Blog do Adriano Roberto


Até Camillo (PT) se rende e diz que é terrorismo o que acontece no Ceará
Autor
Adriano Roberto

Até Camillo (PT) se rende e diz que é terrorismo o que acontece no Ceará

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), classificou as ações criminosas registradas no Ceará desde o dia 2 de janeiro como atos de terrorismo e defendeu uma mudança na legislação brasileira sobre o assunto durante entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (16).

"Eu defendo que precisa de uma mudança. Até porque nesses atos, foi a primeira vez que se usou explosivos em ações no Ceará, bombas. Isso precisa ser tipificado como terrorismo. Precisa o Congresso Nacional rever uma série de leis, inclusive uma delas é essa, a lei antiterrorismo, que precisa tipificar esse tipo de ação como terrorismo".

A onda de violência no Ceará começou quando chefes de facções criminosas ordenaram, de dentro de presídios, que uma série de ataques fossem cometidos no estado. Até esta quinta-feira (17), foram pelo menos 209 crimes como incêndio de ônibus, carros e prédios públicos, e uso de explosivos em pontes, viadutos e torres. 46 dos 184 municípios cearenses foram alvos de ações criminosas, o que levou o governador a pedir ajuda da Força Nacional.

Camilo Santana também confirmou o fechamento de 67 cadeias municipais no interior do Ceará nos últimos dias. "Eram cadeias precárias, concentrei na Região Metropolitana para ter mais controle sobre esses presos. Isso foi uma decisão do próprio secretário [da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque]. Tenho tido todo o apoio do poder Judiciário", afirmou.

A fala do governador acompanha a forma como o ministro da Justiça, Sérgio Moro, abordou a situação vivida no estado também em entrevista à GloboNews na terça-feira (15).

"Se o Estado não tomar uma atitude enérgica em relação a essas organizações criminosas, o problema tende a crescer. O caso do Ceará é um ilustrativo disso, em que organizações criminosas se sentiram à vontade de praticar, na minha opinião, verdadeiros atos terroristas. Diante da perspectiva de adoção de uma política mais rigorosa contra essas organizações, o que eles fizeram foi tentar explodir viadutos, incendiar, buscando que o estado, o governo voltasse atrás", disse.

Entenda o que está acontecendo no Ceará

O governo criou a Secretaria de Administração Penitenciária e iniciou uma série de ações para combater o crime dentro dos presídios.

O novo secretário, Mauro Albuquerque, coordenou a apreensão de celulares, drogas e armas em celas. Também disse que não reconhecia facções e que o estado iria parar de dividir presos conforme a filiação a grupos criminosos. Criminosos começaram a atacar ônibus e prédios públicos e privados. As ações começaram na Região Metropolitana e se espalharam pelo interior.

O governo pediu apoio da Força Nacional. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, autorizou o envio de tropas; 406 agentes da Força Nacional reforçam a segurança no estado. A população de Fortaleza e da Região Metropolitana sofre com interrupções no transporte público, com a falta de coleta de lixo e com o fechamento do comércio.

A onda de violência afastou turistas e fez a ocupação hoteleira no estado cair. 35 membros de facções criminosas foram transferidos do Ceará para presídios federais desde o início dos ataques, segundo o último balanço do Ministério da Justiça.

Ordens partiram de presídios
Áudios compartilhados entre membros de facções do Ceará revelaram que as ordens para as ações contra ônibus, prefeituras e prédios públicos teriam partido de presidiários. As mensagens chegaram até as autoridades após a apreensão de 407 aparelhos de celulares nas unidades prisionais do estado, no dia 6 de janeiro.

Em uma mensagem, um detento ordena: "Uns toca fogo na prefeitura, uns toca fogo nas coisa lá dos policial, tá ligado?". O Palácio Municipal da Prefeitura de Maracanaú, na Grande Fortaleza, foi um dos 49 prédios públicos atacados no Ceará. "Agora a bagunça vai começar é com força", diz outra mensagem de áudio. “Agora nós vamos parar os ônibus, vamos tocar fogo com vocês dentro”, ameaça um terceiro detento.

Em outro áudio, um detento diz que a sequência de crimes é uma tentativa de fazer com que o secretário da Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque, desista de medidas que tornam mais rigorosa a fiscalização no sistema penitenciário. "Vocês vão tirar esse secretário aí dos presídios. Vocês vão ver, vai piorar é pra vocês", ameaça um criminoso.



Brasil recebe opositores de Maduro e articula transição na Venezuela
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Adriano Roberto

Brasil recebe opositores de Maduro e articula transição na Venezuela

Líderes opositores do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, desembarcaram nesta quarta-feira (16) e na madrugada desta quinta (17) em Brasília, chamados para uma reunião com o chanceler Ernesto Araújo.

O encontro, que ocorre no Palácio do Itamaraty, visa discutir maneiras de aumentar a pressão internacional sobre Maduro, que é considerado um mandatário ilegítimo pelos países que compõem o chamado Grupo de Lima, entre eles o Brasil.

Na chegada ao Itamaraty, Ledezma defendeu que o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, seja reconhecido pela comunidade internacional como presidente legítimo do país.

O governo Bolsonaro tem como uma das suas prioridades na área internacional aumentar a pressão sobre a Venezuela. No início de janeiro, os chanceleres do Grupo de Lima acordaram não reconhecer a legitimidade do novo mandato de Maduro, por considerarem que as eleições presidenciais de maio do ano passado no país não foram justas nem transparentes.

Durante visita do presidente da Argentina, Mauricio Macri, nesta quarta em Brasília, o tema Venezuela foi novamente tratado. Macri fez duras críticas a Maduro durante pronunciamento à imprensa e afirmou que a Assembleia Nacional, de maioria opositora, é o único poder legítimo na Venezuela. Com informações da Folhapress.



PF pede mais 90 dias para investigar atentado sofrido por Bolsonaro
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Adriano Roberto

PF pede mais 90 dias para investigar atentado sofrido por Bolsonaro

A Polícia Federal pediu à Justiça prorrogação de 90 dias no segundo inquérito aberto para apurar o atentado a faca sofrido pelo presidente Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, durante ato de campanha na eleição de 2018. Segundo informações da corporação, não há um prazo determinado para a conclusão do inquérito, aberto em 25 de setembro.

Bolsonaro foi esfaqueado no abdômen por Adélio Bispo de Oliveira em 6 de setembro, quando participava de ato de campanha na região central de Juiz de Fora. O então candidato foi levado para um hospital local, passou por cirurgia e depois foi transferido para São Paulo. O autor do atentado foi preso e confessou o crime.

O objetivo do pedido de prorrogação do prazo, segundo a PF, é para conclusão de "diligências em curso" e para que "tenham sequências as investigações". O primeiro inquérito foi encerrado e, ao menos inicialmente, foi concluído que o autor do atentado agiu sozinho.

O segundo inquérito, conforme fontes da PF à época de sua abertura, foi instaurado porque o prazo para a investigação a partir de prisão em flagrante é curto, mesmo com a possibilidade de prorrogação. "A opção em abrir um segundo inquérito foi para que se tenha a possibilidade de trabalhar com mais calma, já que se trata de um candidato à Presidência da República líder das pesquisas de intenção de voto", disse uma das fontes, à época.

Desde a abertura do primeiro inquérito, ocorrida no dia do atentado, a Polícia Federal ouviu mais de 30 pessoas e quebrou os sigilos financeiro, telefônico e telemático de Adélio Bispo que, no dia 8 de setembro, foi transferido para presídio federal em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.



Canal da CNN chega ao Brasil e deixa GloboNews em alerta
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Adriano Roberto

Canal da CNN chega ao Brasil e deixa GloboNews em alerta

A notícia da chegada da CNN Brasil, pelas mãos do empresário Rubens Menin, dono da MRV Engenharia, e do ex-vice-presidente de jornalismo da Record TV, Douglas Tavolaro, caiu como uma bomba dentro da redação da Globo News.

Segundo o site Na Telinha, todos os jornalistas da Globo News contatados utilizaram o termo "em choque" para descrever a notícia da chegada da CNN Brasil, como começo de conversa com a reportagem.

"De acordo com esses relatos, diante do licenciamento no país do canal de notícias americano, o Grupo Globo precisará desmontar todo o planejamento de mercado feito para a Globo News para os próximos anos, incluindo mudanças na prática atual da política de salários, renovação de contratos dos profissionais mais experientes e a estratégia da grade de programação", escreve o jornalista Sandro Nascimento. 



Acabou o contrato e 70 lombadas são desligadas em PE
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Adriano Roberto

Acabou o contrato e 70 lombadas são desligadas em PE

Apesar de o governador ser reeleito em Pernambuco, as lombadas eletrônicas instaladas nas rodovias estaduais e em trechos de estradas federais administrados pelo governo foram desligadas.

Ao todo, 70 equipamentos estão sem operar desde a terça-feira (15), por causa do encerramento do contrato entre o estado e a empresa Serttel.

Motoristas denunciaram à TV Globo o desligamento de lombadas na PE-22, perto da entrada de Maranguape I, em Paulista, no Grande Recife; e na BR-101, nas proximidades da entrada da comunidade Bola na Rede, e na PE-15, nas proximidades do Cemitério Morada da Paz.

Por meio de nota, a Serttel explicou que os equipamentos de monitoramento eletrônico eram administrados devido a um contrato com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O documento foi assinado para o período entre julho de 2012 e julho de 2018, mas teve o prazo estendido para 14 de janeiro de 2019.

Na terça (15), os equipamentos foram desligados e a empresa alegou estar aguardando um novo edital de licitação do órgão estadual.

Por meio de nota, o DER alegou que o processo de licitação para contratar a empresa responsável pelo monitoramento está em andamento. Não há, no entanto, um prazo para que as lombadas eletrônicas voltem a funcionar. Informações do G1PE



MDB abre saco de maldades e rifa PP do Governo em PE
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Adriano Roberto

MDB abre saco de maldades e rifa PP do Governo em PE

O PP  se tornou o inimigo do governador Paulo Câmara, isso nada mais, nada mesmos, que o MDB dando o troco.

Com a formação do novo governo de Paulo Câmara, o PP foi tratado como inimigo iminente da atual gestão, mesmo tendo eleito 10 Deputados Estaduais, o Governador tirou praticamente todos os espaços importante do PP e quando não tirou, indicou nomes fictícios e ainda colocou como da cota do Partido. 

Segundo informações de fontes seguras, esta caça as bruxas no PP se deu porque o Senador eleito Jarbas Vasconcelos não engoliu a posição do PP em não apoiar a chapa na sua totalidade (Senador Jarbas Vasconcelos) na eleição de 2018.

Segundo fontes dos próprios progressistas, ao colocar como cota do PP, o Porto do Recife, Ipem, Lafepe e Administração de Noronha, o governo não diz a verdade, mesmo porque, o Presidente do Porto do Recife não foi indicação do PP, nem tampouco o Ipem, e no caso de Fernando de Noronha a indicação também não passou pelo Partido, alguns cargos até tem nomes. 

Numa eleição em que o PP foi o segundo Partido que mais elegeu Deputados, o Governo dar um “deixa para lá” no partido, e diz, com suas ações até agora, que quem quiser é isso mesmo, e quem estiver chateado que saia pela porta que entrou.

O que mais revolta o PP, segundo fontes internas, é que o Governador aproveitou as férias do Deputado, Eduardo da Fonte, e do Vice-Presidente e segundo deputado mais votados em 2018, para fazer as mudanças sem que o Partido tivesse a participação e discursão sobre estes espaços.

Pelo andar da carruagem, o PP deve entregar tudo, já que olhando com olhar clínico, vê que nada restou ao Partido que está de malas prontas para a oposição. Isso se o governo não rever alguns espaços no segundo escalão.



STF recebe ações contra a extinção do Ministério do Trabalho
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Adriano Roberto

STF recebe ações contra a extinção do Ministério do Trabalho

Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais uma ação contra a Medida Provisória (MP) 870/2019, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, que extingue o Ministério do Trabalho e distribui sua competência pelos Ministérios da Cidadania, da Economia e da Justiça e Segurança Pública. O questionamento dessa vez foi feito pela Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), que ajuizou na Corte a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 562.

Para a entidade, a MP fragmenta e reduz a importância e a eficácia das funções inspetoras e mediadoras do Estado brasileiro sobre o conflito capital-trabalho, ao transformar e reorganizar indevidamente atividades que eram desenvolvidas há 88 anos pelo Ministério do Trabalho.

A CNPL lembra que o órgão foi criado em 1930 pelo então presidente Getúlio Vargas e, desde então, os direitos trabalhistas, gestados e fiscalizados por esta pasta, ascenderam de importância, contribuindo para uma distribuição mais ampla da justiça social e para uma qualidade de vida mais digna para a população.
Como exemplos, a CNPL cita as criações da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Justiça do Trabalho, o FGTS, o 13º salário, o vale transporte e muitos outros instrumentos de valorização do trabalhador.

Esse movimento, segundo a CNPL, fez com que o constituinte de 1988, reconhecendo a importância da matéria, elevasse os direitos individuais e coletivos dos trabalhadores à máxima hierarquia dentre seus preceitos do texto constitucional, dentro da categoria de direitos humanos de segunda dimensão.

A confederação pede a concessão de liminar para suspender os dispositivos da MP 870/2019 que tratam da extinção do Ministério do Trabalho e da distribuição de suas competências. No mérito, requer sua declaração de inconstitucionalidade.



Bolsonaro se reúne com Macri pela primeira vez nesta quarta-feira
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Adriano Roberto

Bolsonaro se reúne com Macri pela primeira vez nesta quarta-feira

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e sua comitiva, formada por cinco ministros, passam parte do dia de hoje (16) em Brasília. Macri vai se encontrar, pela primeira vez, com o presidente Jair Bolsonaro. Em pauta, negociações para acordos bilaterais, além de medidas de flexibilização do Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, uma vez que a Venezuela está suspensa momentaneamente) e a crise na Venezuela.

Acordos bilaterais deverão ser negociados nas áreas de comércio, combate ao crime organizado e corrupção, indústria de defesa, desenvolvimento espacial, energia nuclear e dinamização do comércio bilateral.

A delegação oficial da Argentina reúne os ministros das Relações Exteriores, da Produção, da Defesa, da Fazenda, de Segurança e Justiça e dos Direitos Humanos.

A discussão sobre o futuro do Mercosul deve incluir a alternativa da adoção de regras que permitam acordos bilaterais entre membros do grupo, outros blocos e países, sem obrigatoriamente passar pela chancela do Mercosul.

Os dois líderes devem conversar também medidas para avançar as negociações do bloco que já estavam em curso até o fim de 2018, como é o caso com a União Europeia, além de propor uma agenda interna que inclua a simplificação da estrutura tarifária, a convergência regulatória e a diminuição de barreiras internas entre países membros.

A crise venezuelana está no foco das preocupações de Bolsonaro e Macri. Assim como o Brasil, a Argentina assinou, no âmbito do Grupo de Lima, que reúne 14 países, declaração conjunta em que não reconhece a legitimidade do segundo mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e defende novas eleições.

Brasil e Argentina atuam em consonância com a Organização dos Estados Americanos (OEA) pela implementação de medidas de transição democrática no país vizinho. Recentemente os dois países, do âmbito do Grupo de Lima, rechaçaram a prisão do presidente da Assembleia Constituinte da Venezuela, Juan Guaidó, um dos principais líderes oposicionistas.



Moro expulsou 11 estrangeiros do Brasil desde 1º de janeiro
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Adriano Roberto

Moro expulsou 11 estrangeiros do Brasil desde 1º de janeiro

Em 15 dias desde que iniciou seu trabalho à frente do ministério da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro expulsou 11 estrangeiros do país, de acordo com publicação da terça-feira (15) do Diário Oficial.

Todos eles, segundo a Folha de S. Paulo, foram condenados no Brasil e terão de retornar a seus países tendo em conta um decreto segundo o qual um imigrante com sentença condenatória por alguns tipos de crimes devem ser submetidos a "retirada compulsória do território nacional".

Dos 11 expulsos, dois são angolanos, outros dois bolivianos, uma russa, um venezuelano, um colombiano, uma sul-africana, um polonês, um paraguaio e um ganês.



PSB, PDT e PCdoB não chegam a consenso sobre presidência da Câmara
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Adriano Roberto

PSB, PDT e PCdoB não chegam a consenso sobre presidência da Câmara

Após uma reunião que durou cerca de três horas, líderes do PDT, do PSB e do PCdoB saíram sem um consenso para o bloco sobre o apoio à presidência da Câmara, nesta terça-feira, 15. Os partidos devem apoiar candidatos diferentes para a disputa, mas devem seguir sendo um bloco.

"Fiz um apelo para que eles revejam a posição deles. Mas não devemos rever a nossa", disse o presidente do PSB, Carlos Siqueira.

Enquanto PDT e PCdoB já sinalizaram preferência pelo apoio ao favorito na disputa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o PSB ainda resiste. A legenda considera que Maia se tornou um candidato governista após receber o apoio do PSL, de Jair Bolsonaro.

Estiveram na reunião, realizada na sede do PSB, em Brasília, os presidentes e líderes na Câmara dos partidos: Luciana Santos (PCdoB), Orlando Silva (PCdoB-SP), Carlos Siqueira (PSB), Tadeu Alencar (PSB-PE), Carlos Lupi (PDT) e André Figueiredo (PDT-CE).

Até a semana passada, o grupo não descartava buscar outros partidos para aumentar a composição, como o PP, o MDB e até o PT, dono da maior bancada na Casa.

A articulação de um bloco mais amplo de centro-esquerda tem o objetivo de garantir espaços importantes na direção da Câmara e no comando das comissões temáticas, que são divididas de acordo com o tamanho dos blocos parlamentares.

A eleição para a presidência da Casa ocorrerá no dia 1º de fevereiro, mesma data em que os deputados tomarão posse. Com informações do Estadão Conteúdo.



Desastres naturais levam 35 cidades à situação de emergência
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Adriano Roberto

Desastres naturais levam 35 cidades à situação de emergência

Ministério do Desenvolvimento Regional decretou situação de emergência em 35 municípios atingidos por desastres naturais nos últimos dias.

Com a medida, as prefeituras podem solicitar o apoio federal para restabelecer os serviços básicos à população. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (15).

No Ceará, 24 cidades estão em alerta por causa da estiagem. Na mesma situação estão municípios em Alagoas, Piauí e Sergipe.

Já em cidades da Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais são as enxurradas que prejudicam os moradores.



Bolsonaro recebe embaixador da Bolívia, diz Itamaraty
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Adriano Roberto

Bolsonaro recebe embaixador da Bolívia, diz Itamaraty

Após a Bolívia prender e deportar o italiano Cesare Battisti, que havia fugido do Brasil em dezembro para escapar da extradição para a Itália, o presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta segunda-feira (14), no Palácio do Planalto, o embaixador boliviano José Kinn Franco, em audiência com o chanceler Ernesto Araújo.

A reunião foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores, embora não constasse na agenda do presidente. O governo não detalhou o teor da conversa.

Bolsonaro também conversou por telefone com o vice-premiê italiano, Matteo Salvini. O ministro das Relações Exteriores e assessores de Bolsonaro acompanharam o telefonema. Salvini agradeceu a ajuda do Brasil no caso e disse que pretende estreitar laços com o Brasil, assim como a amizade com Bolsonaro.

Almoço

A agenda de Ernesto Araújo previa um almoço no Ministério da Defesa, com o ministro Fernando Azevedo e Silva, os comandantes das Forças Armadas, e os embaixadores no Brasil da Bolívia e da Itália. Bolsonaro foi ao almoço de última hora, mas os diplomatas não compareceram. Os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) estavam presentes. Nenhum deles quis dar entrevista.