Blog do Adriano Roberto


MDB abre saco de maldades e rifa PP do Governo em PE
Autor
Adriano Roberto

MDB abre saco de maldades e rifa PP do Governo em PE

O PP  se tornou o inimigo do governador Paulo Câmara, isso nada mais, nada mesmos, que o MDB dando o troco.

Com a formação do novo governo de Paulo Câmara, o PP foi tratado como inimigo iminente da atual gestão, mesmo tendo eleito 10 Deputados Estaduais, o Governador tirou praticamente todos os espaços importante do PP e quando não tirou, indicou nomes fictícios e ainda colocou como da cota do Partido. 

Segundo informações de fontes seguras, esta caça as bruxas no PP se deu porque o Senador eleito Jarbas Vasconcelos não engoliu a posição do PP em não apoiar a chapa na sua totalidade (Senador Jarbas Vasconcelos) na eleição de 2018.

Segundo fontes dos próprios progressistas, ao colocar como cota do PP, o Porto do Recife, Ipem, Lafepe e Administração de Noronha, o governo não diz a verdade, mesmo porque, o Presidente do Porto do Recife não foi indicação do PP, nem tampouco o Ipem, e no caso de Fernando de Noronha a indicação também não passou pelo Partido, alguns cargos até tem nomes. 

Numa eleição em que o PP foi o segundo Partido que mais elegeu Deputados, o Governo dar um “deixa para lá” no partido, e diz, com suas ações até agora, que quem quiser é isso mesmo, e quem estiver chateado que saia pela porta que entrou.

O que mais revolta o PP, segundo fontes internas, é que o Governador aproveitou as férias do Deputado, Eduardo da Fonte, e do Vice-Presidente e segundo deputado mais votados em 2018, para fazer as mudanças sem que o Partido tivesse a participação e discursão sobre estes espaços.

Pelo andar da carruagem, o PP deve entregar tudo, já que olhando com olhar clínico, vê que nada restou ao Partido que está de malas prontas para a oposição. Isso se o governo não rever alguns espaços no segundo escalão.



STF recebe ações contra a extinção do Ministério do Trabalho
Autor
Adriano Roberto

STF recebe ações contra a extinção do Ministério do Trabalho

Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais uma ação contra a Medida Provisória (MP) 870/2019, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, que extingue o Ministério do Trabalho e distribui sua competência pelos Ministérios da Cidadania, da Economia e da Justiça e Segurança Pública. O questionamento dessa vez foi feito pela Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), que ajuizou na Corte a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 562.

Para a entidade, a MP fragmenta e reduz a importância e a eficácia das funções inspetoras e mediadoras do Estado brasileiro sobre o conflito capital-trabalho, ao transformar e reorganizar indevidamente atividades que eram desenvolvidas há 88 anos pelo Ministério do Trabalho.

A CNPL lembra que o órgão foi criado em 1930 pelo então presidente Getúlio Vargas e, desde então, os direitos trabalhistas, gestados e fiscalizados por esta pasta, ascenderam de importância, contribuindo para uma distribuição mais ampla da justiça social e para uma qualidade de vida mais digna para a população.
Como exemplos, a CNPL cita as criações da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Justiça do Trabalho, o FGTS, o 13º salário, o vale transporte e muitos outros instrumentos de valorização do trabalhador.

Esse movimento, segundo a CNPL, fez com que o constituinte de 1988, reconhecendo a importância da matéria, elevasse os direitos individuais e coletivos dos trabalhadores à máxima hierarquia dentre seus preceitos do texto constitucional, dentro da categoria de direitos humanos de segunda dimensão.

A confederação pede a concessão de liminar para suspender os dispositivos da MP 870/2019 que tratam da extinção do Ministério do Trabalho e da distribuição de suas competências. No mérito, requer sua declaração de inconstitucionalidade.



Bolsonaro se reúne com Macri pela primeira vez nesta quarta-feira
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro se reúne com Macri pela primeira vez nesta quarta-feira

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e sua comitiva, formada por cinco ministros, passam parte do dia de hoje (16) em Brasília. Macri vai se encontrar, pela primeira vez, com o presidente Jair Bolsonaro. Em pauta, negociações para acordos bilaterais, além de medidas de flexibilização do Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, uma vez que a Venezuela está suspensa momentaneamente) e a crise na Venezuela.

Acordos bilaterais deverão ser negociados nas áreas de comércio, combate ao crime organizado e corrupção, indústria de defesa, desenvolvimento espacial, energia nuclear e dinamização do comércio bilateral.

A delegação oficial da Argentina reúne os ministros das Relações Exteriores, da Produção, da Defesa, da Fazenda, de Segurança e Justiça e dos Direitos Humanos.

A discussão sobre o futuro do Mercosul deve incluir a alternativa da adoção de regras que permitam acordos bilaterais entre membros do grupo, outros blocos e países, sem obrigatoriamente passar pela chancela do Mercosul.

Os dois líderes devem conversar também medidas para avançar as negociações do bloco que já estavam em curso até o fim de 2018, como é o caso com a União Europeia, além de propor uma agenda interna que inclua a simplificação da estrutura tarifária, a convergência regulatória e a diminuição de barreiras internas entre países membros.

A crise venezuelana está no foco das preocupações de Bolsonaro e Macri. Assim como o Brasil, a Argentina assinou, no âmbito do Grupo de Lima, que reúne 14 países, declaração conjunta em que não reconhece a legitimidade do segundo mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e defende novas eleições.

Brasil e Argentina atuam em consonância com a Organização dos Estados Americanos (OEA) pela implementação de medidas de transição democrática no país vizinho. Recentemente os dois países, do âmbito do Grupo de Lima, rechaçaram a prisão do presidente da Assembleia Constituinte da Venezuela, Juan Guaidó, um dos principais líderes oposicionistas.



Moro expulsou 11 estrangeiros do Brasil desde 1º de janeiro
Autor
Adriano Roberto

Moro expulsou 11 estrangeiros do Brasil desde 1º de janeiro

Em 15 dias desde que iniciou seu trabalho à frente do ministério da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro expulsou 11 estrangeiros do país, de acordo com publicação da terça-feira (15) do Diário Oficial.

Todos eles, segundo a Folha de S. Paulo, foram condenados no Brasil e terão de retornar a seus países tendo em conta um decreto segundo o qual um imigrante com sentença condenatória por alguns tipos de crimes devem ser submetidos a "retirada compulsória do território nacional".

Dos 11 expulsos, dois são angolanos, outros dois bolivianos, uma russa, um venezuelano, um colombiano, uma sul-africana, um polonês, um paraguaio e um ganês.



PSB, PDT e PCdoB não chegam a consenso sobre presidência da Câmara
Autor
Adriano Roberto

PSB, PDT e PCdoB não chegam a consenso sobre presidência da Câmara

Após uma reunião que durou cerca de três horas, líderes do PDT, do PSB e do PCdoB saíram sem um consenso para o bloco sobre o apoio à presidência da Câmara, nesta terça-feira, 15. Os partidos devem apoiar candidatos diferentes para a disputa, mas devem seguir sendo um bloco.

"Fiz um apelo para que eles revejam a posição deles. Mas não devemos rever a nossa", disse o presidente do PSB, Carlos Siqueira.

Enquanto PDT e PCdoB já sinalizaram preferência pelo apoio ao favorito na disputa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o PSB ainda resiste. A legenda considera que Maia se tornou um candidato governista após receber o apoio do PSL, de Jair Bolsonaro.

Estiveram na reunião, realizada na sede do PSB, em Brasília, os presidentes e líderes na Câmara dos partidos: Luciana Santos (PCdoB), Orlando Silva (PCdoB-SP), Carlos Siqueira (PSB), Tadeu Alencar (PSB-PE), Carlos Lupi (PDT) e André Figueiredo (PDT-CE).

Até a semana passada, o grupo não descartava buscar outros partidos para aumentar a composição, como o PP, o MDB e até o PT, dono da maior bancada na Casa.

A articulação de um bloco mais amplo de centro-esquerda tem o objetivo de garantir espaços importantes na direção da Câmara e no comando das comissões temáticas, que são divididas de acordo com o tamanho dos blocos parlamentares.

A eleição para a presidência da Casa ocorrerá no dia 1º de fevereiro, mesma data em que os deputados tomarão posse. Com informações do Estadão Conteúdo.



Desastres naturais levam 35 cidades à situação de emergência
Autor
Adriano Roberto

Desastres naturais levam 35 cidades à situação de emergência

Ministério do Desenvolvimento Regional decretou situação de emergência em 35 municípios atingidos por desastres naturais nos últimos dias.

Com a medida, as prefeituras podem solicitar o apoio federal para restabelecer os serviços básicos à população. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (15).

No Ceará, 24 cidades estão em alerta por causa da estiagem. Na mesma situação estão municípios em Alagoas, Piauí e Sergipe.

Já em cidades da Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais são as enxurradas que prejudicam os moradores.



Bolsonaro recebe embaixador da Bolívia, diz Itamaraty
Autor
Adriano Roberto

Bolsonaro recebe embaixador da Bolívia, diz Itamaraty

Após a Bolívia prender e deportar o italiano Cesare Battisti, que havia fugido do Brasil em dezembro para escapar da extradição para a Itália, o presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta segunda-feira (14), no Palácio do Planalto, o embaixador boliviano José Kinn Franco, em audiência com o chanceler Ernesto Araújo.

A reunião foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores, embora não constasse na agenda do presidente. O governo não detalhou o teor da conversa.

Bolsonaro também conversou por telefone com o vice-premiê italiano, Matteo Salvini. O ministro das Relações Exteriores e assessores de Bolsonaro acompanharam o telefonema. Salvini agradeceu a ajuda do Brasil no caso e disse que pretende estreitar laços com o Brasil, assim como a amizade com Bolsonaro.

Almoço

A agenda de Ernesto Araújo previa um almoço no Ministério da Defesa, com o ministro Fernando Azevedo e Silva, os comandantes das Forças Armadas, e os embaixadores no Brasil da Bolívia e da Itália. Bolsonaro foi ao almoço de última hora, mas os diplomatas não compareceram. Os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) estavam presentes. Nenhum deles quis dar entrevista.



Prefeitura de Caruaru abre seleção de estágio para Projeto Criança Feliz
Autor
Adriano Roberto

Prefeitura de Caruaru abre seleção de estágio para Projeto Criança Feliz

Do G1PE - 

A Prefeitura de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, deu início a mais uma seleção de estágio. Serão disponibilizadas 21 novas vagas no serviço público do município para os cursos de serviço social, com sete vagas, psicologia, com uma vaga, e pedagogia, com 13 vagas. Dentre o total de cargos disponibilizados, dois serão reservados a pessoas com deficiência.

O objetivo da seleção é dar continuidade ao Projeto Criança Feliz, um trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos que está garantindo acompanhamento social, psicológico e pedagógico às famílias de Caruaru.

Todas as informações sobre a seleção de estágio estão disponíveis no edital clicando aqui.



Sem Trump e Macron, Bolsonaro deve ser destaque em Davos, na Suíça
Autor
Adriano Roberto

Sem Trump e Macron, Bolsonaro deve ser destaque em Davos, na Suíça

Com a ausência de dois principais lideres mundiais, Donald Thrump dos EUA e Emmanuel Macron da França, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) passou a ser a maior atração do evento. Alheio ao protagonismo do ato, Bolsonao se diz “confiante e feliz” com a viagem, o presidente apontou como objetivo “apresentar a líderes do mundo todo um Brasil diferente, livre das amarras ideológicas e corrupção generalizada”.

“Mostrarei nosso desejo de fazer comércio com o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal. Com esses pilares, o Brasil caminhará na direção do pleno emprego e da prosperidade. Espero trazer boas experiências e avanços ao nosso país!”, escreveu Jair Bolsonaro em sua conta no Twitter.

A ida a Davos  representará a primeira viagem oficial de Bolsonaro como presidente da República. O evento levou o presidente a adiar a nova cirurgia para retirada da bolsa de colostomia utilizada desde setembro, em razão do ataque a faca sofrido durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG). O novo procedimento cirúrgico está previsto para o dia 28.

Bolsonaro será acompanhado na viagem pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que pretende erguer a bandeira do combate à corrupção para transmitir a imagem de que o governo está criando um ambiente seguro para investimentos internos.

O Fórum Econômico Mundial será realizado entre os dias 22 e 25, na Suíça, e terá nesta edição o tema “Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura global na era da quarta revolução industrial”.

Cerca de 250 autoridades do G20, o grupo que reúne as 20 principais economias do mundo e de outros países, estarão reunidas para discutir assuntos econômicos de interesse mútuo. A principal ausência será o presidente norte-americano Donald Trump , que se encontra enrolado com a paralisação do governo dos Estados Unidos (que já é a maior da história) devido a impasse para a construção de um muro na fronteira com o México.

Além dos líderes mundiais, devem comparecer ao fórum representantes de mais 1 mil empresas internacionais, além de organizações não-governamentais e entidades estrangeiras. Serão quatro dias de reuniões destinadas a discutir questões relativas a economia, segurança na internet, geopolítica, cultura e indústria.

No período em que Jair Bolsonaro estiver ausente para a viagem internacional, a Presidência da República será ocupada, pela primeira vez, pelo vice, o general Hamilton Mourão (PRTB).



Divergências entre partidos de esquerda fragilizam oposição a Maia
Autor
Adriano Roberto

Divergências entre partidos de esquerda fragilizam oposição a Maia

Divergências entre os três partidos de esquerda que formaram um bloco de oposição do governo podem fragilizar a estratégia de enfrentar a candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à reeleição como presidente da Câmara.

PSB (32 deputados), PDT (28) e PC do B (9) têm reunião marcada para esta quarta-feira (16) para definir como o grupo que construíram para se opor ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai se posicionar na disputa no Legislativo.

Acontece que cada um deles tem apontado para soluções diferentes e incompatíveis. Inicialmente, as três siglas caminhariam junto com Maia, que tenta comandar a Câmara dos Deputados pela terceira vez consecutiva.

No entanto, com o ingresso do PSL (52) na chapa de Maia, no início do ano, as legendas começaram a rediscutir seus posicionamentos.

Na semana passada, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, disse que a adesão do partido de Bolsonaro inviabilizou "completamente" o apoio a Maia.

A solução apontada pela sigla foi juntar os outros dois partidos do bloquinho de oposição a PP (37), MDB (34), PT (56) e PTB (10) e lançar várias candidaturas para forçar que a disputa caminhe para o segundo turno.

Destas siglas já estão lançados os nomes de JHC (PSB-AL), Arthur Lira (PP-AL), Ricardo Barros (PP-PR), Fábio Ramalho (MDB-MG) e Alceu Moreira (MDB-RS).

Mas o abalo ao favoritismo de Maia começou a dar sinais de reversão menos de 48 horas depois. Em reunião realizada no fim de semana, o PDT indicou apoio ao deputado do DEM.

O PC do B se reúne na manhã desta terça-feira (15), em Brasília, para definir que rumo seguirá. O líder da legenda na Câmara, Orlando Silva (SP), amigo de Maia, já descarta a ideia do PSB de lançar múltiplas candidaturas.

"Esta ideia é natimorta. Quem tem muitas candidaturas não tem nenhuma. Tem que construir outro caminho. Não existe corpo sem cabeça, é uma equação que não tem ponto de chegada", afirmou Silva à reportagem.

O PT, que foi excluído do bloquinho de oposição, mas pode integrar o bloco aumentado, ainda não chegou a uma decisão final. O partido se reuniu nesta segunda em Brasília.

Segundo lideranças da bancada, o martelo só deve ser batido no dia 31 de janeiro, véspera do pleito. "Com o PSL nós não iremos", afirmou a presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann (PR), eleita em outubro deputada federal. 

"Nós hoje reafirmamos a mesma estratégia que vem sendo o norte da ação da nossa bancada, nossa prioridade continua sendo a construção de um bloco com os partidos de um campo democrático popular", disse o líder do PT na Casa, Paulo Pimenta (RS). 

Segundo ele, os diálogos avançam bem com PSB e PSOL, que teriam se mostrado irredutíveis na posição de não apoiar um bloco composto pelo PSL. O PT também tem expectativa de composição com PDT e PC do B.

"Esperamos que o PDT e o PC do B não fiquem com o PSL, nós achamos que é muito importante sinalizar para a sociedade brasileira que existe aqui na Casa um bloco que é a favor da democracia, da nossa soberania, e que o lugar do PDT e do PC do B é junto conosco", afirmou.

Pimenta não descartou apoio a nenhum dos outros candidatos, deixando a porta aberta para um possível acordo com candidaturas fora do campo da esquerda, como um do PP ou do MDB.

O PT tem dificuldade em chegar a um consenso. Enquanto o grupo mais ideológico quer manter o discurso de oposição e é refratário à possibilidade de uma composição com Maia, a ala mais pragmática do partido defende aliança com quem tiver mais chances de vencer.

Este segundo grupo teme repetir o que aconteceu em 2015, quando o partido lançou Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara e ele perdeu para Eduardo Cunha (MDB-RJ), que fustigou o governo de Dilma Rousseff até chegar ao impeachment da então presidente.

Agora que o PT não é governo, o receio é ficar sem posições de destaque na Câmara e acabar apagado como oposição.

O MDB também tem empurrado o máximo possível a decisão sobre quem apoiará na disputa pelo comando da Casa para ter um retrato mais realista da viabilidade das candidaturas. 

Além de DEM (29) e PSL, Maia conta com apoio de PSD (34), PR (33), PRB (30), PSDB (29), SD (13), PODE (11), PSC (8), PPS (8), PROS (8) e Avante (7).

Por enquanto, também há na bolsa de apostas as candidaturas de Kim Kataguiri (DEM-SP), Capitão Augusto (PR-SP) e Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

Do outro lado do Congresso, no Senado, a disputa acontece mais silenciosamente.

Renan Calheiros (MDB-AL) segue como favorito na eleição para presidente da Casa, cargo que já ocupou outras quatro vezes. Senadores disseram que o alagoano já os procurou por telefone.

Ele também tenta sinalizar positivamente à equipe econômica do governo Bolsonaro. Renan chegou a jantar com o ministro Paulo Guedes (Economia) no fim do ano passado.

Até o momento, as candidaturas em discussão são também as de Major Olímpio (PSL-SP), Simone Tebet (MDB-MS), Tasso Jeiressati (PSDB-CE), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Angelo Coronel (PSD-BA), Esperidião Amin (PP-SC) e Alvaro Dias (PODE-PR).

Há quem acredite que o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) também pode disputar, mas sua assessoria diz não ter informações sobre o assunto. O nome dele começou a circular na noite de sexta-feira (11), quando Bolsonaro passou para Maia um bilhete onde se lia "Collor é candidato?".

Nesta segunda-feira, Alvaro Dias também passou a se movimentar mais ativamente.

"Um legislativo independente na esteira da interdependência dos poderes. Rejeição a qualquer tentativa de invasão de competência da parte do Judiciário. Antecipação aos fatos com agilidade no ato de legislar. Devolução de medidas provisorias inconstitucionais e cumprimento rigoroso do calendário de votações", escreveu em mensagem de WhatsApp.

O texto, que cita outras propostas, encerra dizendo que "todas [as] sugestões serão bem recebidas. São algumas das ideias que, modestamente, creio, devam presidir o novo Senado que emergiu das urnas. Estaremos juntos, certamente, nesta empreitada". Com informações da Folhapress.



Macaparana-PE prepara concurso com 248 vagas em todos os níveis
Autor
Adriano Roberto

Macaparana-PE prepara concurso com 248 vagas em todos os níveis

A Prefeitura de Macaparana, a 84km de Recife, em Pernambuco, prepara um novo concurso público para efetivos. Conforme informações do órgão, a oferta será de 248 vagas distribuídas entre cargos de todos os níveis de escolaridade. Os vencimentos iniciais chegam a R$7 mil. 

O organizador será o Instituto de Desenvolvimento Humano e Tecnológico (Idhtec), escolhido em publicação no Diário Oficial do Estado na sexta-feira, 11. Nos próximos dias a prefeitura e a banca deverão se reunir para fechar os últimos ajustes da seleção, como datas de inscrições e provas. 


O edital deverá ser publicado 20 dias após a formalização do contrato entre a prefeitura e o Idhtec. O órgão, no entanto, ainda não informou quando isso vai acontecer. A expectativa é que a abertura do prazo de inscrição aconteça neste semestre. 

(Foto: Reprodução/ Diário Oficial)

Vagas serão em todos os níveis de escolaridade

Das 248 vagas efetivas, 94 são para cargos de nível fundamental (completo e incompleto), 79 para o nível médio, 16 para o médio/técnico e 59 para o superior. Os vencimentos iniciais variam de R$954 a R$7.213. 

Escolaridade

Cargo

Vencimento

Nº de vagas

Nível fundamental

Agente de endemias

R$1.014

seis

Agente de vigilância em saúde

R$954

duas

Auxiliar de saúde bucal

R$954

dez

Auxiliar de serviços gerais

R$954

23

Cozinheira hospitalar

R$954

duas

Encanador

R$954

quatro

Fiscal de obras

R$954

uma

Gari

R$954

23

Merendeira

R$954

dez

Motorista

R$954

seis

Operador de máquina

R$954

três

Nível médio

Agente comunitário de saúde*

R$1.035,35

três

Assessor técnico contábil

R$1.038,82

duas

Auxiliar de creche

R$1 mil

20

Eletricista

R$954

duas

Fiscal de renda

R$954

uma

Recepcionista

R$954

cinco

Recepcionista museólogo

R$954

uma

Técnico de controle interno

R$1.265

duas

Magistério

Monitor de creche

R$1.200

40

Professor Ed. Básica e 1º ao 5º ano

R$12,27

cinco

Médio/técnico

Técnico em radiologia

R$954

seis

Técnico em enfermagem

R$954

dez

Nível superior

Assistente social

R$1.127

uma

Bioquímico

R$1.127

uma

Dentista

R$2.500

dez

Educador físico

R$954

três

Enfermeiro

R$2.700

dez

Farmacêutico

R$1.127

uma

Fisioterapeuta

R$1.127

uma

Médicos

até R$7.213

18

Nutricionista

R$1.127

duas

Pedagogo

R$2.457,46

duas

Professor várias especialidades

R$12,27 h/a

13

Psicólogo

R$1.127

uma

Supervisor de ensino

R$2.457,46

uma

*As vagas de agente comunitário são para as áreas de Paquevira e Boqueirão

As taxas de inscrição vão custar R$106,67 para o nível superior, R$81,67 para os níveis médio e médio/técnico, e R$61,67 para o fundamental. A prefeitura estima que a seleção reúna cerca de 7 mil candidatos. 



Paulo Câmara divulga segundo escalão do Governo PE
Autor
Adriano Roberto

Paulo Câmara divulga segundo escalão do Governo PE

O governador Paulo Câmara anunciou, nesta segunda-feira (14.01), os nomes que comandarão os órgãos da estrutura descentralizada do Governo de Pernambuco, a partir de 2019, alguns como Roberto Tavares, na Compesa, Tatiana Nóbrega, na Funape, e Ricardo Leitão, na Cepe, permanecem nos cargos. “São pessoas com experiência administrativa e muitos serviços prestados ao povo de Pernambuco. Tenho certeza de que vão colaborar para que a nossa administração continue avançando, reforçando nossas políticas públicas e atuando diariamente para a melhoria da qualidade de vida dos pernambucanos”, destacou Paulo. Segue, abaixo, os nomes escolhidos pelo chefe do Executivo estadual e seus respectivos postos: 

Governadoria do Estado:

 

Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Pernambuco (ARPE) – Ettore Labanca

Secretaria de Administração:

 

Agência Estadual de Tecnologia da Informação  (ATI) – Ila Carrazone

 

Instituto de Recursos Humanos do Estado de Pernambuco (IRH) – Ruy Bezerra

 

Fundação de Aposentadorias e Pensões dos Servidores do Estado de Pernambuco  (FUNAPE) – Tatiana Nóbrega

 

Pernambuco Participações e Investimentos S/A  (PERPART) – Adaílton Feitosa

 

Secretaria da Casa Civil:

 

Companhia Editora de Pernambuco (CEPE) – Ricardo Leitão 

Arquivo Público – Evaldo Costa

 

Secretaria de Desenvolvimento Agrário:

 

Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (ITERPE) –  Altair Patriota Correia Alves

Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) – Odacy Amorim

 

Secretaria de Saúde:

 

Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes S/A – (LAFEPE) – Flávio Gouveia

 

Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos:

 

Agência Pernambucana de Águas e Clima  (APAC) – Suzana Montenegro

 

Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Pernambuco  (DER) – Bruno Cabral

 

Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal  (EPTI) – Jurandir Liberal

 

Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) – Roberto Tavares

 

 

Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação:

 

Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco  (DETRAN) – Roberto Fontelles

 

Consórcio de Transportes da Região Metropolitana do Recife (CTM) – Erivaldo Coutinho

Companhia Estadual de Habitação e Obras  (CEHAB) – Bruno Lisboa

 

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação:

 

Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia  (FACEPE) – Abraham Benzaquen Sicsú

 

Empresa Pernambuco de Comunicação S/A – (EPC) – Gustavo Almeida

 

Secretaria de Cultura:

 

Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco  (FUNDARPE) – Marcelo Canuto

 

Secretaria de Desenvolvimento Econômico:

 

Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Pernambuco (IPEM) – Juliano Martins

 

SUAPE – Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros –  Leonardo Cerquinho

 

Porto do Recife S/A – Carlos Vilar

 

Companhia Pernambucana de Gás (COPERGÁS) – André Campos

 

Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco S/A (AD-DIPER) – Roberto Abreu

Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude:

 

Fundação de Atendimento Socioeducativo (FUNASE) – Nadja Alencar

Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação:

 

Junta Comercial do Estado de Pernambuco  (JUCEPE) – Taciana Bravo

 

Agência de Fomento do Estado de Pernambuco (AGEFEPE) –  Marcelo Barros

 

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade:

  

Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) – Djalma Paes

 

Distrito Estadual de Fernando de Noronha –  Guilherme Rocha