Blog do Adriano Roberto


Iranildo Marques: Não importa se foi Marielle...
Autor
Adriano Roberto

Iranildo Marques: Não importa se foi Marielle...

Não importa se foi a Marielle
Já mataram, José, depois, João...
Amanhã, poderá ser a Maria
Todo dia se mata um irmão!

Para mim não importa pelo nome
O que importa pra mim é ter razão
Se for negro, for pobre é ser humano
O que importa pra mim é o coração.

A TV tá fazendo estardalhaço
Porque foi Marielle dessa vez
Todo dia se mata e ninguém faz
Providência ninguém aqui já fez.

Precisamos tomar uma atitude
O Brasil tá sangrando no regresso
Eu convido você pra invadir
Resolver a questão lá no Congresso.

Brasileiro precisa é acordar
Pra mostrar na verdade seu valor
O País vai sangrando sem parar
Ninguém vai defender em seu favor.

Vamos lá acabar a mordomia
E fazer deputado trabalhar
Legislar trabalhando todo dia
E cadeia pra ele se roubar.

Eu aqui lhe convido com.poesia
Um poeta não era pra falar
mas confesso perdi a paciência
E o Brasil lhe convido pra SALVAR!

Iranildo Marques é sertanejo do Pajeú, jornalista, dono do Jornal Desafio



PF diz que Aécio Neves tinha bloqueador de telefone ilegal em casa
Autor
Adriano Roberto

PF diz que Aécio Neves tinha bloqueador de telefone ilegal em casa

O Senador Aécio Neves (PSDB-MG) mantinha um bloqueador de sinal telefônico ilegal em seu apartamento no Rio de Janeiro. A revelação está em um relatório da Polícia Federal (PF) que foi entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do senador alega que o aparelho nunca foi usado.

O relatório foi produzido em 5 dezembro de 2017 e anexado em 17 de janeiro de 2018 a uma das ações nas quais Aécio é alvo.

Segundo informações do jornal "O Globo", o objeto, proibido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foi recolhido durante a Operação Patmos, originada após a delação de executivos da JBS.

O perito da PF Daniel França de Oliveira Melo explica que "a luz indicativa de energização na porção superior do aparelho ligou, indicando funcionamento. A eletrônica presente e os elementos de antena sugerem o uso do aparelho para a geração de ruído de radiofrequência para causar interferência nos sinais de redes de comunicação móvel celular, objetivando a indisponibilidade de serviço (bloqueador de celular). O perito ligou o aparelho e com auxílio de analisador de espectro constatou a produção de sinal de radiofrequência (RF) nas faixas utilizadas pelos serviços de móvel pessoal (SMP) correspondendo aos serviços '2G' e '3G'".

Em nota, Alberto Toron,  advogado do tucano, afirmou que o aparelho foi um presente, que não chegou a ser usado pelo seu cliente. "O senador desconhecia tratar-se de equipamento de uso limitado", disse.

"O senador Aécio Neves desconhece se o aparelho estava ou não apto para uso, uma vez que ele nunca o utilizou, assim como não utilizou nenhum outro equipamento semelhante. O aparelho foi um presente e encontrava-se guardado com outros presentes recebidos.

O senador desconhecia tratar-se de equipamento de uso limitado. Reportagens mostram o uso corriqueiro desses equipamentos em igrejas e salas de aula, o que demonstra que o mesmo não teria qualquer utilidade em uma residência particular."



Caso Marielle: opinião de Bolsonaro seria polêmica, diz assessor
Autor
Adriano Roberto

Caso Marielle: opinião de Bolsonaro seria polêmica, diz assessor

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), o candidato a presidente mais identificado com a questão da segurança pública, não se pronunciou sobre o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL).

Procurada pela reportagem, sua assessoria disse que ele está com intoxicação alimentar e não poderia falar. Segundo o assessor, sua opinião seria polêmica demais.

Nas redes sociais, o presidenciável tampouco tocou no assunto até a publicação deste texto. Com informações da Folhapress.



UFRPE divulga edital para nível médio e superior com salários até R$ 4 mil
Autor
Adriano Roberto

UFRPE divulga edital para nível médio e superior com salários até R$ 4 mil

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (Concurso UFRPE 2018) divulgou edital de concurso público para provimento na carreira de técnico-administrativos em educação. Ao todo, são ofertadas pela seleção 30 vagas distribuídas em 27 cargos técnico-administrativos nos campi da Universidade: Recife (13); Cabo de Santo Agostinho (2); Belo Jardim (13); Garanhuns (1); e Serra Talhada (1).

As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 15 de abril de 2018, exclusivamente pela internet, no endereço www.sugep.ufrpe.br. É necessário o pagamento de uma taxa de R$ 100,00 para os cargos de nível superior, e de R$ 60,00 para os cargos de nível médio. Os candidatos que quiserem solicitar a isenção da taxa de inscrição devem efetuar o pedido até 21 de março, pela internet, no site do concurso(www.sugep.ufrpe.br).

Cargos do concurso UFRPE

Recife – 13 vagas

Analista de Tecnologia da Informação/Área: Sistemas (1); Engenheiro Agrônomo (1); Médico/Área: Psiquiatria (1); Músico (1); Operador de Rádio de Telecomunicação (1); Químico (1); Revisor de Texto de Braile (1); Técnico de Tecnologia da Informação/Área: Sistemas (1); Técnico em Agropecuária (1); Técnico de Laboratório/Área: Bacteriose (1); Técnico de Laboratório/Área: Herbário (1); Tecnólogo Formação Segurança Pública (1); Zootecnista (1).

Belo Jardim – 13 vagas

Analista de Tecnologia da Informação/Área: suporte e rede (1); assistente social (1); Engenheiro Elétrico (1); Médico Clínico (1); Pedagogo (2); Psicólogo (1); Técnico de Laboratório/Área: Eletrônica (1); Técnico de Laboratório/Área: hidráulica (1); Técnico de Laboratório/Área: informática (1); Técnico de Laboratório/Área: Químico (1); Técnico de Tecnologia da Informação/Área: Suporte e Rede (1); Técnico em Contabilidade (1)

Cabo de Santo Agostinho – 2 vagas

Pedagogo (1); Técnico em Assuntos Educacionais (1);

Garanhuns – 1 vaga

Técnico de Laboratório/Área: Alimentos (1)

Serra Talhada – 1 vaga

Assistente Social (1).

Os cargos de nível de classificação “C” têm vencimento básico de R$ 1.945,07; os de nível de classificação “D” possuem vencimento básico de R$ 2.446,96; e os cargos de nível de classificação “E” têm o vencimento básico inicial de R$ 4.180,66. Em todos os níveis de classificação os candidatos.

Etapas concurso UFRPE

Nos diversos cargos haverá a aplicação de prova objetiva e prova discursiva. Em alguns casos será aplicada uma prova prática . As provas objetiva e discursiva serão aplicadas nas cidades de Recife, Belo Jardim, Garanhuns e Serra Talhada, na data provável do dia 13 de maio de 2018. As provas práticas serão realizadas em Recife e Garanhuns.

Para todos os cargos, a prova objetiva constará de 64 (sessenta e quatro) questões de múltipla escolha, com 05 (cinco) alternativas, dentre as quais apenas uma é a correta, valendo cada questão 1,5625 (um vírgula cinco seis dois cinco) pontos, conforme composição e distribuição descritas na tabela a seguir, perfazendo um total de 100 (cem) pontos:

Provas concurso UFRPE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Prova Discursiva será constituída de redação de um texto argumentativo-dissertativo, cuja proposta temática será fornecida no momento da prova, contendo no mínimo 25 (vinte e cinco) e no máximo 30 (trinta) linhas, sendo desconsiderado, para efeito de avaliação, qualquer fragmento de texto que for escrito fora do local apropriado.

O concurso terá validade de 2 anos, podendo ser prorrogado por igual prazo, a critério da UFRPE.

Detalhes concurso UFRPE:

Concurso: Universidade Federal Rural de Pernambuco (Concurso UFRPE 2018)

Banca organizadora: Superintendência de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas

Cargos: Técnico-administrativo

Escolaridade: nível fundamental, médio e superior

Número de vagas: 30

Remuneração: Até R$ 4 mil

Inscrições: Entre 14 de março e 15 de abril de 2018

Taxa de inscrição: R$ 60,00 e R$ 100,00

Data da prova objetiva: 13 de maio de 2018

Clique para acessar o Edital

 


Primeiro trecho da BR-101 no contorno do Recife será entregue no início de abril
Autor
Adriano Roberto

Primeiro trecho da BR-101 no contorno do Recife será entregue no início de abril

Pernambuco foi o local escolhido pelo ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, para realizar seu último ato oficial antes de deixar o cargo em virtude das eleições de outubro. Essa decisão foi anunciada ao secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, durante audiência realizada, em Brasília, nesta quarta-feira (14).

No dia 2 de abril, Maurício Quintella cumprirá dois importantes compromissos no Estado. O primeiro será a entrega do trecho da BR-101, entre Abreu e Lima e a Avenida Norte. A obra de requalificação desta rodovia, no Contorno do Recife, está sendo realizada por meio da parceria entre os Governos Federal e Estadual. O investimento é de R$ 192 milhões. A previsão é que todos os serviços estejam concluídos até o final deste ano.

A outra agenda positiva será a inauguração da pavimentação da BR-316, no segmento que liga o povoado de Carié, em Alagoas, ao município pernambucano de Inajá.

“Eu só tenho agradecer a Maurício Quintella, que mais uma vez prestigia o seu amigo e colega de bancada. As portas do Ministério dos Transportes sempre estiveram abertas para receber os pleitos do povo pernambucano”, ressaltou Sebastião Oliveira. O secretário aproveitou ainda a oportunidade para prestar contas das obras do Aeroporto de Serra Talhada e da duplicação da BR-104. “São duas importantes ações em andamento que vão fortalecer o desenvolvimento de Pernambuco”, finalizou Oliveira. 

Além do ministro e do secretário, estiveram presentes ao encontro, Dario Rais Lopes (secretário de Aviação Civil) e Valter Cassimiro (diretor-geral do Dnit).



Juízes defendem Barroso de ataques de Marun
Autor
Adriano Roberto

Juízes defendem Barroso de ataques de Marun

Do Estadão - O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Roberto Carvalho Veloso, afirmou, por meio de nota, nesta quarta-feira, 14, que há ‘uma estratégia para constranger o Supremo Tribunal Federal e seus ministros’, em referência à declaração do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), que disse estudar pedir impeachment do ministro Luís Roberto Barroso após alteração do decreto do indulto natalino do governo federal.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Carlos Marun, afirmou na tarde desta terça-feira, 13, que o governo vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que alterou o indulto natalino e retirou a possibilidade de condenados por crimes de colarinho-branco serem beneficiados.

O texto foi editado pelo presidente Michel Temer em dezembro e teve alguns artigos suspensos pela presidente do STF, Cármen Lúcia. Marun e o ministro da Justiça, Torquato Jardim, criticaram Barroso, dizendo que a mudança no indulto “invade a competência exclusiva” de Temer.

Marun afirmou ainda que avalia se licenciar do cargo de ministro para apresentar uma representação no Senado para pedir o impeachment de Barroso. Ele negou que a ideia seja uma ameaça ao ministro do STF e disse que, mesmo falando oficialmente do Palácio do Planalto, não conversou com Temer sobre o assunto. “É o deputado Carlos Marun que pensa em tomar essa atitude”, disse.

Para Veloso, ‘há uma estratégia montada para constranger o Supremo Tribunal Federal e seus Ministros, por meio de declarações que buscam, de forma leviana, desqualificar os trabalhos da Corte Suprema, sendo motivo de indignação e repúdio posturas que sejam tomadas visando à tentativa de obstrução da Justiça e de enfraquecimento do Poder Judiciário’.

“As decisões judiciais, proferidas por magistrados federais ou por Ministro do Supremo Tribunal Federal, devem ser respeitadas e cumpridas, sendo possível que contra elas sejam apresentados os recursos previstos nas leis processuais”, afirma.

“A estratégia de atacar a honra pessoal de magistrados, que desempenham sua função constitucional, como forma de intimidação e represália à atuação livre e independente, é conduta que não pode ser admitida no Estado Democrático e de Direito”, completa.



Deputados incertos da reeleição apequenam o discurso na ALEPE
Autor
Adriano Roberto

Deputados incertos da reeleição apequenam o discurso na ALEPE

Uma discussão menor no plenario da Assembleia Legislativa mostra o quanto alguns deputados pernambucanos querem politizar de forma baixa todos os grandes trabalhos que são executados naquela casa. A nota divulgada pelos deputados, Claudiano Martins (PP) presidente da Comissão de Agricultura da ALEPE, Socorro Pimentel (PSL), Rodrigo Novaes PSD) e Augusto Cesar (PTB), enviada para o blog de Jamildo, atacando de forma direta o secretario de transportes, Sebastião Oliveira e o secretário executivo, Antônio Junior, mostra como eles tem a capacidade de tratar um assunto trivial de uma comissão parlamentar de forma equivocada e rasteira.

Todos que conhecem um pouco a política pernambucana sabem muito bem que o interesse em denegrir e atacar de forma pessoal Sebastião, que é deputado federal licenciado e secretario dos transportes, diz respeito ao desespero desses deputados pela perda votos em seus redutos eleitorais dos quais sempre contaram para chegar ao mandato.

Na prática, olhando a cena do que aconteceu na comissão, no início desta semana, dá para perceber que o então secretário em exercício, Antônio Junior (que estava preparado para responder a qualquer questionamento dos membros da comissão), se sentiu constrangido e destratado como secretário. Naquele momento ele estava respondendo pela pasta oficializado como tal pelo Diário Oficial do Estado. O secretario Sebastião Oliveira estava em viagem à Brasília junto com o governador, Paulo Câmara, não pode comparecer, mas isso não impediu que os deputados da base do governador tentassem execrar o titular em sua ausência e desprezar o representante legítimo que lá estava. 

Ao iniciar os trabalhos já comentando a ausência do secretario e dizendo que reunião não valeria de nada sem a presença do titular da pasta, os deputados passaram a atacar o colega deputado federal licenciado. A pergunta é: quem em sã consciência, e aqui falo do secretario executivo, aguentaria ser destratado, como autoridade constituída, para responder a qualquer dúvida que os parlamentares tivessem relacionadas a pasta naquele momento?

Dos protagonistas dessa pantomina eu conheço todos e sei qual interesse de cada um deles para o bem e para o mal. Como já disse e repito, Antônio Junior está preparado para assumir a Secretaria de Transportes com total confiança do titular da pasta, como o faz sempre que Sebastião precisa se ausentar. Naquele momento estava ali - como secretário - devidamente nomeado pelo D.O. na mesma manhã em que o titular da pasta teve que viajar junto com o Governador do Estado.

Dos deputados que ali se pronunciaram gerando a polêmica contra Sebastião, dois estão particularmente incomodados com a atuação do secretário em seus redutos eleitorais. Augusto Cesar que é conterrâneo de Serra Talhada e está na bancada da oposição, trava uma briga política interminável com Oliveira na região. Numa situação muito delicada, prestes a não conseguir a sua reeleição, ultimamente vem atacando de forma pessoal e sem medidas Oliveira mostrando um claro desespero.

O outro que sempre esteve bem incomodado com o trabalho de Sebastião no sertão é Rodrigo Novaes. Político articulado e pretenso a ampliar suas bases, está sempre provocando o colega da bancada do governo com atitudes no mínimo engraçadas.

Eu mesmo presenciei uma dessas atitudes que aconteceu numa visita que o governador fez a Serra Talhada, onde foi oferecido para Câmara um almoço na residência dos Oliveira. Na manhã daquele dia testemunhei Rodrigo numa das emissoras de rádio descendo a lenha e falando sem papas na língua sobre Sebastião, para em seguida, estar sentando à mesa almoçando na casa do desafeto. Coisas da nossa política!

Enquanto eles discutem o secretário da andamento nas grandes obras que vem fazendo aqui, na região Metropolitana e no Sertão, como a requalificação total da BR 101 no entorno do Recife e o aeroporto de Serra Talhada que agora só depende de homologação federal para começar a funcionar. Com todo este teatro montado na Comissão de Agricultura da ALEPE me veio uma pergunta que não quer calar: será que os deputados estão com saudades do ex-colega que agora está com mandato federal?



Buique abre processo seletivo na prefeitura
Autor
Adriano Roberto

Buique abre processo seletivo na prefeitura

Em Pernambuco, está aberto o processo seletivo da Prefeitura de Buíque. A seleção é regulada pelo edital nº 01/2018 e tem como finalidade promover a composição de cadastro de reserva de servidores de todos os níveis, visando futuras contratações por tempo determinado.

São chances nas funções de Psicólogo, Monitor de Creche, Analista de Programas, Médico Clínico Geral, Educador Social/Orientador Social, Enfermeiro, Coveiro, Assistente Social, Operador de Dessalinizador, Farmacêutico, Operador de Elevatório, Arte Educador.

E ainda: Visitador, Agente de Serviços Gerais, Motorista, Fonoaudiólogo, Professor (diversas áreas), Cuidador para Alunos Especiais, Gari e Agente de Merenda/Zeladoria Escolar.

Interessados podem se inscrever no período de 19 de março a 6 de abril de 2018, das 8h às 13h, no Salão de Reunião da Secretaria Municipal de Educação. Endereço: Av. José Emílio de Melo, n. 342, Centro, Buíque - PE. As inscrições terão custo de R$ 20,00 a R$ 50,00.

Os eventuais contratados serão remunerados com salários de R$ 954,00 a R$ 4.500,00, para cumprimento de cargas horárias de até 40 horas semanais.

Os candidatos inscritos serão selecionados por meio de etapa única de avaliação curricular, que será realizada com base na documentação apresentada no ato da inscrição. A avaliação será realizada de 11 de abril a 22 de maio de 2018.

O resultado final será divulgado no site www.buique.pe.gov.br ou publicado no Quadro de Aviso da Secretaria Municipal de Educação e da sede da Prefeitura, no dia 13 de junho de 2018.

O prazo de validade do processo seletivo é de um ano, a contar da homologação de seu resultado final, podendo ser prorrogada pelo mesmo prazo.

O edital completo com mais informações sobre o Processo Seletivo Prefeitura de Buíque – PE – 2018 está disponível no seguinte link: Edital Prefeitura de Buíque-PE.



Antonio Souza quer a política sincera e autêntica sem marketing
Autor
Adriano Roberto

Antonio Souza quer a política sincera e autêntica sem marketing

O empresário sertanejo, Antonio Souza, atual presidente estadual do PROS (Partido Republicano da Ordem Social) apresentou, nesta terça (13), as novas diretrizes do partido. Ao lado dos também sertanejos, Julio Lossio Filho, filho do ex-prefeito de Petrolina, Nena Cabral, Lauro Gadelha, o conterrâneo - ex-vereador  e vice-presidente estadual do PROS, Zé Bolhacha. Além do Dr. Waldir Tenório, serratalhadense que está se despontando como político na região do Pajeú e Médio Sertão.

Se apresentando como homem simples, de origem humilde, mas com uma vida profissional bem sucedida e honesta, Antonio se enquadra no perfil proposto pelas pesquisas, da qual o eleitor respondeu o que deseja de um candidato nestas eleições 2018. 

Qual será a pretenção ou o cargo que ele vai almejar é um mistério, mas que ele pretende fazer a diferença na política local isso todos que participaram da reunião perceberam. "A minha história de vida sempre tem um final feliz a cada dia. Eu não sei o que ansiedade porque a cada manhã acordo mais feliz que a manhã que passou."



Ouça a última entrevista de Dorany ao Ponto de Vista
Autor
Adriano Roberto

Ouça a última entrevista de Dorany ao Ponto de Vista

No final do ano de 2017 o presidente de honra, do então PMDB, Dorany Sampaio, nos deu uma entrevista exclusiva ao Ponto de vista, programa que apresento de segunda a sexta, das 18 às 19 horas na AgênciaPE de Rádio, para falar da situação do partido com toda essa briga atual. Ouça o que disse Dorany.

 



Morre presidente de honra do MDB-PE Dorany Sampaio aos 90 anos
Autor
Adriano Roberto

Morre presidente de honra do MDB-PE Dorany Sampaio aos 90 anos

Faleceu agora há pouco o advogado e  presidente de honra do MDB de Pernambuco, Dorany Sampaio, ele estava com a saúde debilitada e teve seu falecimento consumado na manhã desta terça-feira.

Dorany de Sá Barreto Sampaio nasceu em Recife em 27 de fevereiro de 1927, filho de Antônio de Sá Barreto Sampaio Júnior e Nali Sampaio.

Em 1947 tornou-se redator e diretor da Revista do Departamento de Assistência às Cooperativas, trabalhando na publicação até 1950. No ano seguinte foi empossado como diretor do departamento de previdência do Instituto de Previdência dos Servidores de Pernambuco. Ainda nesse ano formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe). Em 1955 acumulou a presidência do instituto. Três anos depois deixou a diretoria do departamento e em 1959 tornou-se procurador do instituto, função que exerceria até 1970.

Em 1963 foi nomeado diretor-geral do Departamento de Administração do Ministério da Agricultura, cujo titular era o pernambucano Osvaldo Lima Filho, ocupando esse cargo até o ano seguinte.

Em outubro de 1966 elegeu-se deputado estadual na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar instalado em abril de 1964. Presidiu a Comissão de Administração Pública e integrou a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça e a comissão especial de elaboração da Constituição estadual. Nesse período foi também conselheiro da Associação Brasileira dos Municípios (1967-1968).

Com a promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5) em 13 de dezembro de 1968, teve os direitos políticos suspensos. Em virtude da perseguição política, foi obrigado a fechar o escritório de advocacia. Para sobreviver tornou-se proprietário de um restaurante popular.

Em 1975, tornou-se conselheiro da seção pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), vindo a integrar a comissão de ética e de disciplina no biênio 1975-1977. Neste último ano, foi eleito vice-presidente e em 1979 alcançou a presidência. Nesse ano, com a promulgação da Lei nº 6.683, de 28 de agosto, recuperou os direitos políticos. Permaneceu à frente da OAB até 1983, quando foi eleito conselheiro federal, como representante do estado. Exerceria essa função até 1987. Em 1984 presidiu a comissão organizadora da X Conferência Nacional dos Advogados.

Em agosto de 1985 assumiu a diretoria de crédito à infra-estrutura do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), na qual permaneceu até fevereiro de 1986, para, no mês seguinte, ser empossado na Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no lugar de José Reinaldo Tavares. A nomeação representou uma compensação ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) pela perda do Ministério da Previdência no governo José Sarney. Sua indicação não agradou aos governadores nordestinos nem aos deputados do Partido da Frente Liberal (PFL), pelo fato de estar ligado ao grupo de Miguel Arrais, então líder da esquerda independente do partido.

Os governadores preferiam um técnico sem ligações partidárias. Acabou assumindo com menos poderes do que imaginava. Após muita discussão, os governadores nordestinos conseguiram estabelecer um acordo com o presidente José Sarney, que assinou um decreto determinando que o superintendente-adjunto seria nomeado pelo ministro do Interior mediante proposta do superintendente, na tentativa de equilibrar a relação entre o ministro Joaquim Francisco, do PFL, e a quase totalidade dos governadores, que eram do PMDB. Ao mesmo tempo foi excluído da disputa o Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor), cujo diretor seria indicado pelo presidente.

Ao ser empossado, ressaltou seu compromisso com questões éticas e sociais e, apesar da oposição a seu nome, foi apoiado pelo presidente da Associação dos Servidores da Sudene, Jurandir Liberal, pelo governador do Ceará, Gonzaga Mota (PMDB), pela prefeita de Fortaleza, Maria Luísa Fontenele (PT), e pelo arcebispo emérito de Recife e Olinda, dom Hélder Câmara, que compareceram à posse.

Já em março de 1986, anunciou que realizaria uma “administração transparente, na qual os políticos, as representações da sociedade e a imprensa tenham acesso às informações técnicas disponíveis na autarquia”. Garantiu a divulgação do cronograma de liberações de incentivos fiscais do Finor para as empresas privadas implantadas na região. Essas informações, até então sigilosas, tinham sido objeto de denúncia por deputados do PMDB no ano anterior, que detectaram favorecimentos políticos e desvios de recursos em benefício de grandes empresários com projetos agropecuários na Bahia, no Piauí e no Maranhão.

Durante a gestão de Dorany, foi colocado em prática o I Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) da Nova República, elaborado por técnicos da Sudene mas submetido a um debate com líderes políticos e empresariais nordestinos. Com o plano aprovado pelo Congresso e sancionada a lei, coube à Sudene pôr o projeto em prática, através da implantação, entre outros, do Programa de Apoio ao Pequeno Produtor Rural (Papp), primeira etapa de um projeto de reforma agrária da região. Além disso, empreendeu uma reforma administrativa que possibilitou à Sudene voltar a executar programas de coordenação do desenvolvimento regional; definiu as normas e procedimentos para o Finor Alimentos e criou uma comissão para definir as zonas de pecuária de corte, estabelecendo campos de produção agrícola e demarcando terras para a pecuária de pequeno porte.

Em maio de 1987 manifestou-se favorável à transferência da Sudene do Ministério do Interior para a Presidência da República. Nesse mesmo mês anunciou a implantação de um plano permanente de combate à “seca verde”, fenômeno climático caracterizado por pouca e irregular distribuição de chuva. O plano previa o aproveitamento da mão-de-obra deixada sem trabalho pela seca na construção de poços e cacimbas, que produziriam benefícios para toda a população, ao contrário do antigo programa de frentes de emergência, que muitas vezes só beneficiava os proprietários de terras. Outra característica do plano eram o acompanhamento e a fiscalização, que deveriam ser feitos pela sociedade, através de sindicatos, cooperativas e Igreja, a fim de que se evitassem as distorções, corrupções e lobbies, como os que ocorriam com as frentes de emergência.

Em agosto de 1987 deixou o cargo por divergências políticas com Joaquim Francisco. Foi substituído por Antônio Carlos Barbosa Frota.

Assumiu a presidência do PMDB pernambucano e voltou a advogar. Nessa situação permaneceu até janeiro de 1993, quando assumiu a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Recife, na gestão de Jarbas Vasconcelos. Em 1999 tornou-se secretário de Governo na gestão do governador Jarbas Vasconcelos (1999-2002). Deixando o governo, assumiu novamente a presidência regional de seu partido, tendo participado ativamente nos rumos da política pernambucana.

Casou-se com Lisete Valadares Sampaio, com quem teve sete filhos.

Publicou A Constituição estadual de 1967 e o funcionalismo público (1967), nos Anais do I Encontro dos Procuradores Autárquicos, em Garanhuns; Sobre a irredutibilidade de vencimentos de magistrados (1977), nos Anais do VII Encontro de Advogados de Pernambuco; e A responsabilidade e o papel social da magistratura, da advocacia e do Ministério Público (1983), nos Anais do Congresso Nacional de Advogados Pró-Constituinte, em São Paulo.



Eleições devem atrasar nomeações de aprovados em concursos
Autor
Adriano Roberto

Eleições devem atrasar nomeações de aprovados em concursos

Do DP - Anos de eleições podem atrapalhar os planos de quem planeja alcançar a sonhada estabilidade financeira, já que nomeações dos aprovados em processos seletivos do setor público podem ser suspensas. De acordo com a Lei 9.504, a Lei Geral das Eleições, a realização de concursos não é interrompida em ano eleitoral, mas existem restrições. Segundo o texto, são proibidas aos agentes públicos: “nomear, contratar ou, de qualquer forma, admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens nos três meses que antecedem o período e até a posse dos eleitos”.
 
A lei não impede, contudo, a realização dos processos seletivos, como provas e testes práticos, destaca o especialista em direito processual do escritório Carvalho Dantas e Palhares Advogados, Fernando Dantas. “O cumprimento das etapas dos concursos que precedem os atos de nomeação não é vedado pela legislação eleitoral. A eleição afeta apenas a contratação no período eleitoral”, esclarece. “Passado o segundo turno, os candidatos aprovados podem ser convocados a tomar posse.”
 
Há exceções em relação à aplicação da Lei Geral das Eleições nos processos seletivos. Concursos do Judiciário, do Ministério Público, dos tribunais de contas e de órgãos da Presidência podem, a qualquer momento, convocar e nomear aprovados, desde que com a autorização do Executivo. “Esses órgãos, a rigor, não se submetem ao calendário eleitoral”, explica Dantas.
 
Demora
O estudante Jefferson Martins Damasceno, 28 anos, teme que a convocação para o cargo ao qual foi habilitado possa demorar mais do que o planejado. Damasceno foi aprovado no certame da Companhia Energética de Brasília (CEB) em 2014. “Estava terminando o curso de técnico em eletrônica e me interessei. Além de poder me aperfeiçoar no campo de trabalho, a estabilidade no emprego e o salário me atraíram” conta. “A projeção salarial, na época, era em torno de R$ 1.600, mais gratificações. Ao todo, eu iria receber cerca de R$ 4 mil.”
 
Com a crise financeira do Governo do Distrito Federal, porém, Damasceno até hoje não foi nomeado. “A validade do concurso era de dois anos. Logo, eles prorrogaram por mais dois e estou até o momento esperando para ser chamado”, afirma. “São quatro anos de espera. Já entrei até com processo contra a empresa. O limite para as nomeações é o fim deste ano e, como temos eleições a caminho, corro o risco de perder a vaga”, complementa.
 
Para não ficar completamente descoberto, o estudante buscou alternativas. “Resolvi fazer um curso técnico de enfermagem”, diz. Quando estava terminando o curso, Damasceno passou em um concurso da Secretaria de Saúde — no qual também aguarda a nomeação. “Participei da seleção para avaliar meu aprendizado, e acabei passando. Como estou ligado à área da saúde no momento, espero que as eleições não atrapalhem minhas chances de ser chamado”, conclui.
 
Segundo Fernando Dantas, os atrasos em nomeações de concursados têm também outros motivos. “Há um quadro de restrição orçamentária que impõe dificuldades para contratações de maneira geral”, afirma. “Há muita desorganização na gestão de pessoal e isso afeta a validade dos concursos. Há também casos de contratação de terceirizados em detrimento de concursados”, destaca.
 
“A Lei de Responsabilidade Fiscal impõe limites a contratações no último ano de mandato dos governantes”, acrescenta Dantas. “Um governador, por exemplo, não poderá deixar para 2019, como herança, contratos que serão executados no primeiro mandato do sucessor. Tem que haver previsão do número de vagas passíveis de serem providas por concurso”, afirma.
 
Aluany Carvalho, 22, formada em arquivologia, diz que decidiu estudar para concursos porque sua área de atuação é mais voltada ao setor público. Sem nunca ter feito um cursinho presencial, a  arquivista, que fez estágio no Senado Federal, gostaria de passar em um certame da área legislativa. “Quando estava no Senado, acompanhava grande parte do que acontecia no país, mas acho que tem muitos órgãos que podem me proporcionar boas experiências”, observa.
 
Polícia Federal
Quem aguarda os concursos da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também podem esperar um bom tempo pela nomeação, caso seja aprovado. O lançamento das seleções, ainda em 2018, foi anunciado pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, no fim de fevereiro, como uma das medidas de combate à violência. Porém, dificilmente os aprovados começarão a trabalhar tão cedo. Além de todo o processo de lançamento de edital e realização de provas, os habilitados terão de passar por treinamento específico nas duas corporações antes de poderem sair às ruas.
 
Mapa das admissões
Em janeiro de 2018, 3.961 pessoas entraram no serviço público da União e nos quadros do Governo do Distrito Federal. Com 2.314 novos contratos, o órgão que mais recebeu servidores foi o Ministério da Educação. Os dados são do Painel Estatístico de Pessoal, do Ministério do Planejamento, que agrupa as nomeações do governo federal e da administração local. Em todo o ano passado, 57.458 pessoas entraram na área pública federal e do GDF.
 
O Centro-Oeste se destaca como a região com maior número de pessoas ingressando no mercado de trabalho por meio de concurso público, o que reflete o peso do Distrito Federal nesses números. Em janeiro, foram 1.228 pessoas, o equivalente a 33,3% do total de nomeados no país. Em segundo lugar está o Nordeste, com 938 (25,4%), seguido do Sudeste, com 682 (18,5%).
 
Os números evidenciam uma diferença interessante quanto ao nível de escolaridade. Analisando os dados nacionais, é possível notar que o maior número de ingressos é de pessoas de nível superior de ensino — 1.929 pessoas, ou 52,3% do total de janeiro. A seguir, vêm 955 pessoas com nível de escolaridade médio ou fundamental (25,9%) e, por último, a categoria outros, com 807 nomeados (21,9%).
 
Nos dados relativos ao DF, contudo, a categoria outros representa 64,9% dos contratados em janeiro, ou 694 pessoas, à frente dos nomeados que têm grau superior  (27,5%, 275 pessoas) e daqueles com formação de nível fundamental ou médio. (101 pessoas, 9,4%).
 
Suspensa seleção da Novacap
Uma notícia pegou de surpresa os candidatos inscritos no concurso público da companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) suspendeu a seleção por tempo indeterminado, segundo nota publicada pela banca organizadora do processo seletivo, a Inaz do Pará, no último sábado. As provas aconteceriam no próximo domingo. O concurso oferece 96 vagas para cargos de níveis médio e superior. Em janeiro, a Novacap havia realizado uma série de retificações no edital do concurso devido a questionamentos do TCDF.