Blog do Adriano Roberto


Felipe Dantas confirma pré-candidatura em Camaragibe e deixa políticos incomodados
Autor
Adriano Roberto

Felipe Dantas confirma pré-candidatura em Camaragibe e deixa políticos incomodados

O pré-candidato a Prefeitura de Camaragibe Felipe Dantas confirmou que pretende concorrer ao cargo de prefeito nas próximas eleições municipais em 2020. Dantas afirmou está analisando propostas de três partidos que poderá ser a sigla de sua candidatura, trata-se do PMN, Rede e PV. O ex-gestor do município, Jorge Alexandre (PSDB), aproveitou entrevista na Rádio Damata FM para sugerir uma retaliação caso as movimentações do pré-candidato Felipe Dantas não fossem contidas, chegando a insinuar a possibilidade de lançar o filho, Victor Alexandre, candidato a prefeito em São Lourenço da Mata, uma vez que acredita haver apoio de Jairo Pereira, pai do prefeito Bruno Pereira, ao jovem advogado.

Em resposta, Felipe Dantas afirmou estar “completamente disposto” ao lançamento da candidatura e que os adversários “estão preocupados por ele representar ao novo”, diferente das últimas gestões que aconteceram em Camaragibe. Segundo informações, a prefeita em exercício de Camaragibe, Nadegi Queiroz, também estaria inclinada a tentar demover o nome de Felipe Dantas do xadrez eleitoral no município. De acordo com uma fonte segura, ela procurou o grupo da família Pereira em São Lourenço da Mata, mas não obteve sucesso na remoção do nome de Felipe Dantas. “Não tem nada a ver com Jairo ou São Lourenço. Sabemos que há uma amizade forte, mas só quem retira o nome de Felipe é Felipe”, emendou.

A tentativa faz parte de uma série de esforços de Nadegi Queiroz para conseguir estabilidade política em Camaragibe após a crise instaurada com a prisão do prefeito Meira (PTB). Felipe é advogado e foi procurador e será um dos nomes forte para as eleições de Camaragibe em 2020.

Dantas afirmou que com ou sem o apoio dos “Pereiras” terá sua candidatura assegurada. Últimas gestões O município de Camaragibe tem se destacado negativamente quando o assunto é a gestão municipal.

O prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), foi preso em uma operação do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco). O gestor da cidade do Grande Recife é investigado pelos crimes de fraude em licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Ele foi afastado do cargo. Problemas envolvendo prefeitos não é novidade no município, em 2016 o ex-prefeito de Camaragibe, João Lemos, na época do PCdoB, teve seu registro de candidatura indeferido, com base na lei de ficha limpa. Lemos colheu as consequências após condenação por improbidade administrativa e contas rejeitadas para o exercício financeiro de 2009 pela Câmara Municipal de Camaragibe.

Jorge Alexandre, outro ex-prefeito da cidade, teria sido denunciado, segundo reportagem do JC, pela Procuradoria Geral do Município de Camaragibe por suposto débito em contratos celebrados com a empresa Ticket Serviços S.A, além do gasto com veículos que jamais prestaram serviços ao município.

Por outro lado essa denúncia não foi comprovada na época por parte da Procuradoria Geral do município nem pelo TCE-PE. Já o ex-prefeito Paulo Santana, recebeu condenação por improbidade administrativa.

Ele não cumpriu convênio firmado com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em 1998, que tinha por objetivo a adoção de medidas para combate à esquistossomose. A atual prefeita Nadegi Queiroz tem a difícil missão de readequar o município após gestões castigadas.





O rádio perde mais um baluarte: Jair Ferraz morre no Recife
Autor
Adriano Roberto

O rádio perde mais um baluarte: Jair Ferraz morre no Recife

Com muita tristeza que leio agora no blog Farol de Notícias, de Serra Talhada, sobre o desparecimento de Jair Ferraz. Colaborador do programa Ponto de Vista, Jair tinha opniões incisivas e duras nos seus comentários políticos, mas como pessoa era um ser doce e muito leal. Aí vai a notícia da morte do nosso Jair que até a semana passada comantava no Ponto de Vista. 

Faleceu na madrugada desta quinta-feira (17), em Recife, o radialista serra-talhadense Jair Ferraz. Ele encontrava-se hospitalizado há vários meses lutando contra um câncer de pulmão, mas não resistiu ao tratamento.
 
Jair Ferraz foi pré-candidato a prefeito de Serra Talhada, e também atuou como secretário de Turismo, Desporto e Lazer na primeira gestão do ex-prefeito Carlos Evandro.
 
O radialista, mesmo no hospital, ainda tinha uma participação no programa ‘X da Questão’ na rádio Líder do Vale FM. Ainda não há informações sobre o horário do sepultamento. Com informações do Farol de Notícias.
 
No programa de hoje estaremos repetindo a última participação de Jair Ferraz no programa Ponto de Vista às 18 horas pela Agência PE de Rádio.
 
agenciape.radio.br
ou no player acima neste blog. 


Em clima tenso, STF julga prisão após 2ª instância
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Adriano Roberto

Em clima tenso, STF julga prisão após 2ª instância

Em um debate que se estende por quase três décadas, o Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta quinta-feira, 17, o julgamento de ações que contestam a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Essa autorização é considerada um dos pilares da Operação Lava Jato e pode abrir margem para a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na véspera da sessão, o clima na Corte foi marcado por embate entre os ministros, com o presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, pedindo "respeito" a Luís Roberto Barroso.

Além de Lula, cerca de 4,8 mil presos podem ser beneficiados com uma mudança de entendimento do Supremo sobre o tema, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça. De 2016 para cá, o STF já entendeu em quatro ocasiões que é possível a prisão após condenação em segunda instância - a última delas foi na análise de um habeas corpus do petista, que acabou negado pelo apertado placar de 6 a 5. Faltava, no entanto, o julgamento de mérito das três ações, formando o entendimento que deve ser aplicado para todas as instâncias judiciais do País.

A discussão sobre o artigo 5.º da Constituição, porém, começou muito antes, em 1991. Na época, o tribunal entendeu por unanimidade que o princípio da presunção de inocência não impedia a execução antecipada da pena, antes do esgotamento de todos os recursos (o "trânsito em julgado", em juridiquês).

Isso mudou em 2009, quando o STF passou a permitir a prisão apenas depois do esgotamento de todos os recursos. Em 2016, a Corte voltou a admitir a medida, considerada fundamental por procuradores e juízes na punição de criminosos do colarinho branco.

A sessão desta quinta será dominada por sustentações orais da Procuradoria-Geral da República (PGR), Advocacia-Geral da União (AGU), de entidades e dos autores das três ações que pretendem barrar a execução antecipada de pena - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Patriota e o PCdoB. O voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello, só deve ser lido na próxima quarta-feira, em sessão extraordinária convocada para o período da manhã. Depois dele, se posicionarão os outros 10 integrantes da Corte, em uma discussão que deve se estender por ao menos três sessões plenárias.

Embate

Na véspera do julgamento, houve embate entre ministros em duas ocasiões distintas. Durante a análise de uma ação sobre prestação de contas de partidos, Barroso questionou o posicionamento do ministro Alexandre de Moraes, que foi contra uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que prevê a suspensão automática dos diretórios estaduais e municipais que não apresentem as informações. Para Moraes, a norma do TSE usurpou uma competência de legislar sobre o tema que seria do Congresso.

"Essa crença de que dinheiro público é dinheiro de ninguém é que atrasa o País", disse Barroso, ao interromper a leitura do voto do colega. Moraes rebateu: "Essa crença de que o Supremo Tribunal Federal pode fazer o que bem entende desrespeitando a legislação também atrasa o país".

Barroso observou então que a Constituição "diz expressamente que há o dever de prestar contas". "Eu acho que o dinheiro público tem que ter contas prestadas", afirmou Barroso. Foi nesse momento em que Toffoli fez uma intervenção mais contundente: "Mas isso é o que todos nós pensamos. Vossa Excelência respeite os colegas!".

"Eu sempre respeito os colegas. Eu estou emitindo minha opinião. Vossa Excelência está sendo deselegante com um colega que é respeitoso com todo mundo. Eu disse apenas que a Constituição impõe o dever de prestação de contas", retrucou Barroso.

Depois, em uma sessão administrativa (que não é transmitida ao vivo pela TV Justiça, mas pode ser acompanhada por jornalistas), houve novo atrito entre os ministros. Foi a vez de o ministro Marco Aurélio Mello questionar a escolha de Toffoli de contratar um escritório de arquitetura - sem licitação - para elaborar o projeto do novo museu do Supremo, conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo no mês passado. "Deveria ser feita mediante licitação. Em segundo lugar, o momento não é propício a esse gasto", criticou Marco Aurélio. A discussão não foi concluída.

Expectativa

Para Marco Aurélio, o julgamento sobre a prisão após segunda instância não deve ser interrompido por pedido de vista (mais tempo para analisar o caso). "Creio que a matéria está muito madura, todos nós temos concepção a respeito. Daqui a pouco apodrece. Tarda a palavra final do Supremo", disse o ministro, que chegou a derrubar em uma liminar a execução antecipada de pena, em dezembro do ano passado. A decisão foi cassada por Toffoli no mesmo dia.

A expectativa dentro da Corte é a de que a atual posição seja revista, cabendo a Toffoli definir o resultado. O presidente do Supremo já defendeu a posição de que a execução de pena deve aguardar uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que funciona como uma espécie de terceira instância.

Na quarta-feira, Barroso e o vice-presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, saíram em defesa da atual jurisprudência do tribunal, que admite a execução antecipada de pena. Os dois são considerados votos certos a favor da prisão após segunda instância. "De sorte que eu considero realmente um retrocesso se essa jurisprudência (do Supremo) for modificada (no novo julgamento)", disse Fux a jornalistas, ao chegar ao STF. Para Barroso, a atual jurisprudência "fez muito bem ao País" no combate à criminalidade. "O mundo nos vê como um paraíso de corruptos e acho que nós temos que superar essa imagem, e não há como superar essa imagem sem o enfrentamento determinado da corrupção, dentro da Constituição e dentro das leis", afirmou.

A decisão do Supremo em relação à autorização para prisão após segunda instância gera grande expectativa também porque pode afetar a execução penal do ex-presidente Lula. A deputada Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, disse nesta quarta-feira que o mote "Lula Livre" não acaba com a decisão do STF. De acordo com ela, o PT vai continuar mobilizado para que sentença do então juiz Sérgio Moro - atual ministro da Justiça, que condenou o petista em primeira instância - seja anulada e Lula tenha seus direitos políticos de volta, ou seja, posse voltar a se candidatar.

Aproximadamente 100 réus, entre eles Lula, já foram condenados pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região a partir de processos da na Lava Jato em Curitiba. O petista foi condenado também pelo STJ.

Convulsão social

O ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou nesta quarta-feira pelo Twitter que houve "grande esforço para combater a corrupção e a impunidade" e que o País tem de seguir este caminho, sob risco de ocorrer uma "convulsão social". Ano passado, véspera do julgamento do ex-presidente Lula, o general repudiou a impunidade e disse que o Exército estaria ainda "atento às suas missões institucionais", sem detalhar o que pretendeu com a expressão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



PSL vive guerra após Bolsonaro atuar para Eduardo ser líder na Câmara
Autor
Adriano Roberto

PSL vive guerra após Bolsonaro atuar para Eduardo ser líder na Câmara

Deputados do PSL deflagraram uma guerra de listas na noite de quarta-feira (16) para definir o líder da bancada na Câmara. A disputa põe em choque aliados do presidente Jair Bolsonaro e do presidente da legenda, Luciano Bivar (PE).

Bolsonaro e Bivar estão há mais de uma semana em atrito, depois de o presidente afirmar que o colega de partido está "queimado pra caramba". Bivar também foi alvo de operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema de candidaturas laranjas.

O atual líder da bancada é Delegado Waldir (GO), mas bolsonaristas querem substituí-lo por Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente, como a Folha antecipou. Segundo deputados, Bolsonaro atuou pessoalmente para influir no processo.

As versões desencontradas geraram uma confusão no protocolo da Câmara.

A ala bolsonarista entregou uma lista com 27 assinaturas para tirar Waldir do comando da bancada. Uma contra-lista foi então apresentada com 32 deputados.Como o PSL tem 53 parlamentares, a conta não fecha. O impasse foi instaurado. Como a lista para manter Waldir na liderança foi a última protocolada, é ela que vale por enquanto para a Câmara.

Eduardo já comentou uma eventual substituição. "O meu compromisso aqui é ficar até dezembro, oportunidade em que teremos eleições para o ano que vem", afirmou Eduardo em entrevista coletiva, cercado pelo núcleo duro dos bolsonaristas.

As assinaturas, porém, terão de ser checadas pela administração da Casa para conferir se são autênticas, e o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem de chancelar a medida para que ela entre em vigor.

Os deputados, de ambos os grupos, não mostraram o documento à imprensa.

No lado bolsonarista, a decisão dos congressistas vem na esteira da crise do PSL. Waldir vinha retaliando, desde a semana passada, deputados da ala dissidente, retirando-os de comissões e de posições na liderança do partido.

"A minha intenção é apenas manter o status quo, muitos deputados foram retirados de comissão, ocorreu uma retaliação e pareceu que se estava fazendo política com o fígado", disse Eduardo.

O filho do presidente também afirmou que sua indicação para ocupar a embaixada do Brasil em Washington é secundária.

"Todos os temas como embaixada, ou viagem para a Ásia, esses são temas secundários, a gente está aqui para cuidar dos nossos eleitores", afirmou. O mandato seria tampão. Washington está sem embaixador há meses.

O grupo de parlamentares bolsonaristas é composto pelo líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), Carlos Jordy (RJ), Bia Kicis (DF), Carla Zambelli (SP), Filipe Barros (PR), entre outros que assinaram a notificação de Bolsonaro pedindo mais transparência no PSL.

Antes da confusão no protocolo da Câmara, Waldir já havia afirmado que Bolsonaro tinha ligado para deputados da sigla para pedir apoio à sua substituição por Eduardo.

"Na verdade a bancada está água e óleo, e vejo que está acontecendo uma grande preocupação do Planalto, porque eu assumo uma posição extremamente independente, porque eu não me ajoelho, eu não sou empregado do presidente", afirmou.

"O presidente está ligando para cada parlamentar e cobrando o voto no filho dele", disse.

À noite, áudios divulgados por pessoas ligadas ao PSL e atribuídos por eles a Bolsonaro indicam o que seria a ação do presidente para convencer os deputados para a troca do líder do partido. 

Questionado sobre as gravações que foram enviadas pela Folha, o Palácio do Planalto informou que não comentaria.

Em conversas reservadas, o presidente tem defendido a necessidade de se criar um movimento maior de apoio a ele e que eleve a pressão sobre Bivar para a realização de uma auditoria externa nas contas da legenda.

A ideia tem sido a de usar eventuais irregularidades nos documentos como justa causa para uma desfiliação de deputados da sigla, o que evitaria perda de mandato.

Como a articulação até agora criou um racha no partido que colocou em risco a pauta de votações no Congresso, a ordem do presidente a aliados tem sido de que a movimentação seja feita da forma mais discreta possível e que seja intensificada em novembro, quando ele voltar de viagem à Ásia. Da FolhaPress.



Concurso Público de Belo Jardim PE com 376 vagas para diversos cargos é retificado
Autor
Adriano Roberto

Concurso Público de Belo Jardim PE com 376 vagas para diversos cargos é retificado

A Prefeitura de Belo Jardim, no Estado de Pernambuco informa a todos que o edital do Concurso Público com mais de 300 vagas foi retificado.

Dentre as alterações, consta a modificação no endereço para a realização da inscrição na Biblioteca Pública Municipal, localizada na Rua Quitéria Neves. 44-92, Centro. O auxiliar que ajudará os candidatos estará no horário disponível das 9h às 12h e das 14h às 17h de segunda a sexta feira (nos dias úteis).

Para mais informações acesse em nosso site os documentos oficiais.

Este Concurso conta com oportunidades nos cargos de nível fundamental, médio e superior, com jornadas de 20h a 40h semanais, sendo que em alguns casos o regime equivale a 150h por mês. Os vencimentos iniciais variam de R$ 998,00 a R$ 3.000,00.

Confira as funções contempladas a seguir: Agente de Combates as Endemias (6); Assistente Social (4); Arquiteto (2); Agente Administrativo (22); Auxiliar de Serviços Gerais (39); Auxiliar em Saúde Bucal (3); Auxiliar de Farmácia (3); Biomédico (3); Contador (2); Coordenador Executivo (3); Educador Físico (3); Enfermeiro (9); Engenheiro Ambiental (2); Engenheiro Civil (2); Eletricista (2); Farmacêutico (3); Fiscal Fazendário (7); Fiscal Sanitário (8); Fisioterapeuta (3); Fonoaudiólogo (2); Jardineiro (2); Magarefe (14); Magarefe/Lombador (6); Magarefe/Fateira (12); Mecânico (2); Médico Anestesiologista (2); Médico Clínico Geral (9); Médico Clínico Geral Plantonista (21); Médico Cirurgião Geral (2); Médico Dermatologista (2); Médico Ginecologista (2); Médico Infectologista (2); Médico Obstetra (2); Médico Gastroenterologista (2); Médico Pediatra (2); Médico Psiquiatra (2) Médico Ortopedista (2); Médico Urologista (2); Médico Radiologista (1); Médico Sanitarista (2); Médico Veterinário (3); Motorista Condutor de Ambulância (7); Motorista (5); Nutricionista (2); Odontólogo (3); Operador de Máquinas Pesadas (9); Pedreiro (4); Pedagogo (11); Procurador (3); Professor I (32); Professor II - Língua Portuguesa (6); Professor II - Língua Inglesa (3); Professor II - Matemática (6); Professor II - Ciências Naturais (3); Professor II - Geografia (3); Psicólogo Escolar (2); Psicólogo Clínico (4); Técnico Agrícola (2); Técnico em Desenhos (4); Técnico em Edificações (2); Técnico de Enfermagem (11); Técnico de Laboratório (2); Técnico em Imobilização Ortopédica (2); Técnico de Operação em Raio X (2); Técnico de Projetos (3); Técnico de Segurança de Trabalho (2); Terapeuta Ocupacional (2); Servente de Pedreiro (4); Vigia (15).

Os pedidos de participação são recebidos até o dia 25 de outubro de 2019, no site da empresa organizadora www.facetconcursos.com.br. É preciso efetuar o pagamento da taxa nos valores de R$ 60,00, R$ 80,00 e R$ 100,00, conforme determina o edital de abertura disponível em nosso site.

Aos candidatos que não tem acesso à internet será disponibilizado atendimento na Biblioteca Pública Municipal, localizada na Avenida Germiniano Maciel, Centro. O atendimento ocorre das 9h às 12h e das 14h às 17h.

Este Concurso Público consta de Prova Objetiva, de múltipla escolha, com questões de Língua Portuguesa, Matemática, Conhecimentos Específicos, Didática, Conhecimento Específicos da Disciplina e Conhecimentos Gerais de acordo com o cargo pretendido. Em alguns casos haverá ainda Prova Prática e de Títulos.

A previsão é que a primeira etapa seja aplicada no dia 01 de dezembro de 2019 e tenha duração de três horas.

Este certame é válido por um ano, a contar da data da publicação da homologação em Diário Oficial, podendo ser prorrogado a critério da Administração Pública Municipal. Informacões PCI Concursos.



Coronel Meira pede suspenção dos efeitos da lista tríplice da UFPE
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Adriano Roberto

Coronel Meira pede suspenção dos efeitos da lista tríplice da UFPE

No início da noite desta quarta-feira (16), o Coronel Meira por meio de seus advogados protocolou, eletronica mente, recurso junto ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região visando a suspensão dos efeitos da lista tríplice da UFPE (formada para escolha do Reitor).

Com eventual decisão favorável (que pode sair ainda essa semana) resultará na suspensão imediata da nomeação e posse do Sr. Alfredo Gomes, oportunidade ao qual caberá ao Presidente da República nomear um "Reitor Pro Tempore", que, por sua vez, assumirá o cargo até a realização de nova eleição para Reitor e Vice-Reitor da Universidade Federal de Pernambuco.

Processo 0813700-67.2019.4.05.0000, em relatoria do Desembargador EDILSON PEREIRA NOBRE JUNIOR.

Em 2013 o Desembargador deferiu agravo de instrumento em caso análogo que questionava a eleição para reitor na Universidade Federal da Paraíba.



Nena Cabral comenta empréstimo milionário para prefeitura de Paulista
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Adriano Roberto

Nena Cabral comenta empréstimo milionário para prefeitura de Paulista

A prefeitura de Paulista solicitou um empréstimo de 70 milhões de reais junto à Caixa Econômica Federal. A medida foi aprovada em duas sessões na Câmara dos Vereadores da cidade.

O banco ainda precisa realizar a análise do crédito para conceder a liberação do dinheiro. O empréstimo seria pago somente pela próxima gestão, que terá 2 anos de carência e mais 8 para quitar o débito.

O valor, segundo a prefeitura, seria para realizar diferentes obras como pavimentação , urbanização das calçadas , recapeamento de vias, entre outras.

Diante desta situação, o município fica ainda mais endividado, podendo limitar recursos de campos fundamentais como a saúde e educação para pagar o empréstimo.

O projeto compromete o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que representa 72% da receita de Paulista, como garantia para liquidar a dívida.

“A população está insatisfeita com a aprovação do empréstimo, após 7 anos de gestão, somente no fim do mandato perceberam as necessidades da cidade ?” questionou Nena Cabral.



Caravana do Arquivo Público leva memória e cultura à escola Santos Dumont
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Adriano Roberto

Caravana do Arquivo Público leva memória e cultura à escola Santos Dumont

Numa ação inovadora, o  Arquivo Público de Pernambuco criou a Caravana da Memória e da Cultura que está levando noções de preservação cultural e informações históricas sobre o estado e as comunidades por escolas da rede pública estadual. Nesta quinta-feira (17/10), às 9h, o a Caravana da Memória e da Cultura, chega à escola Santos Dumont, do bairro de Boa Viagem. É a quarta unidade de ensina visitada pela caravana. Até o final do ano oito escolas serão contempladas.

A Caravana da Memória e da Cultura é integrada por técnicos, professores, historiadores, e a direção do Arquivo Público, junto a convidados. Durante a visita, os alunos desfrutam de uma manhã de atividades que misturam memória coletiva, diversão, história do Brasil e cultura local. “O apoio da Secretaria de Educação é fundamental. O secretário Fred Amancio é um entusiasta do projeto”, diz o diretor do Arquivo, Evaldo Costa.

Durante a atividade, os alunos participam de visita guiada a exposição montada com acervo do Arquivo Público que documentam não apenas partes da história de Pernambuco, mas o próprio desenvolvimento das comunidades atendidas pela escola. No caso, são fotografias do século final do XIX, projeto urbanístico de uma vila de Boa Viagem, datado de 1870, e até imagens em movimento (fragmentos de filmes) que mostram Boa Viagem dominada por plantações de coco e banana.

Além do pessoal do Arquivo, participam do evento dirigentes e técnicos da Secretaria de Educação do Estado, músicos e técnicos do Conservatório Pernambucano de Música, e outros convidados, que apresentam musicas compostas por grandes autores pernambucanos, Boa Viagem é um extenso e populoso bairro da Zona Sul do Recife, que vem crescendo desde o século XVII, com a construção da igreja dedicada a Nossa Senhora da Boa Viagem, quando ainda era um bairro de veraneio.

Sua urbanização ganhou impulso no início do século XX, com a construção da Avenida Boa Viagem. Os primeiros arranha-céus do bairro, os edifícios Holiday (1957), Acaiaca (1958) e Califórnia (1960), foram feitos originalmente como endereços para passar férias no local. Boa Viagem só tornou-se residencial no fim dos anos 70.


SERVIÇO
O que: Visita da Caravana da Memória e da Cultura Arquivo Público ao EREM Santos Dumont (Boa Viagem)

Quando: Quinta-feira, às 10h.

Onde: EREM Santos Dumont (Rua Barão de Souza Leão, 792, Boa Viagem, Recife)



SpaceX pede autorização para lançar mais 30 mil satélites com Internet para qualquer lugar do mundo
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Adriano Roberto

SpaceX pede autorização para lançar mais 30 mil satélites com Internet para qualquer lugar do mundo

Nas minhas palestras falei sempre sobre esta possibilidade a curto prazo e agora a projeto da Starlink poderá ter até 42 mil satélites, e tem como objetivo levar acesso à internet em banda larga ao mundo todo Além de levar astronautas à estação espacial ou tentar levar o homem à Marte, outro projeto da SpaceX, empresa fundada por Elon Musk, é a Starlink, uma rede de satélites em órbita baixa projetada para levar acesso rápido à internet a todo o mundo. 

Já em fase de testes, com 60 satélites em órbita, a rede deve entrar em operação em 2020 com 1.584 satélites, de um total de 12 mil que a SpaceX pretende lançar.

Mas a empresa está pensando grande, e nesta semana enviou à ITU (International Telecommunications Union) um pedido de autorização para o lançamento de mais 30 mil satélites, além dos 12 mil iniciais. Segundo a empresa, isso é necessário para ampliar a capacidade e densidade da rede de forma "responsável" para atender à demanda futura.

Para se ter uma idéia da escala do projeto, até hoje 8 mil objetos foram lançados ao espaço. Os satélites da Starlink serão posicionados em grupos em diferentes planos orbitais, e para evitar acidentes a empresa afirma estar empregando sistemas de detecção de colisão, com cada satélite equipado com sensores para detectar outros objetos próximos e propulsores capazes de alterar sua órbita.

Os planos da SpaceX enfrentam críticas de grupos de astrônomos, que afirmam que os satélites podem prejudicar a observação do espaço com telescópios aqui na Terra. Inicialmente a Starlink deve oferecer cobertura no norte dos EUA e partes do Canadá.

Cada satélite pesa cerca de 220 quilos, e um foguete Falcon 9 pode lançar até 60 satélites por vez. Neste ano a empresa já lançou 60 satélites, com um lançamento de mais 60 previsto para esta quinta-feira (17).



IGP-10 registra inflação de 0,77% em outubro, diz FGV
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Adriano Roberto

IGP-10 registra inflação de 0,77% em outubro, diz FGV

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) teve inflação de 0,77% em outubro deste ano. A taxa é superior à observada no mês anterior, que teve uma deflação (queda de preços) de 0,29%. O índice acumula índice de inflação de 4,42% no ano e de 2,97% em 12 meses.

A alta da taxa de setembro para outubro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que tiveram inflação de 1,16% em outubro. No mês anterior, o atacado havia tido deflação de 0,57%.

Por outro lado, os preços no varejo, medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor, tiveram deflação de 0,06% em outubro. Em setembro, o índice havia tido inflação de 0,05%.

O Índice Nacional de Custo da Construção também teve queda, mas continuou registrando inflação. A taxa recuou de 0,79% em setembro para 0,09% em outubro. Da Agência Brasil.



Toffoli pode ser voto de minerva sobre 2ª instância
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Adriano Roberto

Toffoli pode ser voto de minerva sobre 2ª instância

Opresidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, pode dar o "voto de minerva" sobre prisão após condenação em segunda instância, avaliam integrantes da Corte ouvidos reservadamente pelo Estadão/Broadcast. Pressionado por colegas, Toffoli marcou para quinta-feira, 17, o início do julgamento definitivo sobre o mérito de três ações que contestam a execução antecipada de pena, medida considerada um dos pilares da Operação Lava Jato. A decisão vai nortear o entendimento sobre o assunto em todo o País.

A tendência, apurou o Estadão/Broadcast, é a de que a Corte reveja o atual entendimento, o que pode abrir margem para beneficiar cerca de 190 mil pessoas que estão em execução provisória de pena após condenação em segundo grau - entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril do ano passado após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) no caso do triplex do Guarujá.

O tema deve dividir mais uma vez o plenário do Supremo, opondo, de um lado, o grupo que defende resposta rápida da Justiça no combate à corrupção e, do outro, os que defendem o princípio constitucional da presunção de inocência e os direitos fundamentais dos presos.

O ministro Gilmar Mendes, que já defendeu uma "solução intermediária" - a tese de se aguardar o Superior Tribunal de Justiça (STJ), uma espécie de terceira instância, para a execução da pena -, já sinalizou que deve mudar de entendimento e votar pela prisão depois do "trânsito em julgado" - quando são esgotados todos os recursos.

Dessa forma, Gilmar se alinharia aos ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello (relator das três ações que serão analisadas pelo plenário) e o decano do STF, ministro Celso de Mello, pela execução da pena após o trânsito em julgado. A expectativa de ministros é a de que Rosa Weber também integre essa corrente contra a execução antecipada de pena, totalizando cinco votos com este entendimento.

De outro lado, ficariam os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia, que defendem a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

Se confirmado o cenário com cinco votos de cada lado, caberia ao presidente do Supremo desempatar o placar e definir o resultado final. Toffoli já defendeu a tese de se aguardar uma posição do STJ e, segundo o Estadão/Broadcast apurou, pode manter esse posicionamento, que serviria como um meio-termo entre as duas correntes. Toffoli já sinalizou que, na condição de presidente do Supremo, precisa ter um olhar institucional para as questões julgadas, acima de vontades pessoais.

O jornal O Estado de S. Paulo informou nesta terça que, nos bastidores, ganha corpo a impressão de que o Supremo vai optar por uma saída intermediária - segundo a qual caberia ao STJ definir a execução da pena, mas permitindo a prisão em segunda instância em caráter excepcional e não mais como regra. Por este entendimento, na análise de cada caso, juízes de instâncias inferiores poderiam decidir manter presos réus envolvidos, por exemplo, em crimes violentos, com risco de fuga ou que representem uma ameaça para a sociedade.

Responsável por definir a pauta das sessões plenárias, Toffoli havia marcado inicialmente o julgamento para abril deste ano, mas retirou o tema da pauta sob a alegação oficial de que a nova diretoria do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - autor de uma das ações sobre a execução antecipada de pena - precisava se "inteirar" do processo.

'Desserviço'

Questionado nesta terça sobre o assunto, Alexandre de Moraes rechaçou a hipótese de que uma eventual alteração do entendimento da Corte serviria como um salvo-conduto para criminosos violentos. "O homicida vai ser solto? O homicida fica preso desde o flagrante. Depois vem a sentença de primeiro grau, ele continua preso", disse. "O estuprador fica preso desde o flagrante. É um desserviço que estão fazendo atrapalhando a discussão", completou o ministro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.