta a diretora do Sinjope Cláudia Eloi.

Regularizar a folha de pagamento dos funcionários custaria cerca de R$ 1 milhão à empresa, nas contas do Sinjope. No fim do ano passado, o jornal mais antigo em circulação da América Latina tirou a sua versão impressa das ruas a partir do dia 22 de dezembro para economizar R$ 1,5 milhão com a compra de papel. Esse dinheiro serviria para sanar os débitos com os profissionais da casa, mas o periódico voltou a circular no último dia 8 sem que qualquer esforço de pagamento aos trabalhadores fosse esboçado por parte da administração.

A suspensão da versão impressa não sanou os problemas financeiros, nem aliviou a carga de trabalho dos profissionais da redação. Por causa do enxugamento do quadro, que passava de 150 pessoas em 2015 e atualmente opera com a metade desse volume, a qualidade do ambiente de trabalho também ficou comprometida. No começo do ano passado, 30 jornalistas foram dispensados também sob a justificativa do equilíbrio financeiro. Como essa equalização das contas nunca ocorreu, os jornalistas que ficaram ainda convivem com o medo diário de novas demissões.

No ano passado, a Marco Zero Conteúdo acompanhou uma audiência entre os jornalistas e o presidente do Diario de Pernambuco, Alexandre Rands, no Ministério Público do Trabalho (MPT). Alexandre é irmão de Maurício Rands, que foi candidato ao governo do estado no ano passado e se afastou do jornal durante a campanha. De forma bastante fria, o empresário chegou a dizer, na época, que os funcionários tinham que escolher entre as demissões ou um acordo coletivo para a redução temporária dos salários sem garantia de manutenção dos cargos. “Ou a gente quebra, ou a gente corta!”, disse.

Após as eleições, Maurício Rands voltou para a redação com a missão de equilibrar as contas, que no ano de 2017 fecharam com prejuízo de R$ 1 milhão. Até agora, contudo, as intervenções aparentemente não surtiram resultado. Um exemplo é a dívida que o governo do estado tem com o jornal, que é avaliada em R$ 900 mil. Em audiência recente entre a administração pública e os gestores da empresa, o governo informou o pagamento de R$ 220 mil da dívida total. O valor inicialmente foi contestado pela administração do Diário de Pernambuco, que posteriormente voltou atrás e confirmou o recebimento. Uma nova audiência entre as partes deve acontecer em breve.

A conta dos passaralhos

Nas conversas das redações, o passaralho é a palavra usada para definir as demissões em massa de jornalistas. É uma realidade infelizmente cada vez mais recorrente para a categoria no Brasil.

Em Pernambuco, a crise dos negócios jornalísticos e o panorama econômico e político do país aceleraram o ritmo das demissões no ano passado. Além dos cortes no Diario de Pernambuco, o Sistema Jornal do Commercio demitiu 25 pessoas e cortou as horas extras fixas por extensão de jornada, que representam aproximadamente 40% da remuneração dos profissionais. As medidas foram anunciadas entre o Natal e o Ano Novo.

A quem não aceitou ficar apenas com o salário-base foi oferecida a opção da demissão com o pagamento dos direitos trabalhistas. Ou seja, as demissões prosseguiram e, segundo o Sinjope, a lista final que vai mostrar o real tamanho do enxugamento do Sistema Jornal do Commercio só deve se concretizar no próximo mês. Em todo o Brasil, as redações demitiram 2.327 jornalistas desde 2012 de acordo com levantamento do VoltLab. Os dados estão atualizados até agosto do ano passado, ou seja, não contabilizam as demissões no SJCC, por exemplo. Já as empresas de mídia dispensaram quase oito mil profissionais no país.

 





Juiz Luiz Bonat será convocado para substituir Moro na Lava Jato
Autor
Adriano Roberto

Juiz Luiz Bonat será convocado para substituir Moro na Lava Jato

O juiz da 21ª Vara da Justiça Federal do Paraná, Luiz Antônio Bonat, será convocado para assumir os processos da Lava Jato. Desde a saída de Sérgio Moro da Operação para assumir o Ministério da Justiça do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), os casos têm sido de responsabilidade da juíza substituta Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

O prazo de inscrição para a vaga se encerrou nessa segunda-feira (21). Segundo a revista 'Veja', Bonat superou os demais candidatos nos critérios de seleção: antiguidade na magistratura, com desempate definido pela melhor colocação no concurso público.

Nascido na capital paranaense, o juiz se formou na Faculdade de Direito de Curitiba em 1979, é especialista em Direito Público pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e um dos autores do livro "Exportação e Importação no Direito Brasileiro".

O magistrado entrou na Justiça Federal em setembro de 1993, na 1ª Vara Federal de Foz do Iguaçu. Também atuou na 3ª Vara Criminal Federal de Curitiba e na 1ª Vara Federal de Criciúma (SC), além de varas previdenciárias.

Bonat foi o juiz responsável pela primeira condenação criminal de pessoa jurídica no Brasil, em 2002. A empresa, bem como os seus sócios, foi condenada pela extração e depósito de areia sem autorização em uma área de preservação ambiental permanente à margem do rio Urussanga, no Morro da Fumaça (SC).

O juiz já atuou com João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), e com o desembargador Rogério Favreto, que determinou a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho do ano passado. A decisão de Favreto foi revogada por Gebran.



Bolsonaro discursa em Davos nesta terça-feira ao meio dia, horário de Brasília
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro discursa em Davos nesta terça-feira ao meio dia, horário de Brasília

O presidente Jair Bolsonaro fará nesta terça-feira (22) sua estreia em eventos internacionais com um discurso na sessão plenária do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, a partir das 12h30 (de Brasília). O evento começa nesta terça e vai até sexta-feira (25).

Tradicionalmente, o fórum reúne políticos, investidores e outras lideranças. O objetivo do encontro, que este ato tem o tema: "Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura global na era da quarta revolução industrial", é construir uma agenda econômica, regional e industrial em comum.

Durante o desembarque na cidade, nessa segunda-feira (21), o presidente adiantou que o seu discurso será "muito curto" e "objetivo". Ele dirá que o Brasil busca negócios "sem viés ideológico", como noticiado pelo 'G1'.

“[O discurso] foi feito e corrigido por vários ministros para que déssemos o recado mais amplo possível sobre o novo Brasil que se apresenta com a nossa chegada ao poder”, disse o presidente.

Bolsonaro está acompanhado do filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

A comitiva deve retornar a Brasília na sexta-feira (25). Enquanto o militar está fora, o vice-presidente Hamilton Mourão está no comando do Planalto.

Segundo a assessoria do Planalto, Bolsonaro será o primeiro chefe de Estado latino-americano a discursar na abertura da sessão plenária do Fórum Econômico Mundial. Ele é o quinto presidente brasileiro a participar do Fórum Econômico Mundial. Também foram a Davos: Fernando Henrique Cardoso (1998), Luiz Inácio Lula da Silva (2003, 2005 e 2007), Dilma Rousseff (2014) e Michel Temer (2018).

Bolsonaro informou anteriormente que pretende aproveitar o evento para defender a democracia e ressaltar a importância de aprovar reformas estruturantes no Brasil para equilíbrio das contas públicas. O presidente quer destacar que o país é favorável às privatizações e aberto a investimentos privados.

A atual situação da Venezuela também está na pauta do militar em Davos. Na quarta-feira (23), ele deve participar de um "diálogo diplomático" que tem como objetivo discutir a “crise humanitária” no país sul-americano.



Vídeo de governadora do RN causa revolta entre servidores
Autor
Adriano Roberto

Vídeo de governadora do RN causa revolta entre servidores

Não é diretamente culpa de Fátima Bezerra os salários de servidores estarem atrasados no Rio Grande do Norte. A governadora recém empossada chegou a um acordo sobre o pagamento dos salários de janeiro e os encaminhamentos que estão sendo adotados para quitação do passivo das folhas salariais em atraso.

A proposta de parcelamento, claro, não agradou a todos. O sindicato da saúde está fornecendo sacolão para alguns servidores que estão passando por dificuldades, enquanto o dinheiro não cai na conta.

Além disso, um vídeo de Fátima confraternizando com amigas passou a circular em grupos sindicais e causou revolta.



Após cirurgia, Bolsonaro vai despachar de hospital
Autor
Adriano Roberto

Após cirurgia, Bolsonaro vai despachar de hospital

O presidente Jair Bolsonaro vai despachar do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, marcada para o dia 28 de janeiro. Segundo o porta-voz da presidência, general Otávio Santana do Rêgo Barros, a Presidência da República montará uma estrutura no hospital em São Paulo, onde Bolsonaro será operado. A primeira-dama, Michelle, acompanhará o marido durante todo o período de internação.

Bolsonaro chegará de Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, nas primeiras horas de sexta-feira (25). No domingo realizará os exames pré-operatórios e se submete à operação no dia seguinte.

Existe ainda a possibilidade de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) serem utilizados por ministros em viagens a São Paulo para despachar com o presidente no hospital. Ainda segundo o porta-voz, a expectativa inicial de permanência do presidente em São Paulo é de dez dias. O período poderá mudar, a depender da evolução da sua recuperação.

Atentado
Bolsonaro usa uma bolsa de colostomia desde que foi esfaqueado  em um ato de campanha, em Juiz de Fora, dia 6 de setembro. A facada atingiu o intestino e Bolsonaro foi submetido a duas cirurgias, uma na Santa Casa de Juiz de Fora e outra no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. 

O presidente passou 22 dias internado e desde então está com a bolsa de colostomia, que funciona como um intestino externo e possibilita a recuperação do intestino grosso e delgado. Com informações da EBC.



Caixa estuda abrir demissão voluntária para 10 mil contratados
Autor
Adriano Roberto

Caixa estuda abrir demissão voluntária para 10 mil contratados

Do Estadão - Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica, está estudando como desarmar um bomba: 24 mil funcionários do banco (28% do total), contratados em 1989, terão direito a se aposentar este ano.

A Caixa estuda abrir Programa de Demissão Voluntária (PDV) que pode economizar até R$ 2 bilhões por ano se o processo for bem-sucedido.

Medida abrangeria até 10 mil empregados

Explicando: pelo que se apurou, o programa de demissões abrangeria 10 mil empregados, segundo antecipou o blog da coluna no Broadcast ontem. E incentivaria parte dos potenciais 24 mil funcionários a sair voluntariamente.

A CE conta atualmente com 85 mil contratados.

Mas por que o funcionário da Caixa, que tem direito a aposentar-se legalmente, optaria por um PDV?

Segundo fonte da equipe econômica, muitos contratados não querem sair por que continuam pagando por perdas registradas pela Funcef. Até o reequilíbrio das contas do fundo de pensão, tanto o banco quanto seus empregados mais antigos – meio a meio – estão contribuindo para fechar o buraco aberto pela má gestão.

O PDV ajudaria também a promover saída ordenada dos empregados. Além de abrir portas para oxigenação.
Se por um lado os que têm direito a se aposentar este ano representam 28% do efetivo do banco, por outro existem 6 mil concursados de 2014 querendo entrar.



Para 75% dos brasileiros, Bolsonaro está no caminho certo, aponta Ibope
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Adriano Roberto

Para 75% dos brasileiros, Bolsonaro está no caminho certo, aponta Ibope

Os brasileiros estão otimistas em relação ao futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro e alimentam expectativas positivas sobre a sua gestão, informou pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira.

Segundo a sondagem do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, 75 por cento dos brasileiros acreditam que o presidente eleito e sua equipe estão “no caminho certo”, enquanto apenas 14 por cento acham que ele e seus indicados estão no “caminho errado”.

A pesquisa também identificou que cerca de dois terços dos brasileiros –64 por cento– têm a expectativa de que o próximo governo será “ótimo” ou “bom”. Outros 18 por cento afirmam que o governo Bolsonaro será regular, 14 por cento acreditam que será “ruim” ou “péssimo”, e 4 por cento não responderam.

Para a maioria dos entrevistados, saúde e desemprego são os principais problemas do país: os temas foram citados por 46 por cento e 45 por cento respectivamente. A corrupção foi mencionada por 40 por cento, enquanto a segurança pública foi lembrada por 38 por cento.

Ao listarem as prioridades, os entrevistados citaram novamente os mesmos assuntos. Para 41 por cento, a prioridade do governo deve ser melhorar os serviços de saúde. A geração de empregos vem em seguida, citada como prioridade por 40 por cento. Logo após vem o combate à corrupção e o combate à violência e à criminalidade, ambos citados por 36 por cento.

Questionados sobre as principais medidas já anunciadas por Bolsonaro e sua equipe de transição, 40 por cento dos entrevistados disseram não lembrar de nenhuma proposta, enquanto 7 por cento não souberam ou não quiseram responder.

A reforma da Previdência, no entanto, foi a medida mais citada espontaneamente, por 12 por cento dos entrevistados. A flexibilização das regras para posse de armas foi lembrada por 9 por cento, assim como o combate à corrupção.

A redução da maioridade penal foi mencionada por 7 por cento, mesma parcela que destacou o combate à violência de forma genérica, à criminalidade, à pedofilia ou à violência contra mulheres.

Questionados sobre as expectativas para 2019, 66 por cento dos entrevistados afirmou que a situação econômica do país irá melhorar ou melhorar muito. Para 19 por cento ela continuará igual, enquanto 8 por cento avaliam que ela irá piorar e 3 por cento acreditam que irá piorar muito. Outros 5 por cento não responderam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, com 2 mil entrevistados em 127 municípios. A margem de erro da sondagem é de 2 pontos percentuais.